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Muitos me perguntam como eu tenho muitas histórias sobre sexo para contar? A resposta é simples, eu corro risco.
Um destas ousadias aconteceu na primeira metade da década de 80. Fui contratado para documentar um encontro de teatro no interior do estado em que morava. Depois do início do trabalho chegamos à conclusão que precisávamos gravar uns depoimentos em estúdio, já que as imagens cheias de contraluz do auditório estavam ficando muito ruins.
Escolhi por acaso a única sala da escola que não tinha janelas. Detalhe; era onde se hospedava um grupo de teatro de uma escola católica composto só de mulheres, uma professora e seis alunas. Muito simpática à professora nos cedeu o quarto até as dezoito horas, acontece que as gravações não terminaram no primeiro dia e pedi que o equipamento ficasse por lá para evitar a montagem desmontagem.
Usei uma outra câmera, uma Victor ( a primeira Cancorder do mercado ) para as gravações da noite, durante esta gravações uma das meninas do grupo do quarto não tirava os olhos de mim, não era exatamente meu tipo, mas meu sangue ferveu.
Para minha sorte uma das lâmpadas queimou e eu tive que pedir para ir ao quarto pegar uma reserva, chegando não resisti, apontei a câmera para um espelho, desconectei o View-Finder para evitar a luz que indica a gravação, coloquei o vídeo para gravar em slp, seriam seis horas de chance de ver aquelas garotas e a professora na intimidade. Ainda naquela noite acabei ( como dizem hoje) ficando com a garota que era conhecida como Nani, mas como tinha interesse que ela aparecesse na fita, não alonguei a conversa.
Pela manhã eu poço de ansiedade a espera do momento de ver a fita, cheguei troquei a fita, mas o trabalho foi infernal aquele dia, e só depois do almoço consegui olhar a fita, para minha decepção nenhuma peladona, depois a luz apagou e aparentemente não havia mais nada, até ali eu só tinha o vídeo, resolvi escutar a conversa para ver se rolava alguma sacanagem, mas coloquei para escutar na parte ainda do escuro, e o que ouvi:" Me faz gozar me faz gozar." Aí eu pirei, comecei a correr a fita pra lá e pra cá, mas trabalho falou mais alto, só pude voltar à fita no intervalo entre a janta e o espetáculo da noite, aí me lembrei que Nani só deveria ter chegado ao quarto na terceira hora de gravação, avancei no search a parte escura da fita até que a luz se fez! “Ela chegou gritando.” “Eu to com tesão aquele babaca não me comeu” O babaca era eu, ela na fita foi tirando toda roupa, uma das outras se levantou nua, e quando Nani se abaixou para tirar a calcinha ela a pegou de costas pela cintura e começou a imitar o vai e vem do sexo.
As duas deitaram, e quando isso acontecia, saia da área de abrangência da câmera, mas minha tristeza durou pouco, em seguida a professora, esta sim um avião, levantou olhou para câmera, se dirigiu a ela, tirou a câmera do tripé e começou a fingir que estava gravando a transa das duas, que logo virou de três, de quatro e de cinco garotas se lambendo se esfregando enquanto riam como crianças, uma imagem totalmente inesquecível de sexo espontâneo e inocente, mas durou pouco, câmera foi largada no chão apontando justamente o vídeo que gravava tudo. No mesmo dia à noite acabei transando com Nani, muito mais pela situação, pelo tesão da fita, do que pela garota que era bem gordinha para os meus padrões.
Esta fita foi durante anos um segredo guardado com carinho, tanto cuidado que eu desmontei o K-7 e guardei apenas o rolo de fita, este cuidado acabou por me fazer perder a fita. Um dia quando estava em viagem minha filha pegou aquele rolo de fita estragada para fazer uma roupa de havaiana cibernética, A saia ainda ficou, mas o resto do rolo foi fora. Às vezes penso em colar tudinho para ver se vejo ainda alguma coisa.
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