Busca de Contos Eróticos:

 
 


Contos Eroticos

As aventuras de trepoman - O castigo

Heterosexuais 1877 visualizações

 

Em todo grupo tem sempre aquela pessoa negativa que as vezes chega a ser desagradável com as suas piadinhas. Mônica, apesar de não ser de se jogar fora, era uma dessas figurinhas difíceis, cujo maior passatempo era botar defeito em mim. Não teria sequer tentado uma primeira investida contra ela, se ela não tivesse me sacaneado e colocado em dúvida a minha capacidade de saciar o sexo oposto. Sem nunca ter tido nada comigo, a sacana rebateu os elogios de duas amigas amantes minhas de que uma trepada comigo era certeza de orgasmo certo. Foi mais longe ainda, dizendo que nem eu teria pique para aguentar o seu furor sexual. Meio putão com a fofoca que chegou aos meus ouvidos, decidi tirar em pratos limpos a questão, só que a minha maneira. A oportunidade chegou na festa do prédio de um vizinho, na rua de trás. Mônica avisou para a mãe que iria dormir no apartamento de uma amiga, no andar de baixo. A amiga, para azar dela, era uma das minhas amantes e concordou com a sacanagem que pretendia aprontar. No apartamento, preparei junto com Bárbara o quarto onde a Mônica iria dormir. Deixei uma câmera de filmar visível ligada ao Vídeo-cassete, com uma fita no vídeo e puxei um fio por trás do vídeo conectado a um vídeo-link. O truque todo estava aí. Já na festa, procurei ser o centro das atenções e contei piadas, cantei e dei conselhos para a minhas amigas, mantendo um ar agradável o tempo todo. Certifiquei-me de abastecer o tempo todo o copo de Mônica que já tinha dificuldades em se manter em pé, depois de misturar cerveja, voddka e tequila. Quando a música lenta começou, arrisquei dançar com Mônica. A coitada bem que tentou, mas não tinha mais firmeza nas pernas. Como bom cavalheiro, puxei-a para a varanda de um dos quartos, sob o pretexto de que ali corria mais vento e se ela vomitasse, ninguém veria. Fiz uma massagem gostosa nas costas da menina, antes de arriscar mordiscar a sua nuca. Ela deixou e para mostrar que não colocaria obstáculos, puxou a minha mão para seus seios. Encoxei-a e passei a lamber o seu pescoço, enquanto fingia que a estava ordenhando. _Quer dizer que a minha vaquinha está gostando_queria a todo custo me vingar das besteiras que ela falou. _Muuuuuu!_respondeu tontinha, antes de dar um arroto e rir em seguida. _Você gosta de leite quentinho? _perguntei. _Só se for de boi_rebateu e logo depois apertou o meu pau. Beijei-a ardentemente. Em seguida, segurei o seu rosto e olhei bem nos seus olhos. _Hoje você vai ver o que é uma senhora trepada!_provoquei. _Duvido. É capaz de eu ainda ter que ti ensinar como é que se faz. Aquilo foi a dose. Puxei-a pelo braço e levei-a até o salão onde estava rolando a festa. Pedi a chave do apartamento para Bárbara, alegando que a Mônica não estava bem e eu a levaria para descansar. Bárbara, como combinado não colocou qualquer objeção. Apenas se ofereceu para dar qualquer tipo de ajuda a Mônica, o que foi prontamente recusado. Descemos e já no elevador, comecei a sessão de maldades. Encostei Mônica contra o espelho e enquanto roçava meu pau na sua bunda, sussurrei no seu ouvido: _Não vou poupar nenhum buraco seu. Quero ver se você tem mesmo tanta energia quanto diz. _Se você broxar, eu vou dar uma gargalhada_provocou. Entramos e fomos direto para o quarto, já que eu não poderia demorar, segundo argumentei. Mônica tirou o vestido com a facilidade que só uma puta tem. Enquanto isso peguei a câmera e a liguei (o vídeo e o vídeo link já estavam ativados). Assim que viu, ela disse que não poderia gravá-la em fita de jeito nenhum. _Está bem. Eu tiro a fita...mas deixa pelo menos ligado aqui no vídeo, para gente ver o que está fazendo pela TV. Que tal, hem? _Não sei. É melhor não. _Ué. Diz que fode abessa e tem vergonha de câmera. Desse jeito qualquer atrizinha de filme pornô te barra. _Está bem, vem pra perto de mim. _Então me chama de Clinton! _Vem Clinton! _Vem para sua Mônica, vêm! Anda diz_pedi. Ela abriu as pernas branquinhas, me mostrando uma bucetona imensa, mas com poucos pelos. Estava avermelhada e parecia bem lubrificada. _Vem conhecer a Casa Branca, vem! _Primeiro cumpra os seus deveres de estagiária_disse já esfregando minha pica no seu rosto. Ela sorriu e abriu de imediato a boca. _Chupa bem gostoso que você vai ganhar um prêmio_ato contínuo, enquanto enfiava meu pau em sua boca, cravei logo três dedos na sua buceta. Ela abriu ainda mais as pernas e passou a sacudir freneticamente quando intensifiquei o ritmo da masturbação. _Quero sentir o seu charuto aqui dentro. Mete! Vai! Mete, porra!