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A vascaína que fez de tudo pelo animal

Femininos 8523 visualizações

 

Não perco uma final em que meu time esteja presente. Por isso, naquela tarde, quando fui ao Maracanã gritar pelo meu Vascão não imaginava que também gritaria por outro tipo de prazer. Fretamos um ônibus e fomos ao jogo com uma caravana super animada. Conhecia todo mundo, exceto um garoto lourinho, primo de colegas meus. O cara não parecia estar muito ligado na nossa bagunça. Isso na ida, porque, na volta, liberou geral. Tanto que, ao passar por ele, no corredor do ônibus, mandou a mão boba na minha bundinha. Olhei para ele e ri, até porque estava muito feliz. Não era de se jogar fora. Tinha uma cara de punheteiro de dar pena. Quem sabe não poderia fazer o garoto feliz? Continuei indo para os fundos do ônibus na direção do banheiro e ele veio atrás, aproveitando para dar uma roçadinha. A zona era tanta que ninguém notava muito a gente. Quando ia entrar no banheiro apertadinho, ele perguntou, na maior cara de pau, se podia me ajudar. Não perdi a esportiva e disse que, realmente, ele poderia dar umas lambidinhas. Entramos no banheiro e tratei de virar o jogo, dando um amasso no garotão que se achava esperto. Ele ficou até sem ar. O importante é que o pau dele subiu e podemos ficar naquela ralação, embalados pelo sacolejar do ônibus e pela cantoria do pessoal. Foi então que arriei o meu short e perguntei se ele não ia dar as tais lambidinhas. O cara caiu como abelha no mel, me deixando molhadinha e louca por pica. 'Vai, mete um pouquinho', pedi, passando o controle da situação para ele. Como um animal, ele me segurou firme e me encostou na parede, abrindo minhas pernas com uma mão, enquanto a outra guiava as bolas ao caminho do meu gol. Ele entrou com tudo de uma vez. O balanço do ônibus ajudava e eu gozei primeiro. Depois, foi a vez de sentir uma goleada invadir minha pequena área. Um, dois, três, quatro jatos fortes. Já estávamos muito tempo ali e, para não dar na pinta, pedi que ele saísse. Aí toquei uma siririca rapidinha, melando meus dedos com a porra do lourinho. Não me contive e acabei passando um pouco do líquido nos meus lábios. Era salgadinho e gostoso. O problema é que ele tinha gozado tando que o jeito foi colocar um lenço por dentro da calcinha, levantar o short e voltar gritando: 'Ah, eu tô maluca!' O melhor foi receber uma piscadela de um carinha por quem eu estava a fim há muito tempo. Mal sabia ele que eu já estava lubrificada e pronta para outra.


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