A televisãoFantasias |
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Eu sou uma mulher casada de 26 anos de idade. Sou feliz no meu casamento em todos os sentidos, especialmente na área sexual. Mas como muitas mulheres casadas, eu tenho as minhas fantasias sexuais particulares. Bem, hoje foi o meu dia de sorte. Estando tão excitada com isso, eu tinha que contar à alguém. Ainda estou tremendo enquanto escrevo isso, ficando com tesão novamente. A nossa televisão não estava funcionando, então o meu marido ligou para um técnico pedindo que ele fosse em casa. Lá pelas duas dessa tarde, o Mário apareceu. Ele acabou sendo uma de minhas fantasias, pois eu sempre havia sonhado em transar com um rapaz negro. Eu nunca havia estado, tocado ou visto um homem negro nu, e sempre havia estado curiosa sobre se todas essas estórias eram verdadeiras. O Mário tinha de 30 à 35 anos, 1,83m, e bem encorpado, com bigode. Eu o levei para a sala de televisão, e pedi licença para terminar de lavar a louça. Enquanto isso, a minha mente estava nas minhas fantasias. Essa era a primeira vez que ficava sozinha em casa com um homem negro, e só de pensar nisso eu comecei a ficar com tesão. Quando percebi, eu estava alisando o meio das minhas pernas e massageando as minhas tetas (eu raramente uso sutiã quando estou em casa). Eu estava usando a minha calça jeans e estava tentada a tirá-la a fim de ter um contato melhor entre a minha mão e a minha boceta, mas ao invés disso, eu resolvi ir à sala de TV para ver como o Mário estava indo. Ele estava acabando, e me disse que queria verificar o vídeo cassete para ter certeza que havia conectado tudo corretamente. Só para botar fogo na coisa e para ver a sua reação, eu coloquei uma fita erótica sueca que me excita muito. Quando começou a rodar, eu agi constrangida, como se eu houvesse colocado por engano; mas quando me desculpei, ele disse que gostou do meu engano pois nunca havia visto uma fita como essa antes. Nós dois sentamos no sofá, e percebi que o Mário não tirava os olhos da tela da TV. Depois de um tempo os meus olhos estavam grudados na sua virilha. Eu não sei se ele percebeu ou não, mas o seu membro estava aparecendo bem na sua calça. Entre aquilo e as cenas na tela, a minha calcinha estava ensopada. Quando o Mário começou a se mexer no sofá para ajustar a sua rola crescente, calculei que essa era a minha chance - era agora ou nunca - então me inclinei, coloquei a minha mão na sua rola, e disse, "Deixe-me ajeitá-la para você." Acho que gozei na calça naquele momento. Ele esticou o braço, desabotoou a minha blusa, e a tirou dos meus ombros. Os meus seios imploravam para serem chupados. Ele se inclinou para frente e me deu um beijo longo e demorado, enfiando a sua língua quente na minha boca. Os seus lábios grossos e o seu bigode estavam me levando à loucura. Ele colocou a minha mão na sua virilha e eu rapidamente abri a sua calça. Depois ele abaixou a sua calca e a sua cueca ao chão, me deixando com o meu primeiro pau negro em minha mão. Eu não podia acreditar no tamanho dele, e eu queria vê-lo, mas o Mário continuava me beijando enquanto tirava a minha calça jeans. Os seus dedos compridos encontraram o caminho para a minha boceta, e eu podia sentir o meu suco escorrendo pelas minhas coxas. Ele me pediu para tirar a calcinha. Quando fiquei de pé, eu estava tão tonta que quase caí, e quando finalmente olhei para o pau dele, eu não podia acreditar no seu tamanho. Pela expressão do meu rosto, o Mário pode perceber que eu estava espantada. Eu lhe disse que era a primeira vez que via um pau negro, e com certeza valeu a pena esperar. Lá estava ele, comprido, grosso, e bem escuro. Eu me ajoelhei entre as suas pernas e fiquei olhando para o seu pau enquanto o Mário esfregava as minhas tetas e beliscava os meus bicos. Estava tão gostoso que tive que escorregar a minha mão até a minha boceta para me aliviar um pouco. Finalmente coloquei as duas mãos ao redor do seu pau e o punhetei lentamente enquanto o Mário ficava sentado olhando para o meu rosto. Logo uma gota de pré gozo apareceu, e sem hesitar, eu a lambi. O Mário soltou um gemido suave, pegou a minha cabeça em suas mãos e a puxou em direção à sua rola. Eu não acreditava que isso estava acontecendo. A cabeça do seu pau era tão grande e macia que parecia uma ameixa enorme dentro da minha boca. Quando