Apostando a patroa com dois malandrosCornos |
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Meu nome é João, sou casado com Marina, uma morena de 1,55m de altura e com um corpinho muito gostoso. Perto de minha casa tem um bar onde os amigos se reunem para tomar cerveja e jogar bilhar, eu estava tomando uma cervejinha quando chegram os irmãos Donizete e o Luizão, dois malandros do bairro, e começaram a perguntar da minha vida de casado, que eu estava sossegado com a Marininha. Eu disse que a Marina era uma boa esposa, que sempre fazia suas tarefas e era a mais fiel das esposas. Eles me disseram para não ser tão confiante assim, que minha mulher é muito gostosa e tem muito gavião correndo atrás. Eu disse que apostava tudo que a Marina seria incapaz de me trair. "Então vamos apostar, você abre o caminho pra gente, e se ela cair na da gente, você não pode interromper, se ela não cair, você leva cinqüentinha". "Só cinqüentinha, você tá louco?". "Ora, você num confia nela?, é cinqüentinha na moleza". Eu aceitei, então ele me disse para irmos na casa dele no sábado que ia ter um churrasco e levasse ela, e lá a gente ia armar o esquema da nossa aposta. Sábado 4:00hs da tarde chegamos na casa do Donizete, a Marina estava vestida com uma bermudinha de lycra e uma camisetinha curta, o Donizete veio nos atender e disse para ficarmos bem à vontade. Marina foi ajudar as outras mulheres a preparar a carne, enquanto os dois malandros vieram falar comigo. Eles perguntaram se a aposta ainda estava de pé, e eu disse que sim, então ele disse para eu esperar até à noite, era pra eu sumir e ir para a casa do Luizão e me esconder no quintal. Eu aceitei e voltei ao lado de minha esposa. Chegando à noite, eu despistei a Marina e fui pro quintal do Luizão e fiquei esperando, espiando pelo vidro da janela. Cerca de uma hora depois chegam os três, a minha mulher já ia perguntando: "Onde aquele vagabundo está?, vocês me disseram que ele estava aqui". "Calma D. Marina, ele deve ter ido embora, é melhor você ir pra casa...". "Que casa que nada, eu quero achar aquele pilantra". "Não se preocupe, ele não merece a sua preocupação, tem uma mulher tão linda e não dá valor (desgraçado, estava levando ela na conversa), se você quer se vingar, é só pagar com a mesma moeda". Então ele foi chegando perto e segurou as mão dela, o Luizão também sentou no sofá e começou a passar as mãos nas pernas dela. Quando eu pensei que ela ia dar um esporro, ela começou a passar a mão no pinto do Luizão, que estava estourando dentro da calça e disse: "Aquele safado vai levar chifre pra aprender não me enganar, além disso, eu estou com muito fogo pra passar a noite sozinha", e começou a desabotoar a calça do Luizão, libertando um pinto de dimensões assustadoras, nisso o Donizete tirou pra fora um pau do mesmo tamanho e colocou bem na frente da cabeça dela, ver a minha esposinha entre dois cacetes gigantes como aqueles me assustava, acho que mediam uns 28 cm cada, mas ao mesmo tempo comecei a ficar excitado. Ela começou a chupar o Donizete, mas não conseguia enfiá-lo na boca, apenas lambia e punhetava com as duas mãos. Nisso o Luizão ajeitou-a de quatro e mandou bala na bucetinha apertada dela, ela deu um pulo começou a gritar como uma puta, pedindo: "Me rasga com esse pau de macho, o meu marido não chega aos seus pés meu cavalo, fode essa buceta, faz o meu marido de corno, porque ele é e sempre vai ser o maior corno da cidade". Parte de mim ficava triste ao ouvir aquelas palavras, mas a outra parte estava adorando. O Donizete disse que era a vez dele, então o Luizão deu o cacete pra ele chupar, enquanto seu irmão lambia e metia o dedo no cuzinho dela. Ela protestou e disse que não queria no cu, que não tinha dado ele nem pro pauzinho pequeno do marido e nunca aguentaria uma tora daquelas, mas Donizete não se intimidou, disse que não havia castigo melhor para um corno do que esse. Ela não resistiu e arreganhou a bunda com as mãos, esperando pelo bruto. Ele foi enfiando lentamente, e quando sentiu que estava conseguindo, avançou mais rápido e enfiando a cabeçorra, fazendo com que ela soltasse um grito de dor que a vizinhança inteira ouviu. Depois enfiou o resto e em segundos já estava socando nela rapidamente, era um adeus às preguinhas do cuzinho dela. Ela gemia como uma profissional, então os dois irmãos se levantaram e o Donizete deitou-se, puxando ela pra cima e enfiou na buceta, enquanto o Luizão sem pestanejar enfiou no cuzinho de uma só vez, e os dois ficaram bombando nela ao mesmo tempo, ela estava suando muito de tanto levar vara, gozou umas três vezes assim, então os dois a puseram de joelhos e esporraram no rostinho dela, ela delirava com tanta porra, estava coberta da franja até os seios de porra e dizia que tinhaum gosto bom e que não experimentara a do marido e nunca ia esperimentar, dizia que eu só gozava umas duas gotas enquanto eles despejaram quase um copo de porra nela. Ela se vestiu e foi pra casa, não sem antes marcar outro encontro, eu fui embora logo em seguida. Quando eu cheguei ela já estava na cama dormindo, eu até vi o resto de porra no cabelo dela. Acho que me acostumei a ser corno, pois sempre vou espiar o show dela com quase todos os homens da vizinhança e isso me dá o maior tesão. |
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