As aventuras de trepoman - Paulinha vai ao shoppingFantasias |
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Continuando minhas memórias sobre a época em que namorei a Paula, vou partilhar com vocês uma experiência que aconteceu quando ela fez dezoito aninhos. Na semana seguinte a festa, fui com a minha loirinha no Via Parque, para que ela pudesse gastar a grana que ganhou do pai. Eu já tinha comprado para ela um ursão de pelúcia e um biquini que parecia da Barbie, de tão pequeno, e agora me reservava o direito de ser mero acompanhante e não mais patrocinador. Paula não demorou nem uma hora para gastar todo o dim-dim do presente, mas mesmo assim queria ver mais algumas "coisinhas". Lembrei a ela que não poderia gastar mais grana naquele dia e ela concordou a princípio, sob o pretexto de que só queria bater perna. Concordei, se não ela apelava para greve de sexo. De loja em loja fomos observando as ofertas, parando aqui e ali, e em pouco tempo eu já estava cansado de andar. Lembrei-me da loja de um amigo, no andar superior. Já que ela queria apenas olhar, pelo menos na loja dele ela teria bastante opções enquanto eu poderia colocar o papo em dia. Chegamos quando a balconista estava para sair para almoçar. Pablo nos comprimentou e liberou a menina, avisando que éramos só amigos. Paula, maravilhada com as peças, pediu para experimentar logo três roupas: dois vestidos leves e uma saia. Fiquei pensando, ela vai me deixar sem graça e vai me fazer gastar mais dinheiro, mas já estava lá... Minha gatinha fechou a cortina do provador e pude notar quando ela tirou a calça jeans, que foi parar no chão. Meu amigo, discretamente, também olhou. Sorri, para alertá-lo que não estava com ciúmes, enquanto conversávamos. Não demorou para que Paula me chamasse. Pablo foi para a parte interior do balcão verificar o pager que estava tocando, quase simultaneamente ao chamado da minha loirinha. Paula, fui obrigado a concordar, ficou uma gracinha com o primeiro vestido que experimentou. Pablo me chamou para mostrar o computador novo que havia colocado na loja. Me afastei do provador e notei que a sacana da minha namorada não fechou o vão da cortina que eu havia aberto. Sentei na frente da máquina e Pablo permaneceu em pé, ao meu lado, explicando o que havia colocado na máquina. Em certo momento, percebi que ele estava meio engasgado na explicação e ao olhar para o lado, descobri o motivo. De onde estávamos, tínhamos uma visão privilegiada do interior do provador, pelo espelho. Pablo emudeceu quando a Paula tirou o vestido pela cabeça, deixando livre suas suculentas tetas. Fingi que não tinha percebido, só para não deixá-lo sem graça. O celular tocou e Pablo teve que atender. Era a sua esposa, Marcela, no telefone. Paula me chamou novamente. Aproveitei para abrir mais um pouco a fresta. O segundo vestido caiu tão bem quanto o primeiro, para meu desespero. _Já percebi a sua gracinha!_disse baixinho. _Ah, relaxa amor. Eu não estou fazendo nada demais. _Sei. Você é uma santa. _Vai dizer que você não gosta?_provocou. Respondi com um beijo. _Amor, compra esse para mim? _Paula, você já tem um tão parecido. _É, mas esse cola bem mais no corpo. Sente como o tecido é fininho_dizendo isso, puxou minha mão até a sua bucetinha. Notei que já estava quentinha, mesmo sentindo por cima da roupa. _É mesmo. _Acho que não vou nem poder usar calcinha com ele se não marca. _Você adora me provocar...e adora gastar dinheiro também! _Ainda bem que você me entende. _Pera aí, calma! Eu não disse que iria pagar_continuei sussurrando. _Ah, é? Então eu vou fazer o seu amigo me dar ele de presente. Duvida? Fiquei sem graça, por conhecer a namorada que tinha e imaginando se o Pablo tinha ouvido aquela frase. Mas ele ainda estava no telefone... _Acho difícil_provoquei. _Espere e verá! Voltei para perto de Pablo que havia se sentado na cadeira atrás do balcão. De lá, dava para ver perfeitamente os movimentos da minha gatinha. Paula tirou o vestido e o pendurou na parede. De frente para o espelho, apertou os peitos de modo que os bicos ficassem bem durinhos. Não satisfeita, ainda observava o olhar de Pablo preso no seu corpo. Me afastei e fingi que estava apreciando umas miniaturas para que a minha tesudinha desse o seu show. Apressadamente, Pablo se despediu da esposa, alegando que havia chegado um cliente e prometendo ligar mais tarde. Vi quando Paula colocou a saia. Estava um pouco larga. _Amor, não ti falei que a calcinha iria marcar_até eu me espantei com a naturalidade com que ela falou isso. Em seguida, a retirou. Paula colocou a cara na fresta. _Pablo, você pode me trazer uma um pouco menor. Quando Pablo foi entregar a segunda saia para a minha namorada, deu de cara com ela nuazinha na cabine, com a primeira saia já na mão para devolvê-la. Fui olhar a vitrine, pelo lado de fora, enquanto o olhar de Pablo permanecia no corpo da minha gata, passeando de cima para baixo. Ela sorriu para ele enquanto vestia a saia. Pablo nem se deu ao trabalho de se afastar. _Odeio usar calcinha_disse sorridente. _Fica melhor assim_disse, meio abobalhado. _Por mim, eu andava nua o dia inteiro. Resolvi tomar parte na brincadeira e voltei para junto do provedor, antes que o meu amigo se empolgasse. Pablo, meio sem jeito com a minha aproximação, voltou para a cadeira. Ao ver minha gata tirando a saia, bati os olhos mais uma vez na melhor xoxota do mundo e não aguentei. _Pablo, com licença, mas eu vou precisar ajeitar a roupa dela aqui dentro, um instante. _Fica a vontade, mano. Entrei no provador e deixei a cortina parcialmente aberta para que meu amigo não perdesse nenhum detalhe. Fiz com que Paula prendesse as mãos nos suporte para a roupa e abrisse as pernas ao máximo. Cai de boca em sua xaninha lisinha, recém depilada, enquanto minhas mãos apertavam com vigor seus peitos. Olhei para trás e vi que Pablo se masturbava por trás do balcão. Minha língua corria da xoxota até o cuzinho. Ela estava descontrolada e me pedia para comê-la naquele instante. Por maldade, virei-a de costas e fiz com que se curvasse, deixando exposto aquele cuzinho que me enlouquecia e no qual ela quase nunca deixava eu meter. Com um pouco de raiva pelo seu mau comportamento, coloquei de uma só vez na sua bunda, puxando-a contra mim. Não pude deixar de reparar, quando uma lágrima escorreu pelo seu rosto. Ameacei diminuir a velocidade, mas ela foi enfática: _Me arromba com violência, seu puto!!! Meti até não conseguir conter o meu gozo. A respiração ofegante da minha loirinha me deixava ainda mais louco. Esporrei contra o espelho, criando um efeito no mínimo curioso. Nos vestimos apressados, enquanto Pablo também se limpava. A propósito, não é que a sacana da Paula acabou ganhando mesmo o vestido preto do Pablo, como presente de aniversário atrasado e prêmio pelo show inesquecível. |
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