comecei a passar a língua na sua vara, eu lentamente comecei a meter mais e mais dela dentro da minha boca. Eu podia sentir as suas veias saltadas na minha língua, e comecei a mover a minha cabeça para frente e para trás, as minhas mãos agarrando a sua pica na base. Por mais que tentasse, eu só conseguia meter metade da sua rola monstruosa na minha garganta. Eu a chupei por cerca de dez minutos, sentindo o meu suco escorrer pelas minhas pernas. O Mário disse que agora era a minha vez. Nós mudamos de posição, e ele imediatamente caiu de boca na minha boceta ensopada, seus lábios e língua indo direto para o trabalho. Ele separou os lábios da minha boceta com seus dedos, empurrou seu rosto forte contra a minha boceta em chamas, e meteu a sua língua comprida e grossa o mais fundo que pode dentro de mim. Eu gozei em cima do seu rosto e gritei pedindo mais. Ele me chupou até eu gozar três vezes, e quando ele finalmente ergueu a sua cabeça, eu pude ver todo o meu suco ao redor de sua boca e o seu bigode brilhando com a minha umidade. O Mário ficou de pé e rapidamente caí de boca no seu cacete. Eu o queria na minha boca novamente, mas ele o queria na minha boceta. Ele me colocou de costas no sofá e sentou no meu peito. A sua rola enorme ficou no meio das minhas tetas firmes, com a sua chapeleta escura deitada nos meus lábios. Eu comecei a passar a minha língua nela enquanto ele esfregava seu pau por todo o meu rosto. Ele sabia que estava me deixando louca, e funcionou - agora eu estava implorando que ele me fodesse. O Mário foi descendo e colocou a cabeça da sua rola na minha racha molhada. Eu comecei a me preocupar se aquela rola enorme me partiria no meio, mas eu tinha que tê-la bem ali. Eu comecei a esfregar contra o seu pau enquanto ele provocava a minha boceta com sua chapeleta. À essa altura, eu queria muito o seu cacete grosso e negro e lhe implorei que enfiasse em mim. Como acabou sendo, eu não precisei ter me preocupado; a minha boceta estava tão molhada e tão aberta que acho que poderia ter agüentado um poste telefônico, que foi o que o seu pau pareceu quando ele alimentou a minha boceta faminta. Ele começou lentamente no início, me dando um pouco mais com cada metida até eu ter a coisa inteira dentro de mim. Estava tão bom que pensei que iria desmaiar. Eu podia sentir as suas bolas batendo na minha bunda, e quando o seu pau começou a tremer dentro da minha boceta, eu comecei a gritar, "Me foda, me foda! Come a minha bocetinha!" Eu simplesmente não conseguia me controlar, e perdi a conta de quantas vezes eu gozei. Eu fiz ele tirar para que eu pudesse ver o seu pauzão novamente. Parecia maior do que antes, e o punhetei com as duas mãos enquanto lambia a sua cabeça apaixonadamente. Em seguida o Mário me fez ajoelhar no sofá com o meu rabo levantado. Ele me penetrou por trás, enterrando sua pica até o talo. Cada metida parecia melhor do que a anterior, e eu abaixei a mão para segurar as suas bolas e massagear a minha boceta. Eu estava pensando que não poderia ficar melhor do que isso quando de repente ele tirou a minha mão da minha boceta, colocando um dos seus dedos grossos e compridos, bem em cima do meu clitóris, massageando o meu botão como um vibrador, a sua rola grossa continuando a me perfurar. Finalmente quando já estava gozando pela enésima vez, eu pude sentir o seu pau esguichar o que tinha que ser um rio de porra. Eu pensei que ele não iria parar mais. Eu fiquei ali parada, sentindo o seu creme esguichar dentro da minha boceta, e juro, desta vez desmaiei por alguns segundos. O Mário retirou a sua pica, me virou, e a meteu na minha boca. O gosto de nossas porras combinadas era delicioso. Um final perfeito. Depois que recuperei a minha compostura, eu lhe dei um beijo e acariciei o seu pau mais uma vez. Ele disse que adoraria voltar a consertar a minha TV. Enquanto estou escrevendo isso, tenho estado esfregando a minha boceta, pensando no Mário e nesta tarde, e a foda que o Sílvio, o meu marido, vai dar quando chegar em casa... O Sílvio conhece as minhas fantasias, pois nós contamos um ao outro quando estamos com tesão. Nós estipulamos que se qualquer um de nós realizar um de nossos desejos, nós contaremos ao outro depois. Não vejo a hora que ele leia essa carta. Com certeza vamos meter a noite inteira. |
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