As aventuras de trepoman - Quase fui preso de pau duroFantasias |
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Aproveitei que já era bem tarde e o movimento na praia já não era tão grande quanto horas atrás, para passear com a presa da vez. Ana, moreninha de vinte e três anos, seios entre médios e grandes, cabelos no meio das costas e uma vontade indisfarçável de fuder no olhar. Começamos a caminhar na ciclovia, em direção ao quebra-mar. Lamentei que a Barra tenha ficado tão iluminada nos últimos tempos, praticamente extinguindo as "brincadeiras noturnas" dos casais na areia. Nosso destino, contudo, era a Praia dos Amores, nome pomposo para um pedacinho de areia, embaixo do Viaduto, no canto do Deck. Estava com vontade de vencer a falsa timidez daquela garota, a todo custo, naquela noite. Eu estava de short, camiseta e chinelo, no melhor estilo largadão de ser. Ana, de short de laycra preto, com a carinha do badboy no bumbum e uma blusinha que mostrava claramente que estava sem sutiã. Dávamos passadas rápidas e em dado momento, passamos mesmo a correr, para não perder tempo. Em cêrca de vinte minutos, já estávamos no Deck, onde saboreamos uma água de cocô, para matar nossa sede. Saciar a sede de sexo ainda demoraria um pouco mais. Sentados sobre a madeira, um de frente para o outro, paramos para nos curtir. Beijo após beijo, carícia após carícia, minhas mãos pareciam que estavam acendendo uma fornalha em seu corpo. Ana, perdendo a noção de onde estávamos, apertou o meu pau. _Nossa, como ele está! A menininha, que passava de bicileta parou também para olhar. Fiquei constrangido pela situação e nos levantamos para fugir para o nosso esconderijo. No caminho, vimos casais se atracando no interior dos carros, com os vidros embaçados. Ana, mais desinibida, já não procurava escapar quando eu a apertava contra o meu corpo ou falava em algo ligado a sexo. Minha mão, a toda hora, apertava a sua bunda carnuda e de vez em quando dava uns tapinhas para que andasse mais rápido. Chegamos no nosso destino. No início da pequena praia, havia um barco onde dois pescadores estavam descarregando o que haviam pescado. Passamos por eles em silêncio, procurando chamar o mínimo de atenção possível. Caminhamos pela areia, passando por baixo do viaduto, e chegamos na outra extremidade da praia dos Amores. Acima do paredão, havia uma rua com algumas casas. Em uma delas, pude notar a luz de um quarto aceso. Pensei logo, só falta aparecer uma gatinha nessa janela. Ana me encostou no muro e tomou uma atitude inesperada. Ajoelhou-se a minha frente e colocou o meu pau direto na boca. _Ah, bem melhor que o canudinho_disse, de sacanagem, para me provocar. _Isso, capricha! Daqui a pouco vai ter leitinho de coco só para você. Ela chupava com uma habilidade fantástica. Na verdade, parecia até um Dom. Sua língua fazia verdadeira excursão por todo o meu monumento do prazer. Como eu não queria gozar ainda, segurei a onda da menina. Ana trocou de posição comigo. Encostou-se no muro, de frente para o paredão, e vagarosamente foi abaixando o shortinho. O fio-dental desceu junto e a sua bunda deliciosa ficou exposta aos meus olhos. A marquinha de biquini era prova de quanto sol já não bateu ali. Bem, naquele momento não era bem sol que iria de encontro a tanta provocação. _Vem. Põe aqui atrás que eu vou te mostrar tudo que eu sei fazer. Você recusaria? Eu não. Molhei meu pau com saliva e fui colocando bem devagar, pois a menina conservava a retaguarda quase intacta, tamanha a minha dificuldade. Ergui a blusa de Ana e enquanto bombava atrás, forçava os bicos dos seus seios a roçarem de encontro ao muro, deixando-a ainda mais excitada. Minha rola já havia se alojado com perfeição naquela vaga tão justa, quando um grito de guerra nos tirou a concentração. _Vamos parar com essa sem vergonhice _gritou uma velha safada, justo da janela de onde esperava ver algo interessante. Assustado, ameacei parar, mas Ana não deixou. _Vai, continua que tá gostoso. Deixa essa puta velha para lá_pediu, entre sussurros e gemidos. _Tá bom, gostosa. Sente só_aumentei o rítmo e ganhei um sorriso de satisfação. _Eu vou chamar a polícia, seus vagabundos! _Vai procurar uma piroca, sua velha escrota_gritou Ana_E você, não para! A velha sumiu da janela e nós continuamos. Gozei pouco depois, despejando o meu esperma quente no interior da minha parceira. Ana, sem nem esperar alguns segundos de descanso, deitou-se na areia e me trouxe para cima de si. Foi ela mesma que puxou o meu pau para dentro de sua xoxota cabeluda. Estava extremamente molhada e mesmo assim a penetração foi difícil. Depois que entrou tudo, Ana começou a relaxar. Ela cravava as unhas nas minhas costas e pedia que lhe desse prazer, bem gostoso. Seus músculos vaginais mais pareciam que estavam sugando o meu caralho, de tão gostosa que era a sensação. Dava para sentir o seu calor envolvendo o meu pau. Continuamos até que avisei que não dava mais para segurar. Tirei o pau da sua xoxota e ela me pediu que despejasse o gozo sobre os seus seios. Gozei enquanto esfregava a glande sobre a marca do sutiã e nos biquinhos. Quando estávamos nos levantamos, sentimos a chegada do carro da polícia no início da rua de cima. Não tínhamos como voltar, sem sermos abordados pelos policiais, que provavelmente iriam nos deter. Em silêncio, nos recompomos rapidamente. A saída foi fugirmos a nado, atravessando o canal. Minutos depois, pegamos um ônibus no largo da Barra e voltamos para casa, com roupas e documentos ensopados, mas satisfeitos por termos brincado um pouco com o perigo. |
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