Amor de vira-lataHeterosexuais |
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Logo nas primeiras semanas de Faculdade, ela levantou-se, no meio da aula, e veio em minha direção. Era uma morena grande, talvez 1,84m como eu, desajeitada e vestia-se como uma carola: blusa larga, fechada até o pescoço, saia bem abaixo do joelho, cabelo preso numa espécie de rabo-de-cavalo e nenhuma maquiagem. Sentou-se ao meu lado e cruzou as pernas, ajeitando a saia com cuidado. Comentou que havia trocado de lugar pois as pessoas lá na frente viviam falando indecências, sem o menor respeito. Ponderei que ali atrás a coisa poderia ser bem pior. Ela apenas ouviu e passou a prestar atenção na aula. A partir daquele dia parecia ter me adotado, me encontrava, na sala e nos intervalos, com uma freqüência absurda. Até que pintou um daqueles trabalhos-de-grupo e ficamos todos de nos reunir na manhã de sábado na Faculdade. Chegamos cedo, eu e ela, e começamos o trabalho, aguardando os demais. Era um dia quente, o sol àquela hora já derretia o asfalto e imaginei que todos estivessem na praia, para onde eu também iria assim que terminássemos. As horas passavam, o calor aumentava, sugeri irmos à cantina tomar um refrigerante e comer algo. Descemos e encontramos a cantina fechada, a faculdade praticamente deserta, aconselhei deixarmos o trabalho para outro dia. Ela retrucou que deveríamos entrega-lo na próxima semana e não haveria outro dia para faze-lo. Sugeri então irmos para um outro lugar onde pudéssemos comer e beber algo. Ela topou e logo estávamos a caminho. Rumei para um motel próximo e embiquei o carro. Ela me olhou irada, gritando que não era moça daquele tipo. Disse-lhe que não tinha nenhuma outra intenção, apenas imaginei que seria um lugar sossegado onde poderíamos fazer em paz o nosso trabalho além de comer e beber algo. Um carro atrás nos apressava. Pedi a chave de uma suíte e entramos na garagem. Ela, possessa, recusou-se a descer. Disse-lhe se acalmasse enquanto eu iria até o quarto pegar uns refrigerantes. Ficamos sentados no carro um bom tempo, tentando convence-la de que nada iria acontecer, até que concordou. Àquela altura eu queria apenas comer alguma coisa e terminar o maldito trabalho. Subimos ao quarto, uma porta de vidro mostrava lá fora um deck com uma mesinha, uma pequena piscina e o sol forte que entrava pelo teto-solar. Sentamos na cama, pedimos algo para comer e reiniciamos a tarefa. Tivemos a idéia de sentar na mesinha lá fora, pois a cama era desconfortável para o que fazíamos. La, o calor forte fazia o suor escorrer pelo corpo e a visão da piscina tornava ainda mais difícil suportar. Perguntei se ela se importava que eu desse um mergulho para me refrescar. Ela me olhou assustada, expliquei que usava sunga por baixo da bermuda, pois tencionava dar uma chegada até a praia após terminado o trabalho. Ela, aliviada, concordou. A água estava uma delícia e eu a convidei para que se molhasse também. Ela respondeu que gostaria mas não havia trazido maiô por baixo como eu. Sugeri que ela usasse sua roupa-de-baixo pois deveria ser suficientemente comportada, e acrescentei: - vou pegar uns 15 minutos de sauna e você pode aproveitar esse tempo para se refrescar um pouco. Dito isso, me dirigi à sauna. Minutos depois vi, pela janelinha da porta, um vulto passar em direção à piscina. Levantei-me e pude vê-la deixar cair o roupão e descer a escadinha da piscina. Era um monumento: os cabelos negros encaracolados soltos até os ombros, as costas largas fortemente divididas pelas tiras largas do soutien, a calcinha enorme tentando, com pouco sucesso, esconder aquele bundão maravilhoso, sustentado por pernas longas e coxas grossas, tudo emoldurado por uma penugem dourada que brilhava ao sol. Meu pau imediatamente reagiu, tentando escapar da sunga apertada. Saí da sauna e vesti meu roupão tentando esconde-lo. Ela assustou-se um pouco com a minha presença, mas logo sorria e conversava, enquanto curtia a água. Perguntei se poderia entrar também e ela respondeu que não. Sentei-me à mesinha e fiquei apreciando até que saiu da piscina, subindo vagarosamente a escada. Não pensamos que sua roupa, molhada, iria ficar transparente, deixando ver os seios fartos adornados por dois enormes bicos negros apontados em minha direção, a cabeleira negra emoldurando uma boceta de lábios enormes que gotejavam como se babassem. Ela se deu conta e começou a chorar, tentando cobrir-se com os braços. Levantei-me rápido e a envolvi com seu roupão, abraçando-a para consola-la. Beijei sua testa, seu rosto e nossos lábios se encontraram num beijo gostoso. Levei-a calmamente para o quarto e pedi que me desse suas roupas para secar. Voltei ao quarto e a encontrei enrolada no lençol soluçando. Acariciei aquele corpão maravilhoso: seus ombros, suas costas, sua bunda, suas coxas e finalmente sua boceta encharcada. Ela não me impediu, apenas gemia baixinho. Enfiei um dedo e senti como era estreita. Sem parar de alisar seu grelo, peguei sua mão, pus sobre o meu pau que já escapava duro sobre o elástico da sunga e fiz que começasse uma lenta punheta, enquanto