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As aventuras de trepoman - Obrigado animal

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Quem não se lembra daquela famosa partida em que o Edmundo meteu seis gols em 1997 e entrou de vez para a galeria dos maiores craques brasileiros? Pois eu tenho motivos de sobra para não esquecer aquele jogaço do meu Vascão. Marcela, uma rubro-negra amiga minha, gostosíssima por sinal, adorava fazer apostas comigo. Neste dia, a vítima seria ninguém menos que o Edmundo, que segundo ela, não jogava nem metado do que o pessoal da imprensa dizia. Marcela sugeriu que a cada gol que o Vasco levasse, seria uma caixa de cerveja que eu compraria para o aniversário da sua irmã, na semana seguinte. Cada gol que o Vasco fizesse, seria uma caixa paga por ela. Achava que apostando, estaria fazendo um bom negócio... Pensei e repensei, até topar com uma condição: cada gol do Vasco feito pelo Edmundo, seria uma peça de roupa que ela deveria tirar. Cada gol feito por outro jogador, seria uma peça que ela poderia repôr. Marcela ficou meio receosa e eu provoquei: _Mas você não disse que o Edmundo não joga nada, né? _Eu acho. _Então, por que o medo? _Ok. Mas não pode ser só eu a levar a pior. Então se o Vasco perder ou se o Edmundo não marcar nenhum gol, você vai ter que correr a nossa rua inteira pelado e de dia. Ok? _Tá. Tá valendo! Mal sabia ela que Deus tinha resolvido iluminar os pés do craque e, de quebra, o meu pau. Na hora do jogo, estávamos apenas nós dois na casa da gata! Vou descrever aquele exemplar de fêmea: Marcela é moreninha de olhinhos verdes, quase um clone da Sheila Carvalho, só que com os cabelos mais longos. Tem 19 aninhos e estava a quatro meses sem namorado, por opção óbvio. Fiquei imaginando aquele corpo curvilíneo e esbelto sem o uniforme do flamengo, que ela colocou propositalmente. Nos pés, apenas um par de chinelos rosa. Ficamos jogando buraco e bebendo licor, enquanto a partida não começava. Marcela não parecia assustada, nem mesmo com a minha cara de tarado. Ela, acho que de sacanagem, a toda hora reclamava do calor. O jogo começou e nós continuamos a beber, agora já curtindo uma cervejinha, enquanto nos enfrentávamos em uma animada partida de buraco. Algum tempo depois: "Gooolll!",gritou o locutor... "Edmundo!". Abri um sorriso e fiz um sinal para a Marcela, que tirou mecanicamente a camisa do flamengo, revelando um biquini branco que contrastava com a sua pele queimada. Pelo fato dela não ter reclamado, senti que iria cooperar até o final. Pouco depois, "Gol! É dele....Edmundo"! Olhei para a minha adversária e ela novamente não se fez de rogada. Tirou o short e deixou a mostra a parte inferior do micro-biquini. Em seu rosto, já não havia mais tanta confiança. Passado mais alguns minutos, em que ela não parecia nem um pouco a vontade, mantendo-se calada, escutamos aquele grito que tanto tesão estava me dando: "Gol! Gol! Gol! É do E-D-MUN-DO"! Dessa vez, Marcela bancou a esperta e só tirou o chinelo, argumentando que ele também fazia parte do vestuário. Fiquei meio puto, mas não falei nada. O pior é que a sacana já nem sabia mais para quem torcia direito.... "Gol! É dele outra vez". Olhei para Marcela e nada dela se mexer. Estava pálida. Levantei-me e fui para atrás dela. _Trato é trato, né? Sem esperar qualquer resposta, retirei o laço que prendia a parte superior do biquini, deixando suas deliciosas tetas livres. Marcela continuou calada, com vergonha, olhando para os bicos dos próprios seios. Peguei o copo de cerveja que estávamos bebendo naquele instante e o encostei em cada um dos seus seios, para provocá-la. _E aí, tá gostando da partida, não? _Não. _Edmundo joga muito, né? _É. Joga. Marcela estava humilhada diante daquele 4x0, como dava para perceber pelas respostas monossilábicas. Quatro gols e todos de Edmundo! Para piorar, eis que o "animal" fez logo depois o quinto gol. Observei pelo tampo da mesa de vidro que Marcela imediatamente fechou as pernas, de nervoso. _Pode tirar!_ordenei. _Espera um pouquinho!_ela pediu. _Não adianta. É agora! Foi o combinado! _Mas eu vou ficar completamente pelada. _Anda. _Tem pena de mim!?!_suplicou. _Não adianta. Nós combinamos. _Tira então você_disse ela, meio sem vontade, enquanto fechava os olhos. Voltei a me aproximar dela e soltei os lacinhos laterais do biquini. A calcinha veio para a minha mão e a sua bucetinha finalmente estava livre para respirar. Estava úmida. Marcela não tinha como negar que estava excitada. Era a primeira vez que eu estava vendo aquela coisinha linda, com um pequeno tufo de pentelhos negros tão de pertinho. Admirei os seus grandes lábios que estavam destacados. _Meu Deus, eu não posso perder mais! _Pode!_disse brincando. _Mas eu não tenho mais nada para tirar. _Tem sim. Derrepente eu corto esses pentelhinhos lindos aí. _Não, isso não. _Tá bem, eu penso em outra coisa. _Por favor. _Calma e presta atenção no jogo. E abre mais essas pernas que eu quero ver ela em detalhes_já estava me sentindo o dono da situação. Não deu outra. Edmundo, infernal, fez o sexto gol no final da partida. Marcela, com os olhos cheios de lágrimas, me perguntou o que deveria fazer. Aproveitando-me da situação, beijei-a na boca, sentindo os seus lábios macios corresponder ao meu impulso, e em seguida desci para cada um dos seus seios, mordiscando-os de leve. Coloquei-a sobre sobre o sofá da sala e pedi que ela abrisse as pernas. Obediente, Marcela abriu. Soprei e cheirei a sua xoxotinha quentinha, antes de introduzir a minha língua. Marcela começou a gostar da situação, sentindo os movimentos por toda extensão da sua racha. Depois de um tempo nessa gostosa brincadeira, ela pediu: _Vem, me come! Vem meter na minha bucetinha rubro-negra! _Então me chama de "animal"! _Vem animal! Vem penetrar na minha pequena área! Amigos, meti de uma só vez. Não é que a putinha gritou "gooool" na hora que entrou. Ela rebolava enquanto eu tentava acelerar. Marcela repetia no meu ouvido, entre um gemido e outro, "mete mais, animal"! Quando senti que iria gozar, retirei o meu caralho artilheiro da sua vagina e imediatamente o coloquei na sua boca. Marcela, ao melhor estilo Mônica Levinsky, chupou durante alguns segundos até que esporrei violentamente, como se fosse um vulcão em erupção. A sacana engoliu tudo, lambendo os lábios em seguida. Infelizmente, tive que ir embora pouco depois, pois já estava quase na hora do pai da Marcela chegar do trabalho, e como o cara é militar, eu não quero encrenca com ele. Essa foi apenas a primeira experiência sexual que rolou entre nós. Apenas uma prévia, pois nas vezes que se sucederam, passamos bastante tempo junto transando. Marcela hoje em dia já tem namorado, mas toda vez que tem jogo de futebol, ela dá um jeito de assistir aqui em casa. Quando o Vasco ganha, ela já tira instintivamente a roupa e me chama para transar. Se o Flamengo perde, ela é obrigada a liberar a bundinha também. Por isso que eu digo: volta logo, Edmundo!!!


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