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Sempre fui aficionado em conhecer novas pessoas. Freqüentador assíduo de Chats, Salas de bate-papo, Mirc, serviços de disque amizade e etc.. Já conheci muita gata, mas também tive lá minhas decepções.
O que eu vou contar agora aconteceu a cerca de uns seis meses atrás, quando numa noite de Domingo, eu estava só em casa (meus pais tinham ido à igreja e depois jantariam na casa de minha avó, como de costume) e para quebrar a monotonia, resolvi ligar para o serviço de disque amizade da companhia telefônica da minha cidade. Do outro lado da linha havia mais três pessoas, como sempre, numa espécie de linha cruzada. Depois de esperar alguns minutos calado, pois só ouvia voz masculina, uma voz feminina se apresentou e me chamou atenção pela sua suavidade. Vou chamá-la de Anne.
Após apresentação de ambos a linha começou a ficar insuportável de se conversar, pois os outros integrantes começaram a baixar o nível. Foi então que resolvi pedir o número do telefone dela, e por incrível que pareça fui atendido. Desliguei do Disque amizade e liguei para sua casa. Pronto! Enfim, sós. Estava lá aquela voz suave e gostosa lá nos meus ouvidos novamente, a relaxar meus tímpanos. Perguntei-a porque resolveu me dar tão facilmente o seu telefone, e ela disse que isso só acontecera, pois havia se apaixonado pela minha voz. Sou modesto, mas confesso que por já ter trabalhado com locução de rádio, tenho uma voz bem imposta e sobre tudo, bonita.
Conversamos por mais de três horas, quando ela me falou que teria que desligar, pois teria prova na faculdade na manhã seguinte, aceitei a desculpa e marquei um novo encontro via telefone para a noite do dia seguinte, o que ela concordou plenamente. Trocamos telefonemas durante o resto da semana e quando chegou à quinta-feira ela me falou que iria passar o fim de semana na casa de uma amiga na praia de Tamandaré, a cerca de uma hora e meia daqui de Recife. Chiei, pois havia pensado em sairmos no fim de semana. Foi aí que ela me falou que se eu pudesse ir pra lá no Domingo, ou mesmo no Sábado, ligasse para o seu celular. Foi o que fiz. E logo na Sexta liguei pra ela avisando que poderia ir pra lá no Domingo, ela adorou e me disse que se eu fosse voltaria comigo. Contei as horas até a madrugada de Domingo, quando não agüentando mais, peguei o carro e saí de casa às 5:00h. A ansiedade era tão grande que nem reparei que era tão cedo para a hora que tínhamos marcado: 8:00h.
Chegando a Tamandaré, parecia um menino pequeno de tanta ansiedade, afinal eu só a conhecia por telefone e, apesar de a voz ser linda, o corpo poderia ser um desastre, e a decepção voltaria, outra vez a me visitar. Prontamente as 08:00h estou eu lá no lugar marcado e... para minha surpresa: a gata do disque amizade era realmente uma gata. Pronto: estava apaixonado. E para ser nosso primeiro encontro, parecia que já nos conhecíamos a séculos. Fomos então para a praia, onde pude desfrutar daquela gata apenas num biquíni de deixar qualquer um maluco. Era realmente boa demais.
Passamos o dia em meio à cerveja e caranguejo juntamente com seus amigos (casais) quando resolvi chamá-la para voltar para Recife, já que tinha que devolver o carro do meu pai, pois minha irmã tinha pegado o meu para ir para nosso ap. de praia com minhas primas. Já estávamos "mais pra lá do que pra cá" devido a grande quantidade de cerveja ingerida, mas nem por isso deixamos de pegar a BR. Logo no início da rodovia comentei com ela que estava com medo de ser pego pela blitz da Rodoviária, e que achava melhor descansar-mos um pouco para voltar-mos à estrada. De princípio ela sugeriu que voltássemos à casa do pessoal, mas não concordei, pois se voltássemos iríamos começara a beber de novo... foi aí que ela me mandou voltar que sabia para onde iríamos.