beijava sua boca e mamava suas tetas. Seus gemidos eram cada vez mais altos até que gozou aos gritos. Continuei acariciando sua boceta até que sossegasse, mas ao invés disso voltou a excitar-se punhetando meu pau violentamente. Peguei-a pelos cabelos e empurrei sua boca em direção ao meu pau. Ela fingiu tentar escapar, mas, abocanhou a pica e passou a chupar desajeitada. Ensinei a mamar com carinho, passando a língua na cabeça e engolindo a vara. Sem largar seus cabelos, guiava seus movimentos, tentando tirar o máximo prazer daquela boca gulosa, até que gozei inundando sua boca. Ela engasgou, tossiu, cuspindo a porra que invadia sua garganta, o leite escorria pelo queixo. Me olhou assustada e virou a cabeça de lado como se nunca mais quisesse me ver. Na semana seguinte ela sequer me olhava, tentando me evitar, até que me procurou, falando de sua família, religião, blá, blá, blá. Eu disse: - Quero continuar de onde paramos. Ela me olhou nos olhos por algum tempo e balançou a cabeça. Já entrei no motel alisando aquele bundão. No banho, ensaboei cada pequena parte daquele corpo e, com uma forte palmada na bunda, mandei que me esperasse na cama. Deitei-me ao seu lado, beijei com carinho sua boca, suas tetas e mandei que beijasse minha piroca. Ela curvou-se, beijou toda a sua extensão muitas vezes, como se matasse a saudade, e começou a mamar carinhosamente. Puxei-a sobre mim num 69, e meti a língua naquele bocetão encharcado. Ela rebolava enlouquecida, engolia minha piroca, mamando com força o leite que começava a brotar. Enfiei um dedo no seu cu e fiquei golpeando até que gozou aos gritos, esfregando o bocetão na minha cara e desabou seu peso sobre mim. Deitei-a e ajoelhei entre as suas coxas enfiando a pica em sua boceta estreita, deixando deslizar até encontrar seu cabaço. Ela suplicou que não continuasse e começou a chorar. Não tive coragem de descabaça-la e fiquei apenas fodendo de leve na portinha, até que encostei a cabeça inchada do pau no seu cuzinho pondo suas pernas sobre meus ombros. Nessa posição seu bundão ficava inteiro à minha disposição, fodia de leve para não assusta-la e aos poucos aumentei a pressão. Ela parecia estar adorando e eu aproveitei para segurar firmemente seus ombros e enfiar a piroca com força. A cabeça entrou com um estalo e ela berrou, forçando as pernas para escapar. Foi difícil segurar aquela cavala enlouquecida pela dor, contorcia-se e aos berros pedia que eu tirasse. Mandei que sossegasse pois eu queria tirar a virgindade daquele anelzinho, e não gostaria que alguém ouvisse e a encontrasse tomando no cu. Ela parou de gritar e eu voltei a, com muita dificuldade, enterrar a piroca. Era maravilhoso ver aquela mulher enorme gemer e chorar como criança enquanto eu estourava suas pregas. Quando faltava ainda um bom pedaço de pica, segurei-a firme e enfiei de uma vez meus 23 centímetros naquela bunda. Ela urrou de dor mas não reagiu, apenas implorava, soluçando, que eu tirasse. Ergui-me um pouco e passei a acariciar seu grelo, ela logo começou a gemer de prazer e gozou aos berros. Libertei suas pernas deitei-me sobre ela e passei a fode-la num papai-e-mamãe bem carinhoso. Ela, cruzou as pernas nas minhas costas e com os calcanhares forçava a enterrar-me ainda mais, até que gozei inundando de porra suas tripas. Ficamos abraçados, sentindo as fortes contrações do seu ânus que aos poucos voltaram a me excitar. Tirei o pau ainda duro das suas pregas e mandei que ficasse de quatro. A piroca deslizou fácil naquele cu arrombado. Aquelas costas largas, a bunda enorme, era lindo ver nos espelhos aquela puta égua sendo enrabada, as expressões do prazer que sentia a cada estocada. Cavalguei por longo tempo aquele bundão até que ela voltou a gozar escandalosa, pela primeira vez sem que eu tocasse sua boceta, e eu gozei logo em seguida. A partir daquela dia ela só pensava em pica, às vezes chegava ao motel tão excitada que simplesmente arriava as, agora minúsculas, calcinhas e, ainda vestida, curvava-se sobre a cama, pedia: - Usa teu anelzinho de solteira, e gozava aos gritos logo nas primeiras pirocadas. Inúmeras vezes implorou que eu fodesse sua boceta, tirando sua virgindade. Seu jeito de andar e suas roupas aos poucos mudaram: suas saias mais curtas e justas desenhavam a bela bunda, seus decotes mais ousados, uma leve maquiagem realçava seus traços e os lábios grossos que eu adorava ver em torno da minha piroca. Os homens agora já a cantavam. Pensei na diferença que faziam as fartas doses de porra que eu derramava no rabo daquela fêmea. Durante os anos de faculdade amamentei com leite-de-pica aquela cavala, sempre faminta, principalmente nas caronas que lhe dava após a aula. Pelo menos uma vez por semana fodi sem pena aquele bundão sempre apertado, que parecia ficar maior a cada foda. Depois que nos formamos continuamos fodendo, até que no dia em que comemorávamos o aniversário do seu "defloramento", meti-lhe a piroca estourando finalmente seu cabaço, tomando posse para sempre do seu anel de casada: a boceta que sempre foi minha. |
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