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Anatomia de um desejo

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A única preocupação de Mércia naquela semana era com a organização da festa de aniversário do marido, que seria comemorado no Sábado, eles pretendiam convidar somente amigos muito chegados e alguns parentes, uma festinha mais em familia, sem badalações. Mércia começou a montar uma listinha de convidados, convidaria sua irmã Márcia com o marido, o irmão do seu marido e esposa, a irmã mais nova do marido de Márcia com o respectivo namorado, também viriam os sogros, dois colegas de trabalho do marido com as esposas e duas amigas da Mércia uma noiva e outra casada com seus respectivos pares, ou seja umas vinte pessoas no máximo. De repente veio a idéia de convidar Caio, só haviam dois problemas o primeiro é que Caio viria só, pois não era casado, nem tinha nenhum relacionamento, ao menos que ela soubesse, fora com ela é claro, e pela lista que ela estava fazendo só haviam casais. O segundo problema seria como justificar o convite visto que apesar de vizinho Caio nunca teve nenhum relacionamento com o casal. Porém Mércia estava decidida a convidar Caio, pois seria até excitante provocar aquela situação. Então ela resolveu telefonar para Caio para saber o que ele achava de vir a festa. Caio achou ótima a idéia e também pensou no lado excitante seria uma espécie de jogo comentou. Mércia no entanto lhe falou de suas preocupações, pois só viriam casais e o fato do Caio não ter a intimidade devida com o casal que justificasse seu convite a festa, Caio sorriu e retrucou: "Como não tenho intimidade com o casal, pelo menos da esposa seu sou muito intimo". E os dois riram. No final Caio disse que quanto a companhia não haveria problema, ele convidaria sua irmã mais nova que vivia com seus pais e que adorava uma festa e lhe seria uma boa companhia, quanto ao fato de não ser conhecido do casal, eles poderiam inventar uma desculpa qualquer. E assim foi. No dia seguinte Mércia mostrou a lista para o marido e argumentou que só convidou Caio que era o vizinho do andar de baixo, por ele ser muito gentil e como não mantinham muito relacionamento com o pessoal do prédio achou interessante fazer esse contato. O marido deu de ombros, dizendo que ela fizesse como achasse melhor pois ele só aceitou aquela festa para agrada-la pois por ele a data passaria em branco. Mércia decepcionada continuou com os preparativos. Quando Caio chegou ao apartamento de Mércia a festa já rolava solta, o pessoal espalhado pela sala conversando em grupinhos. Mércia o recebeu na porta o cumprimentou e chamou o marido que também foi cumprimentado por Caio que o parabenizou. Mércia serviu uma bebida para Caio e tratou de apresenta-lo para o restante dos convidados. Quando foi apresentado a Márcia ele se entreolharam de cima a baixo, o mesmo ocorrendo quando Mércia o apresentou a Helena, esposa do irmão do seu marido e a Elaine, a irmã mais nova do marido de Mércia. Para os outros convidados cumprimentos formais. Logo Márcia veio perguntar a Mércia como ela conhecera aquele gato, ele era solteiro etc., Mércia sorriu e disse que a irmã que ela era uma mulher casada e deveria se portar como tal. As duas ficaram rindo com malícia. Lá pelas tantas a mesma pergunta foi feita por Helena e posteriormente por Elaine, até parecia que elas haviam combinado. Quando teve uma oportunidade de conversar a sós com Caio, Mércia comentou o sucesso que ele estava fazendo com suas parentes, ele sorriu e disse também que as achou todas lindas, principalmente a Elaine, com seus 18 aninhos e ainda aquele ar de ninfeta. Mércia disse para ele baixar o fogo, pois todas eram comprometidas e Elaine, noiva. Caio argumentou que ela também era casada, mas nem por isso deixou de ser dele. Eles sorriram. Passadas uma duas horas e meia todos já estavam bem alegres efeito da muita bebida servida aos convidados, foi quando Caio percebeu que Mércia saira da sala e a seguiu, ela foi até um dos quartos do apartamento, assim que ela entrou ele entrou atrás e foi fechando a porta ela o viu e se assustou: "Você esta louco, quer que nos pegue?" não deu tempo nem dela terminar a frase ele a agarrou a prensou contra a parede e passou a beija-la já levantando sua saia e enfiando a mão na calcinha que ele tratou de baixar até o tornozelo, abriu a calça baixou a cueca, abriu as pernas de Mércia e enfiou firme na sua buceta, aquele cacete duro como pedra, sem que ela pudesse nem respirar, começou a estocar com força , fazendo-a gemer e se entregar por inteira ao seu dono, abriu sua blusa, libertou seus peitos e passou a suga-los como um animal faminto, Mércia arfava, já agarrando o corpo de Caio contra o seu, sendo dominada e gozando como se fosse a primeira vez. Caio despejou seu farto orgasmo nas entranhas de Mércia, inundado-a. Assim que Caio gozou Mércia abriu os olhos e olhando para a porta teve a nítida impressão que ela acabara de ser fechada, como se alguém os estivesse observando, assustada ela comentou com Caio que olhou para trás, mas já não dava para ver se era só uma impressão. Os dois se recompuseram rapidamente e um de cada vez voltaram a sala onde os outros convidados se