As aventura de trepoman - Minha namorada no metrôFantasias |
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Quando eu digo que eu já transei nos lugares mais loucos possíveis, apenas os amigos mais chegados (que já me conhecem a bastante tempo), sabem que não estou exagerando. Quem duvida, que leie os meus seis relatos anteriores e os próximos que não tardarão! Essa aconteceu nos tempos em que eu namorava a Paula, a gata que mais me enloqueceu até hoje (aliás, estou procurando candidatas para destroná-la!). Eu tinha apostado com ela que passaria em uma prova mesmo sem estudar e ela duvidou. Fomos então até a Tijuca, de metrô, conferir o resultado e em seguida curtir um cinema. Para a minha sorte eu havia arrebentado no exame e agora tinha o direito de exigir o que quisesse dela, como havíamos combinado. Em contrapartida, o cinema estava lotado e não deu para passar dos simples beijinhos. Paula já estava rindo com aquela cara de que estava me sacaneando, por eu não poder fazer nada. Fiquei na minha, esperando a minha chance. Na saída do cinema, fomos direto para o metrô pois já estava quase na hora de fechar e como era uma Segunda-feira, o movimento na plataforma de embarque era praticamente zero. Fiz questão de levá-la para um vagão onde estávamos a sós. Certifiquei-me de que a senhora que estava no vagão ao lado não poderia nos ver. Mal o trem começou a se movimentar, baixei a frente do meu short e ordenei a Paula que cumprimentasse o seu brinquedo preferido. Minha namorada, assustada com a minha cara-de-pau, não se fez de rogada e iniciou um rápido boquete, incentivada pelo barulho provocado pelo movimento dos vagões. Quando o trem começou a parar, guardei meu pau e nos recompomos. Não entrou ninguém no nosso vagão. Aguardamos o trem voltar a andar e eu abaixei a alça do seu vestido, libertando aquelas tetas suculentas e inesquecíveis. Mamei com voracidade, apreciando a sua pele branquinha que a minha barba rala insistia em marcar. Parei por um instante, apreciando aquela escultura que faria qualquer busto grego parecer uma tábua. Coloquei meu rosto entre os seus peitos e ela apertou minha cara com eles, dizendo: "vou te prender aí". Nesse instante, tivemos que nos arrumar de novo, pois o trem iria parar. Um cara aproveitou o trem para passar de uma parte da plataforma para a outra pelo interior do vagão. Não deixou, é claro, de olhar para a gente, e em especial para as coxas da Paula que estavam um pouco afastada. A sacana, percebendo que o cara havia parado já do lado de fora para encará-la, assim que a porta fechou, abriu as pernas o suficiente para que ele visse a sua calcinha encravada. O trem ainda não havia começado a andar, pois estava esperando a passagem do que vinha em sentido oposto. Resolvi, não sei porque, partilhar da sua loucura e mandei que ela tirasse a calcinha naquele instante, na frente do cara. "Aqui? Agora?", ela perguntou. Respondi que sim, que era isso que eu queria. O homem, percebendo que algo diferente iria acontecer, não tirava os olhos da gente. Minha namorada sorriu para ele, nosso único espectador, e em seguida começou a tirar a calcinha. O cara ficou com cara de babaca, não acreditando no que estava vendo. Logo depois, ela balançou a peçinha branquinha e mostrou a sua bucetinha sem nenhum pelinho para o sujeito, que a apreciou por alguns segundos. Antes que o trem voltasse a andar, a Paula ainda passou um dedo na xoxota e colocou a seguir na minha boca, para que eu experimentasse. "Tá gostoso, seu safado?", quis saber. Ao mesmo tempo em que o trem começou a se mover e a minha gata dava tchauzinho para o homem, eu me ajoelhei entre as suas pernas e comecei a chupá-la como se fosse o meu último instante de vida. Minha língua estava impossível e eu só parei quando chegamos na estação seguinte. Entrou um sujeito com cara de mal encarado, mas depois que percebeu a nossa presença, se mancou de que iria nos atrapalhar e se foi para algum vagão mais a frente. Novamente ficamos sozinho. O coração batia acelerado pela loucura que estávamos fazendo. Quando nossa condução voltou a andar, pedi que ela caminhasse até o final do vagão e depois voltasse para onde eu estava, só que com o vestido levantado. Como no vagão a frente não havia ninguém e no de trás, apenas uma velha que estava de costas e parecia dormir, deduzi que não haveria problemas. Paula aceitou e foi até o final, me mostrando a sua bundinha e em seguida voltou, me mostrando a sua vagina depiladinha. Minha gata, com toda a classe do mundo, sentou sobre a minha pica que apontava para o céu e eu pude comprovar como ela estava excitada. Sua xotinha fervia e eu gozei em pouco mais de um minutos com os seus pulos deliciosos. Saímos do metrô duas estações a frente, mas as marcas do nosso amor ficaram em pequenas poças espalhadas pelo chão do vagão. A sacana usou um pouco do meu esperma para desenhar um coração no vidro, antes de me beijar. Foi uma delícia e, embora bem rápida, foi uma das experiências mais loucas que já vivi. |
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