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Bacanal no meio do mato

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Na academia onde malho, tinha uma garota, tão gostosa quanto essas de capa de revista Boa Forma, por quem todos os marombeiros babavam e comentavam. Certo dia a vi conversando com o professor da academia, um grande amigo meu. Na mesma hora me aproximei e me interei na conversa dos dois, que conversavam a respeito de trilhas e montanhismo. No desenrolar da conversa marcamos uma trilha para fazermos com um pequeno grupo: ela (a gostosona), a irmã dela, o professor e eu. Quando ela foi embora o professor me falou que notou um certo interesse dela por mim. Fiquei logo de pau duro e, quando cheguei em casa, fui tomar banho e toquei uma punheta pensando naquela cavalona. Enfim chegou o dia "D"!!! Durante a subida da trilha, não pude evitar de fazer as minhas brincadeirinhas sacanas com ela e com a sua irmã, nem de olhar aquela bunda malhada, moldada por aquele shortinho de lycra, que enfiava no seu reguinho. Às vezes meu rosto chegava tão perto daqueles glúteos carnudos tão deliciosos, que podia sentir o cheiro daquela bocetinha suada e peludinha. Acho que ela fazia de sacanagem, mas eu bem que gostava. O professor não parava de rir um instante e meu pau não descia. Já estava quase agarrando as duas ali mesmo!!! Na chegada ao cume, enquanto todos descansavam, quis mostrá-la uma gruta que conhecia ali perto. Ela aceitou o convite e comecei a sentir cheiro de sexo. Era evidente que eu ia comê-la na gruta, então meu coração começou a bater mais e mais forte e meu bingulim já se preparava. Ao chegar na gruta, seu olhar foi o sinal verde. Foi como se ela me dissesse: "É agora, garotão! Vem com a mamãe, que eu vou te dar um trato." Eu arranquei o top que ela vestia e comecei a chupar seus peitinhos durinhos e suados, que cabiam inteirinhos na minha mão. Aquelas marquinhas de biquini denunciavam o que estava por vir. As marcas mais claras só circundavam os seus mamilos. Eu não agüentei! Tirei o seu short dela e percebi porque ele vivia entrando em sua bunda. Ela não usava calcinha! Deitei-a nua numa pedra, o que me lembrou um ritual de sacrifício (mas aquela tarefa não parecia sacrifício nenhum para mim). Comecei a lamber sua virilha, então senti as contrações de sua vagina. Ela estava excitadíssima e queria mais. Ela gemia baixinho, implorando para lamber sua xotinha, então eu comecei a passar de levinho a minha língua na xoxota dela. Aquilo fez ela delirar de tesão. Então eu comecei a acelerar mais e mais o rítmo das lambidas, o que a fez gozar descontroladamente e então passou a implorar para parar. Eu fiz suas vontades, mas ela já se dispusera a arrancar a minha roupa e me jogou em cima do tapete de roupas que se formou no chão e montou em cima de mim roçando sua xaninha em meu bilau. Quando ela enfiou o meu cacete em seu buraquinho quentinho ela soltou um berro de prazer e começou a amassar o meu bom-bril violentamente. Quando eu estava quase gozando, chegaram o professor e a irmã dela para ver o porque do grito, mas parece que não se surpreenderam com o que viram, pois também já havia rolado um clima entre eles e imaginavam o que acontecia. Sem timidez nenhuma, a vacona convidou-os a juntar-se a nós naquele alucinante exercício. Só foi o tempo deles arrancarem a roupa para começarem o que nós continuava-mos. Coloquei-a de quatro e, que visão panorâmica! Vi um cuzão piscando e uma boceta falando pra mim: "Vem, meu tesão!!!" Segurei firme nas suas bochechas carnudas abrindo o seu reguinho e enfiei com violência o meu cacete. Seu gemido era esperado e certo. Eu sentia suas contrações e ouvia seus gemidos de prazer quando meu cacete tocava seu colo. Quando senti que ia gozar coloquei meu membro em sua boca. Ela chupou com prazer, pois gostava do que fazia. Então segurei nos seus cabelos e gozei demais em sua boca, me contorcendo de tesão. Enquanto eu gozava em sua boca, vi meu sêmen escorrendo pelo seu pescoço. Quando meu pau já ia amolecendo e eu relaxava, senti que um par de mãos tocavam a minha bunda por trás e que meu gostoso par também gemia. Era a irmã dela que me tocava e o meu professor que comia meu par! A irmã dela assumiu o posto e não fez feio. Seus lábios carnudos completavam o serviço que sua irmã já havia começado. Quando minha verga já palpitava de tanto bater em sua garganta, eu a deitei no chão e levantei suas pernas, arregaçando sua xota. Na mesma hora em que vi aquele buraquinho piscando para mim, enfiei meu pau rasgando tudo e iniciei uma série de movimentos pélvicos que a fizeram gemer mais do que a irmã. Eu a senti gozar uma, duas, três, quatro vezes e se contorcia mordendo a mão e gemendo contidamente. Ela pediu para cavalgar em mim, pois assim ela teria o controle e não precisava ficar se mordendo para não gritar. Enquanto mudávamos de posição, toquei uma breve ciririca nela e sua boceta estava quente. Quando ela sentou na minha pica, sorria de felicidade. Ela se deitou levemente sobre mim, roçando os biquinhos dos mamilos no meu corpo, o que me excitou mais ainda e apressou o meu gozo. Coloquei-a de quatro, dei uma cuspidinha no cuzinho dela para lubrificar e tentei enfiar naquele buraquinho apertadinho. Visto minha dificuldade, ela se reclinou para trás e consegui enfiar a cabecinha do meu bilau. Daí pra frente foi moleza. Gozei bem devagarinho e então nos tornamos amigos inseparáveis.


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