encontravam conversando e rindo alto, nem percebendo a ausência momentânea dos dois, apenas Mércia que olhava para cada canto da sala preocupada para saber quem poderia estar espionando na porta do quarto, procurando achar alguém em atitude suspeita; porém tudo parecia normal todos conversavam alegremente. Passado mais algum tempo, alguém teve a idéia de botar uma musica mais romantica e com isso inspirou alguns dos casais a dançarem agarradinhos. Quando Mércia pensou em se dirigir até Caio, seu marido já pra lá de Bagdá, agarrou pelo braço e começou a dançar com ela. Márcia a irmã de Mércia se aproximou de Caio e perguntou se ele não gostaria de dançar, ele argumentou se ela não dançaria com o marido, ela disse que o marido não gostava de dançar, além do que mesmo que gostasse não poderia pois tinha exagerado na bebida e foi dormir um pouco em um dos quartos. Caio então a abraçou e começaram a dançar. No inicio respeitosamente, porém conforme a música seguia foram se aproximando e de repente estavam colados. Caio encostou o rosto no de Márcia e falando baixinho em seu ouvido começou a elogiar sua beleza. Realmente Márcia era uma mulher bonita, mais nova que Mércia tinha 28 anos, também loira e com um corpo escultural, apesar dos dois filhos. Márcia gostou do elogio a sua beleza e disse que Caio era um homem atraente. Ele discretamente desceu a mão pelas suas costas, atingindo a altura da bunda onde permaneceu sem reação de Márcia. Mércia assistia a tudo de longe já furiosa com a irmã e com o amante, mas sem poder tomar qualquer atitude que levantasse suspeita. Alguém teve a idéia de diminuir a luz do ambiente, deixando somente uma luz lateral, que deixou a sala mais para boate, meia escura. Aproveitando-se do fato Caio aproximou a boca do orelha de Márcia e passou a lingüa de cima a baixo, fazendo Márcia ficar toda arrepiada ao mesmo tempo que ela perguntou o que ele estava fazendo, pois ela era uma mulher casada e que tinha que ser respeitada. Caio a pegou pela mão e saiu da sala sem que os outros notassem, se dirigindo ao quarto do casal que se encontrava vazio. Márcia ainda esbaforida peguntou: "Você ficou maluco? " Ele agarrando-a respondeu: "Fiquei sim, maluco para te possuir." E com as mãos agéis foi apalpando todo o corpo de Márcia, levantando a saia, invadindo a calcinha, bulinando seu sexo, com a outra mão desabotou a blusa que ela usava, quase rasgando, levantando o sutiã e liberando os lindos seios de Márcia que passaram a ser chupados com desejo. Caio começou uma lenta masturbação na boceta de Márcia, que entre surpresa e apreensiva gozou languidamente, seus liquidos escorrendo pelas pernas e ela gemendo baixinho, completamente entregue. Ele a jogou na cama retirando-lhe a saia, a blusa e o sutiã, deixando-a só de calcinha. Rapidamente se livrando de suas roupas, Caio se deitou ao lado de Márcia, dando-lhe um beijo na boca, ela sem reação foi sentindo a lingüa dele escapando e descendo por seu corpo até atingir suas coxas grossas que foram devidamente chupadas e o sexo que foi explorado completamente pela lingua ágil de Caio. Ele virando o corpo posicionou o pau próximo a boca de Márcia que se pestanejar abocanhou o cacete que a dominava e passaram a fazer um delicioso sessenta e nove. De repente a porta do quarto se abriu e surgiu Mércia, que vendo o que acontecia passou a xingar Caio de tudo que é palavrão existente e a irmã de puta, meretriz, vagabunda e outros. Caio levantou-se enfurecido, fechou a porta com chave, agarrou Mércia que ainda o xingava, esbravejando, deu-lhe um enorme tapa que a fez cair no chão com a mão no rosto, Caio imediatamente a pegou pelos cabelos puxando-os, se aproximou bem do rosto de Mércia o colocou o pau na altura de sua boca dizendo: "Vamos puta chupa o pau do teu macho senão vai ser pior para você e você sabe disso, ainda não aprendeu que quem manda em você sou eu ?" E forçando Mércia a abrir a boca colocou todo o cacete em sua garganta, ela depois de um começo arredio terminou cedendo e passou a chupar o pau com gosto. Márcia que via tudo da cama ficou extasiada. Quando estava próximo ao gozo, Caio voltou a puxa-la pelos cabelos colocando-a em pé, beijou-lhe a boca e foi logo tirando-lhe a roupa, puxando-a também para a cama, abraçou as duas e beijou alternadamente uma e outra, depois pediu para que se beijassem, elas disseram que não iriam fazer isto pois eram irmãs. Caio apertou cada uma em um braço e descendo as mãos deu um tapa simultâneo com cada uma das mãos em suas nádegas, elas gritaram e ele disse: "Vamos minhas putinhas, se beijam é uma ordem do macho de vocês. Agora as duas me pertencem e aproximou uma da outra. E se beijaram. Inicialmente só de lábios, mas Caio forcou o rosto de uma na outra com certa violência e elas terminaram com um beijo de lingüa, enquanto Caio, passava as mãos em suas xoxotas. A partir daí a loucura foi geral. As duas chuparam o pau de Caio, ele chupou a boceta das duas. Comeu o cuzinho das duas e suas bocetinhas e elas gozaram muito e ele gozou muito nelas, porra para todo lado. Terminaram com um beijo a três e Caio com a certeza de que agora tinha mais uma escrava para sua coleção.


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