_pedia. Alheio ao pedido, retirei os meus dedos da sua xoxota e usei as duas mãos para controlar o movimento do seu rosto de encontra a minha rola. Eu bombava em um ritmo alucinante e até me espantei de Mônica não ter se engasgado. Quando anunciei que iria gozar nos próximos segundos, ela bem que tentou tirar a boca do meu pau, mas não deixei. Quem viu, diz que ficou lindo a minha porra escorrendo pelos lábios de Mônica, que mais parecia estar babando realmente. Peguei a câmera em cima do móvel e a aproximei do rosto da garota, ordenando que ela observasse na tela como ficou bonitinha daquele jeito. Mal sabia ela, que um monte de pessoas no andar de cima, haviam se sentado diante da TV em um dos quartos e já estavam se deliciando com as imagens que brotavam na tela. Recoloquei a câmera no lugar e em seguida peguei os panos que havia escondido em baixo da cama. Antes que ela pudesse sequer reclamar, amarrei-a nas extremidades da cama e a vendei, sugerindo uma trepada bem excitante e diferente logo desde a primeira (e última) vez. Mônica, meia dopada meia excitada, deixou que eu fizesse o que bem entendesse. Após vendá-la fui até a cozinha e trouxe um tubo de chantily. Desenhei sobre a sua barriga a palavra VACA e a seguir fui até a câmera só para dar outro close na minha "obra" de arte. Ela pedia que eu retirasse o que havia colocado e eu não esperei duas vezes. Passei a lamber cada uma de suas tetas até deixar seus seios bem rijos. Aproveitei que ela estava imobilizada e passei a esfregar o meu pau na entrada da sua bucetinha, o que excita a grande maioria das mulheres. Ela pediu novamente para eu cravar bem lá no fundo. _Então implora_ordenei. _Não. _Então eu nem vou ti comer e nem vou ti tirar daí. _Para com isso, eu estou doida para transar contigo. _Ah, é! Logo comigo, que você vive "queimando" para as nossas amigas. _Não é bem assim. É que eu ficava puta da vida só de ouvir o que elas diziam que faziam com você. _Vai, desculpa. Me come gostoso. _Assim esta bom. Enfiei o meu pau com carinho enquanto fazia gestos para cama, sacaneando ela. Iniciei um ritmo marcante e Mônica parecia estar curtindo a brincadeira, já que tudo que saía da sua boca eram gemidos. _Está gostoso?_perguntei. _Muito. _Que bom. Só por isso, vou meter com mais força ainda. _Vai...isso...me arromba! Na hora de gozar, esporrei tranquilamente sobre os seus seios. Parte do gozo foi parar inclusive no queixo da menina levada. Desamarrei-a e a coloquei de bruço. Dei um tapa na sua bunda, de sacanagem e ela gostou. _Vai, bate mais! Bati com um pouco mais de força. _Bate forte. Bati mais forte. _Bate que nem homem!_provocou novamente. Não aguentei e dei-lhe uma porrada com a mão aberta. Meus cinco dedos ficaram marcados na sua bundinha. Mônica não se conteve e encostou a cabeça no travesseiro, já chorando. Aproveitei a posição, passei um pouco de cuspe na cabeça do meu pau e direcionei a glande para aquele rabinho empinado. Arranquei lágrimas verdadeiras quando o meu pênis entrou de uma vez. Mônica queria mais e eu não neguei fogo. Soquei a sua bunda com a minha máquina de sexo, aguardando que ela se entregasse. Mônica era guerreira. Gozou mais uma vez sem problemas. Quando gozei, fiz questão de esfregar a minha pica por toda a sua bunda, batendo-a de encontro a carne tenra da menina. Bati-a como se estivesse conferindo algo com um cacetete. Mônica retirou a venda e caiu exausta. _Ué, já cansou?_desdenhei. _Eu não sei você, mas eu estou morta. Me acorda amanhã, tá? _Tá bom, mas você é muito fraquinha, sabia? Ela nem respondeu. Não deu vinte minutos, ela já havia apagado. Vesti-me e fui encontrar com os meus amigos. Eles estavam embabacados com o showzinho particular. Para quem não sabe, o vídeo-link que instalei por trás do vídeo-cassete, transmitiu toda a minha trepada num raio de cinquenta metros para todas as televisões ligadas. Para ver as imagens, bastava ter acessado o canal próprio ou redefiní-lo. O que aconteceu no dia seguinte, depois da gozação com a minha "Mônica Levinsk", eu fico devendo e conto em um novo conto. Agora um recado: se você está afim de viver alguma aventura muito doida e não encontra alguém disposto a ajudá-la, entre em contato comigo.


Como você avalia este conto erótico?
Conto Erótico Anterior | Próximo Conto Erótico


Filmes Eróticos do SeuPorno.com


Chupando a buceta da loirinha

Gay filmando seu proprio penis

Loirinha sexy com um pau na boca

Gostoso como chocolate

Comedor de buceta

 

Buscas Quentes | Sex Shop | Contato