A vingança do corno 1Cornos |
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Olá a todos. Gostaria de relatar um caso verídico entre quatro personagens. Eu me chamo Marcos, minha mulher se chama Janaína, sua filha Jéssica e o gayzinho de pinto pequeno chamado Carlinhos. Quando me casei com Janaína, uma moreninha gordinha, sabia que estava casando com uma mãe solteira. Jéssica foi fruto da irresponsabilidade da minha mulher na adolescência com um namorado mal-caráter, aqueles bandidinhos que elas amam nesta época da vida. Não sei por que, nossa vida sexual não era boa. Janaína não apenas não era lá essas coisas, como também não suportava o tamanho do meu pau, e olhe que ele nem é tão grande assim (15cm). Tinha que meter devagar e não pôr tudo, porque ela não aguentava, dizia que doía. Bom, eu trabalhava com minha distribuidora de água, e chegava em casa às 18hs. Nem desconfiava que ela me traía. Foi quando a filha dela, Jéssica, não suportou a cadelagem da mãe e resolveu dizer: -Pai (ela me chamava assim), eu não aguento mais a falta de vergonha da minha mãe, aquela vadia. Sabia que ela te trai, e com um gayzinho? É o Carlinhos, aquela bichinha... Ele vem aqui, aquele vagabundo, e vai pro quarto com ela. Fiquei louco da vida, e resolvi flagrar os safados antes das 18hs. E peguei. Carlinhos (eu nunca tinha visto) era um gayzinho loirinho, bem Justin Timberlake, com um pauzinho miúdo de criança, e estava enrabando a vagabunda da minha mulher. A cínica, sem demonstrar surpresa, disse: -Olhe como ele me come gostoso, chifrudo. Ele nem gosta de mulher assim e é mais homem que vc. O pintinho dele é delicioso, perfeito pra minha xoxotinha delicada, que nunca vai gostar desse seu pau enorme aí. De agora em diante, vc só assiste, se quiser, ele me comer. Nunca mais dou pra vc. Vendo aquilo, comecei a chorar e a bater punheta. Enquanto a bichinha, cínica também, dizia: -Corninho, se vc quiser, pode me comer. Mas não conte pro meu namorado. O que é pior, ele tirou da peluda xoxota da vagaba (não era tão delicada assim, era um bucetão grande) e colocou no rabinho, coisa que nunca pude fazer. E fez isso na posição papai-e-mamãe, nem sabia que dava pra fazer isso. -Aiaiaiai, que delícia de pintinho no meu cu... - gemia a vagaba. - Nunca vai poder comê-lo, corninho. Chora aí, enquanto eu choro de tesão... ai, que dorzinha gostosa... Eu saí do quarto depois que gozei. Não deixei a filha dela ver a depravação, mas a sem-vergonha e o boiolinha gemiam pra gente ouvir... Jéssica ficou indignada com aquilo. E com a minha reação. Disse pra mim, depois de uma semana de falta de vergonha na cara da vagaba da genitora dela: -Vc merece coisa melhor. Devia arrumar uma namorada e pedir divórcio dessa puta que sempre me envergonhou. No próximo capítulo, tem mais. |
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