As travessuras de Bocão em Itanhaém II |
|
Esse conto tem os mesmos personagens to passado, eu Careca, e meu amigo, o Boca. Tudo começou quando, nas férias nós decidimos ir para Itanhaém novamente. Estava tudo combinado apartir de um certo momento, mas na último hipótese sua mãe resolveu ir junto com agente. Agora éramos eu, Boca e sua mãe, que eu vou chamar de Angélica. Chegando lá, estava sol, e o Boca resolvemos nos trocar para ir para a praia. Dona Angélica quis ir conosco, e nós já ficamos reclamando, achando que ia ser assim a viajem inteira. De repente, sai do quarto uma nova Dona Angélica. Ela estava com um biquíni até que pequeno para sua idade, branco, realçando suas coxas, deliciosas e malhadas, seus seios não eram tão grandes, mas estavam ainda em pé, e ela era ainda morena, que era meu tesão. Fomos para a praia os três, e eu e Boca resolvemos jogar bola, enquanto D. Angélica ficou em um barzinho tomando umas brejas. Jogamos muito, e depois fomos chamar D Angélica para ir para a casa, pois estávamos com fome. Chegando na casa, eu e Boca, fomos, cada um em um banheiro tomar um banho, sendo que o banheiro que eu fui era fora da casa, sem porta. Estava sossegado, peladão, quando me entra somente de toalha no banheiro D Angélica. Me vendo no meu estado, ela pediu desculpas e saiu envergonhada, pois não sabia que eu estava no banheiro. Saí do banho e fui comer. Encontrei D. Angélica comendo também na cozinha, e me pedindo desculpas, pois ela já tinha contado para Boca o ocorrido. Após o lanche Boca foi dormir, e D. angélica, sem ser na maldade me chamou para dar uma volta na praia. Estávamos andando, eu somente de bermuda, e ela de biquini e um shortinho quando o assunto do banho voltou. Ela pediu desculpas denovo, e falou que minha rola era muito grossa, mesmo mole, bem maior que do seu filho, que ela já tinha visto. Fiquei envergonhado, mas disse a ela, com todo respeito que seu corpo estávamo nos esquemas, apesar de sua idade. Nisso, continuamos andando na praia, quando ela falou para tomarmos um banho no mar. Entramos, ela agora só de biquini, e começamos a brincar nas ondas. Numa dessas, sua mão "esbarrou" no meu pau, que ficou duro. Na outra a minha "esbarrou" em seus seios. Nossas mãos esbarraram umas 5 vezes em cada, mas não rolou nada. Ela disse que ia sair, e eu fiquei um pouco mais para sussegar o bicho que tava durão. Quando ela sai, eu vejo que seu biquíni estava transparente, na parte de baixo, pois era branco e eu acho que ela tirou o forro, pois como ela estava de short eu não persebi. Ela veio em minha direção no mar, me dar meu boné, e eu vi sua xaninha, peludinha, moreninha, através do biquíni, que se parecia muito com sua sobrinha, bem peludinha. Ela colocou o short e fomos andando devolta para casa, onde o assunto era bebida. Compramos no bar uma garrafa de vodka e fomos para a casa. Chegando lá, Boca não estava mais, onde encontramos um bilhete quefalava que ele tinha ido para o centro com uns amigos e era pra eu ir também. Primeiro eu e dona Angélica resolvemos beber um pouco, pois eu nem estava a fim de ir para o centro. Nisso ela começou a ficar tonta e como estávamos os 2 no mesmo sofá, ela caiu em cima de mim, com sua cara e mãos muito perto da minha rola, que estava dura. Ela estava fora de sí. Ela nisso, parece que desmaiou. Com isso eu me aproveito para passar a mão na mãe mais gostosa que eu já tinha visto. Começo na xaninha, que estava sujinha de areia, tiro o biquíni e começo a sugá-la, pois já estava até molhadinha. Começo a morde-la, suga-la lambé-la, tudo, quando ela acorda, comigo no meio de suas pernas. Ela pergunta o que eu estou fazendo, daí eu falei q sua xana estava suja de areia e eu ia limpá-la. Ela se revolta e fala que o meu pau que está sujo de areia, e o põe para fora e começa um boquete. Era o melhor boquete que eu já tinha tomado, parecia de puta profissional. Enquanto ela chupava minhas bolas, ela batia uma. Nisso gozei em seu rosto, e ela muito chapada, não sabia nem oque era akela porra em seu rosto. Ela, doidona, falou que queria sentir meu grossão na chana. Sem dúvidas, eu enfiei, de uma só vez, sem camisinha, sem lavar, porra nenhuma e comecei a fura-la. Meti até gozar, e como a puta gritava. Gozei e tirei, disse que queria o cú. Ela pediu para eu pegar um pote de óleo que ela tinha na bolsa para ocasiões especiais. Peguei, passei um pouco em seu cú, e comecei a meter. Dei duas sem parar, enquanto ela gemia alto. Depois da Segunda eu tirei e falei que ia tomar um banho. Ela fez o mesmo. Fomos os dois para o banheiro, e eu comecei a ensaboa-la. Comecei pelos seios, akeles bicos pequenos e pontudos, comecei a lambé-los também. Depois fui para sua barriguinha, e que barriguinha, fui descendo e quis ensaboar a bunda. Aquela bunda, junto com as coxas era o par perfeito. Comeicei a passar a mão e mordé-la, junto com a chana peludinha que estava na minha frente. Virei-a e comecei a limpar sua xana peluda. Primeiro dos lados, depois enfiei minha mão lá dentro. Era sua vez, ela começa a ensaboar meu tórax super definido, da musculação, meu super-abdome e chega a minha rola, onde começa outra capota, só que dessa vez no banho, muito mais gostoso. Falei para ela que não queria gozar, pois ia sujar tudo e o Boca podia perseber. Ela parou e me limpou. Saimos do banho, e nos trocamos de roupa. Cada um foi dormir em um quarto. Acordo, Boca estava na sala, vendo TV, e perguntou porque eu não fui para o centro, e eu respondi que estáva com muito sono e cansado. Ele nunca desconfiou de nada. |
|
|
||||