Segui seu roteiro e me deparei de cara com um motel, ouvindo de sua boquinha linda: "quer lugar mais tranqüilo que esse?" Já estava completamente com meus 20 cm duro e visivelmente à mostra pela sunga de banho. Entramos no quarto e caímos logo naquela cama gostosa, onde Anne tascou-me logo um beijo daqueles de levantar até defunto. A essas alturas minha mão já trabalhava pelo seu corpo, acariciando detalhadamente cada pedacinho que existira.
Comecei pelo pescoço, passando pelos seios, chegando à sua bundinha empinadinha e durinha. Tirei abruptamente a parte de baixo de seu biquíni e comecei a dedilhar aquela bucetinha. Anne não se fez de rogada e sussurrou no meu ouvido que queria chupar meu pau. Viramos-nos e fizemos um frenético 69. Não acreditava no que acontecia, Anne gozou umas 3 vezes seguidas na minha boca. Não agüentei por muito tempo e cerca de 5 minutos depois dela, esporrei em sua boca. Ela engoliu tudinho. Descansamos um pouco e resolvemos tomar banho.
Mal me levantei da cama, meu pau já estava em riste novamente, pedindo novamente por aquele corpo escultural. Entramos no box e sugeri a Anne que ficasse empinadinha, pois queria penetrá-la por trás. Ela, como sempre, não reclamou de nada e atendeu prontamente ao meu pedido. Comecei então, debaixo daquela ducha quente a penetrar a sua bucetinha. Era apertadinha demais, parecia que nunca havia sido explorada. Anne urrava, gritava, gemia, chorava... pedia mais, e mais. Parecia uma potranca no cio.
Sentei no chão do box e ela sentou por cima de mim, e passou então a cavalgar a minha rola. A essa altura, minha mão já passeava pela sua bundinha, meu dedo já procurava o anelzinho rosado. Anne parecia uma máquina de fazer menino, não parava de jeito nenhum e numa estocada mais violenta, gozei como nunca havia gozado na minha vida.
Acabamos de tomar o nosso banho, quando Anne chamou atenção para a hora de voltar. Havia ainda tempo para muita coisa, comentei. Deitamos-nos de volta na cama e ficamos nos acariciando. Eu mamava seus peitinhos empinados, de biquinhos maravilhosos, ela tentava numa punheta reanimar minha D-20 que estava descansando um pouco. Começamos então a nos acariciar com uma intensidade maior, quando ela me pediu para fechar os olhos, pois tinha algo para fazer comigo que iria me deixar nas estrelas. Fechei os olhos quando senti aquele líquido derramando em meu corpo, era leite moça que ela derramou em mim para poder sugar todinho. Começou daí um verdadeiro banho de língua, que me deixou novamente em ponto de bala.
Depois de ser chupado por todos os cantos, resolvi fazer o mesmo com ela, sendo que um pouco diferente. Pedi para ficar de quatro e abri bem as perninhas, pois queria explorar aquele cuzinho sensacional. Ela de início chiou, mas logo cedeu. Derramei um pouco do leite moça no anelzinho rosado e cai de língua. Anne rebolava e piscava ao mesmo tempo, me deixando cada vez mais a desejar colocar meu pau ali dentro.
Foi quando de repente ela pediu-me para tirar a língua e colocar alguma coisa mais grossa. Não tive dúvida, apontei o meu mastro e devagarzinho comecei a forçar, pedindo passagem. Anne gritou, pediu para parar, pois estava doendo demais. Ameacei tirar o time de campo. Quando ela resolveu ceder. Não titubeei, e bruscamente dei-lhe uma estocada que arranquei lágrimas da minha gatinha. A essas alturas, ela não tinha mais o que reclamar. Continuei e aos sons de sacanagens ditas por ela, gozei inundando todo aquele cuzinho com minha porra. As horas pareciam ter passado em segundos. Recompomos-nos e voltamos pra Recife.
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