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Contos Eroticos

Amor correspondido

Femininos 3726 visualizações

 

Morava no interior da Bahia. Tinha 24 anos e estava sozinha já fazia 2 anos. Havia terminado um relacionamento sofrido e infeliz.. Passei a me dedicar ao trabalho, me dando um tempo para ajeitar a vida. Contudo, começava a sentir falta de sair, me divertir e ter um companheiro. Eu tinha alguns amigos, mas eram realmente amigos, sem nenhuma chance de algo mais. Mas um deles, técnico de informática que prestava serviços no escritório em que eu trabalhava começou a me chamar a atenção. Jovem, bonito, charmoso, simpático, mas comprometido..... Resolvi deixar pra lá, não queria mais encrencas. Estávamos no fim das festas de São João. Não tinha saido ainda, e comentei um dia no trabalho que pelo menos o último dia de forró eu iria aproveitar, não sabia onde ainda. Foi quando meu amigo disse que iria à uma cidade vizinha que tem uma festa muito boa, com um grupo de amigos, e que se eu quisesse poderia ir também. Fiquei radiante. Pela festa e pela companhia. No dia marcado, eu estava ansiosa, não sabia bem porque, pois não tinha muita chance de que alguma coisa acontecesse, mas pelo menos estaria me divertindo um pouco. Sou morena, alta e um pouco cheinha, mas proporcional e bonita, me arrumei com capricho, coloquei uma saia marrom, tipo envelope, uma blusa colante tambem marrom, saltos altos, argolas, cabelos soltos, me maquiei com cuidado, me sentia bonita e viva....... Na hora marcada meu amigo chegou para me buscar, estava simples, de jeans, camiseta e tenis, mas um "deus" para mim. Questionei por estar muito arrumada, e quis trocar de roupa, mas ele me olhou de "alto a baixo" e falou que eu estava ótima, e pude ver seus olhos brilharem. Levaríamos 1 hora para chegar à outra cidade, e no caminho fomos conversando sobre banalidades, até que começamos a falar de nossas vidas, os erros, as decepções, e os sonhos. Então ele começou a falar de seus relacionamentos, as "burradas" que deu na vida, as mulheres que o fizeram sofrer, o que cada uma delas aprontou e fez com que tudo acabasse, inclusive a atual, que disse ter terminado há uma semana. Parecia estar querendo que eu soubesse disso, e na verdade, eu gostei de saber. Finalmente chegamos, o lugar estava animado, o forró corria solto. Quase não dava para falar pois o som estava muito alto, precisávamos falar no ouvido um do outro. Sentamos e pedimos uma cerveja, para esperar o pessoal que ia chegar. Resolvemos ir dançar. Fiquei meio sem jeito no início, afinal seu corpo estava colado ao meu, podia sentir meu coração batendo acelerado. Até que relaxei e resolvi aproveitar, dançamos muito, e aquela proximidade mexia conosco. Demos uma trégua para descansar e beber alguma coisa, me aproximei de seu rosto para perguntar pelos amigos dele, nessa hora ele virou o rosto e quase nossos lábios se tocaram..... sorrimos. Ele se levantou e me puxou para a pista de dança, e novamente me abraçou, desta vez com mais força, querendo se encostar mais, sentia seu braço na minha cintura, e rodopiava... comecei a ficar tonta, pedi para sentar. Não sei ao certo se foi pelo efeito da bebida ou pela empolgação da dança que peguei em sua mão, ele estava tremendo, percebi que estava nervoso, e isso me deixou segura e disposta a tudo, mas ele afirmou que era frio. Pegou minha mão e com delicadeza a devolveu ao meu colo. Num impulso de ousadia perguntei a ele seu eu o assustava..... – Não é isso. – respondeu. – Eu tenho pensado muito em você ultimamente mas não quero criar problemas. Eu questionei: - Que problema? – Não gosto de misturar as coisas, não quero problemas com seu patrão nem no nosso serviço. – Mas e se eu disser que também tenho pensado em você? Nesse momento, ele segurou meu rosto e me beijou. Me senti nas nuvens. Me levou para dançar, e agora já não tinha medo de me aproximar, dançamos mais um pouco e ele me chamou para sairmos dali. Fomos para a beira da praia, nos sentamos em um coqueiro caido e ficamos nos beijando e falando dos nossos desejos que estavam, até ali, escondidos. – Fala o que você está pensando. – disse ele. – Eu não estou pensando em nada.... – respondi. – Acho que estamos os dois querendo mas nenhum tem coragem falar. – ele comentou sorrindo. Fomos para o carro, como era tarde, pedi para voltarmos, pois tinhamos uma hora de viagem pela frente. Voltamos abraçados dentro do carro, eu estava muito feliz. E ele confessou que havia desmarcado com os amigos para poder ficar sozinho comigo. Chegamos na nossa cidade, pedi a ele que parasse um pouco antes de me levar para casa. Estavamos em um lugar deserto, podiamos ficar a vontade. Ele deitou os bancos do carro, e ficamos nos acariciando, ele tocou meus seios por cima da blusa, eu me derretia toda....... vendo que eu gostava, ele levantou minha blusa e começou a sugar meu seio. Eu não aguentava mais, arranquei sua camisa dando o sinal verde. Ele veio para cima de mim, tirou minha saia , terminou de tirar a blusa e o sutian, por ultimo tirou a calcinha, que estava encharcada com o meu tesão. Foi a minha vez de ve-lo sem roupa, era ainda mais belo e gostoso do que eu pensava. Pulei do banco e o pus deitado, tinha um peito forte e largo com poucos pelos, uma delícia de apertar e beijar. Peguei em seu pênis, rijo, enorme, pulsante, fiz questão de beijá-lo, segurar firme para sentir sua rigidez e coloquei na boca sugando com vontade. Fiquei assim por muito tempo, então trocou de posição comigo. Ele me beijava toda, mordia o pescoço, descia até os mamilos, mordia de novo, e eu me arrepiava, estava louca de desejo. Chegou à minha vagina, cheirou profundamente e me chupou com vontade, já não aguentava mais. Não podendo esperar mais, pedi a ele que me penetrasse, com cuidado, pois tinha medo de me machucar. Eu estava tã molhada, que seu penis escorregou para dentro de mim, o apertei forte, como era bom sentir um homem novamente. Eu estava ansiosa, enlouquecida e selvagem, ele pedia calma. Eu não podia ter calma, cheguei ao climax, meu gozo foi de tesão reprimido. Queria mais. Ele sabia disso. Deitou-se e me puxou pra cima dele, eu cavalgava com força, queria engolir aquele homem, ele me segurava pelos seios, pela cintura, não me deixava escapar. Gozei novamente. Fomos para o banco de traz, fiquei de costas para meu homem, ele me mordia a nuca, afagava os cabelos...... e me penetrou novamente....... os arrepios subiam pelo meu corpo, eu já delirava de tanto prazer....... ele me tinha com força, desejo..... gozamos novamente, juntos desta vez........ Estavamos suados, cansados, mas satisfeitos e felizes. Quando vimos, o dia já estava amanhecendo, precisávamos ir embora. Mas ali começou nosso namoro, seis meses depois nos casamos, e estamos juntos e felizes até hoje.


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