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Bebendo o nécta dourado

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Naquele dia estava desejando ardentemente ser dominado, peguei o jornal e procurei entre os anúncios algum que fosse interessante. Deparei-me com um de uma dominadora morena clara e dizia ser extremamente autoritária. Atendia pelo nome de D. Jane. Liguei e ela me deu sua descrição 1,65m, 54kg, olhos e cabelos negros e os cabelos batendo no meio das costas, pés 34 e possuía todos os acessórios. Informou-me o preço da sessão e como fazia para encontra-la. Perguntou qual era minha fantasia e lhe informei que sou totalmente submisso. Marquei um horário. No horário estabelecido telefonei-lhe próximo de sua casa. Passou-me o endereço e fui ao seu encontro. Toquei a campainha, fui recebido por uma verdadeira deusa sua descrição correspondia ao que tinha me dito. Ela estava vestida com bustier de couro negro, cinta-liga negra, calcava botas negras cujos canos iam ate os joelhos e tinha na mão um chicote. "Muito bem escravo, você é pontual. Ajoelhe-se e beije os meus pés." Obedeci rapidamente. "Agora me diga o que você já experimentou em SM." Relatei-lhe ser totalmente submisso, podólatra nato, ter sido chicoteado e ter recebido pingos de vela em todo o corpo, ter sido penetrado por consolo e ter recebido chuva dourada no peito e nos genitais. Enquanto eu falava estava de joelhos e segurava um de seus pés mantendo a cabeça baixa. "Você nunca bebeu o néctar de suas Rainhas?" Não senhora, foi minha resposta. "Pois hoje você vai experimentar. Levante-se e tire a roupa." Levantei-me e obedeci. Coloquei as roupas onde me indicou e ordenou-me que a seguisse. Comecei a andar e ela virou-se dando-me uma chicotada nas pernas dizendo: "De quatro, animal." Chegando ao quarto colocou-me uma coleira no pescoço e atou-a na cabeceira da cama. "Fique quieto, volto logo" Quando retornou senti um cheiro de vela e senti o primeiro pingo em minha costas, que me arrancou um gemido. "Calado!!!" Recebi uma chicotada. "Abra a sua bunda." Coloquei as mãos para trás e separei minhas nádegas e logo em seguida senti os pingos que causavam uma dor enorme. Engolia meus gemidos e ficava cada vez mais excitado. Após mais alguns pingos senti algo roçando o meu anus. Ela começou a penetrar-me com um consolo. Como eu estava tenso a penetração estava muito difícil ela, então, deu-me uma chicotada bem forte. "Relaxa bem se não vai doer muito." Após ser penetrado ela desatou a corrente da coleira e disse: "vamos dar um passeio." Começou a me puxar pela casa fomos até uma sala onde estavam outras garotas; "Vejam meninas o meu cachorrinho ele é mansinho." Soltou a corrente da coleira e mandou-me andar por toda a sala. Depois mandou-me beijar os pés das outras garotas. Eram em número de cinco. Beijei os pés de todas. A humilhação de estar nu com uma coleira no pescoço e com um consolo enfiado no cu me excitava muito. Ela sentou-se e mandou-me lamber-lhe os pés. Enquanto eu fazia isto, uma ou outra garota montava em minhas costas, já que eu estava de quatro, ou, então, faziam o movimento de vai e vem com o consolo. Meu pinto não estava mais duro por que não podia. Ela ordenou que eu olhasse para ela e abrisse a boca. Então cuspiu dentro e ordenou que eu engolisse. Depois disso uma a uma as garotas fizeram o mesmo. Elas me humilhavam verbalmente, também, de todas as formas possível. Uma delas disse que estava com sede e fui ordenado que fosse até a cozinha e ali pegasse a água para ela. Só que o consolo não poderia sair de meu rabo. O que acabou acontecendo. Retornei com a água em uma mão e o consolo na outra. Me colocaram de quatro e enfiaram de uma só vez. "Vai receber agora 20 chicotadas por ter deixado o consolo cair, entendeu bem verme? Não quero ouvir nenhum gemido e quero que conte uma a uma agradecendo sem errar senão começaremos de novo." "S-sim senhora.." foi minha resposta. Cada uma das garotas deu 2 chicotadas e as outras dez foram dadas pela rainha. Depois pingaram cera quente em minhas costas, no pênis e no saco. No peito e até na língua. Beijei os pés delas novamente, descalços, calçados, limpei as solas das sandálias da rainha com minha boca. Limpei alguns sapatos que estavam sujos e quando ela não gostava eu era castigado. Depois disso tudo ela disse: "Venham ver para que serve um escravo." E foi me puxando para o banheiro, lá mandou-me deitar no boxe abriu as pernas sobre o meu rosto e mandou-me abrir a boca e disse: "se cair uma gota no chão você vai lamber sob chicotadas." E sem nenhum outro aviso começou a despejar o líquido dourado em minha boca. À medida que ia caindo eu ia engolindo. Ao final mandou-me masturbar e gozar em seus pés. Após o meu gozo mandou-me que o limpasse com a boca. Depois deste primeiro encontro sucederam outros até que perdi o contato com ela.


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