Brincando com a empregada |
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Eu tinha uns 18 anos quando Zilda chegou do interior pra trabalhar em minha casa. Era uma mulata de 19 anos, bem cheinha (não chegava a ser gorda), a bunda não era muito empinada mas tinha um quadril largo e umas tetonas... hummm, era isso que me deixa louco! O tempo passou e eu crescia, não era mais aquele menino bobo e começava a notar mais detalhadamente a Zilda, que sempre foi ingênua. Nessa altura já tinha 18 anos e a Zilda 21. Era uma molequinha no corpo de uma mulher, ainda brincava-mos como crianças - o que mais gostava-mos de fazer era jogar futebol. Jogava-mos no terraço sempre que minha mãe saia, pois ela ficava puta quando via dois grandalhões brincando de futebol como criancinhas. A cada dia minha libido aumentava por Zilda e numa dessas brincadeiras tudo começou. Estava-mos fazendo um jogo bem disputado e eu marcava Zilda duramente (ela estava vestida com uma camiseta branca sem sutiã - imaginem aqueles peitões balançando - e um short de fisica azul todo enfiado no rabinho), a cada drible que ela me dava eu a agarrava pela cintura e a abraçava roçando meu cacete na bundinha dela, o jogo não tinha faltas e a cada momento o ficava ainda mais emocionante. Em um dos lance acabei segurando Zilda pela camiseta e rasgando um dos lados dela, deixando um dos seios semi-nu. Ela parou o jogo pra concertar a blusa, então sugeri que rasgasse o resto, ela não topou, então eu mesmo o fiz. Ela me deu um tapa, eu retribui com outro no rosto dela e então começou a briga. Ela correndo atrás de mim, com aquelas tetonas balançando e eu louco pra que ela me pegasse. Finalmente ela consegue me pegar, me agarra e nos embolamos no chão. Ela tenta me sufocar enterrando meu rosto entre seus enormes seios, eu resisto e belisco o traseiro dela. Não encontrando outra forma de me render, Zilda apela e enfia a mão por entre minhas pernas apalpando meu membro e apertando-o. Eu dei um grito simulando dor e pedi para ela parar, então Zilda manda-me calar enfiando o bicão de um dos seios na minha boca . Só que a medida em que ela me torturava desta forma, meu cacete ia endurecendo em sua mão. Até que Zilda se dá conta do meu tesão e me pergunta dando gargalhadas: · "Que porra é essa crescendo em minha mão?"... Então ela aplica violentas palmadas em meu pau e diz: · "Mas que pintão duro é esse?... quero que diga quem manda aqui!". Eu repondi meio engasgado: · "Quem manda é você.... me solta, por favor!". Neste momento ela me solta e diz que ela iria tomar um banho e iria usar o banheiro antes de mim e me deixaria esperando. Como estava semi-nua, resolveu descer por uma árvore que existe detrás da casa. Então fui correndo pela escada, só que por pouco ela entrou antes no banheiro - mas não conseguiu fechar a porta a tempo e então forcei até que consegui entrar. Como viu que seria outra luta e já havia lhe dito que queria apenas fazer xixi pois estava muito apertado, Zilda propôs que eu fizesse meu xixi tranquilo no sanitário enquanto ela tomava seu banho. Concordei. Tirei meu pau já meio duro pra fora e me preparei pra mijar, enquanto isso Zilda tirava o resto de sua roupa e olhava atentamente pro meu corpo (ela ainda era meio inocente, acho que pensava que eu não tinha aquele pau todo, mas depois que pegou naquele volume ela ficou bem curiosa pra saber o que eu tinha dentro daquela bermuda). Ela fechou o box e começou a fazer xixi lá dentro, eu não tinha olhado ainda pra buceta dela e resolvi invadir o box. Quando entrei tomei um susto (afinal de contas ainda não tinha visto uma xoxota ao vivo), meu coração palpitava e o pau, durinho, já latejava de tesão. Era uma xereca preta e toda raspadinha. Coloquei meu pau em direção dela e mijei bem em cima do seu corpo, ela revidou lançando seu xixi em mim... que loucura. Então ligamos o chuveiro e tomamos banho juntos. Estava tremendo de tesão.... e naquela brincadeira Zilda me pede pra lavar a xoxota dela. Eu não exito e esfrego ela com carinho, logo logo ela pega meu mastro e começa a chupar com voracidade. Era o auge, a sensação era de estar sendo engolido vivo. Nos enxugamos e ficamos nus em casa. Chamei Zilda pra sala, e no corredor pedi que ela parasse pra fazer uma brincadeira com ela - aquela seria a minha primeira penetração numa buceta. Mandei que ela colocasse as mãos no joelho e se inclinasse um pouco, então encaixe a ponta do cacete (como era apertada) e atolei tudo dentro dela (como era quente aquela xota). · "Aiiiiiiiii!!"... gritou Zilda. · "Você tem um pinto muito grande pra minha buuçaaa!!.... mas não tira, tá gostoso!" Segurei os punhos dela e mandei que ela andasse até a sala, sem que eu tira-se meu pau de dentro dela. Na mesma posição joguei-a sobre o braço do sofá e comecei a enfiar mais fundo, enquanto ela gemia de tesão. O pau parecia que iria explodir e estava quase gozando. Foi quando resolvi tirar o pau de dentro (como nos filmes pornôs que assistia freqüentemente), o pau saiu pingando e ainda tentei segurar, mas não resistir e lancei um jato de porra sobre a bunda da Zilda. · "Me fode de novo!!... agora eu que quero gozar". Berrava Zilda, enquanto espalhava minha porra com as mãos sobre seu bumbum. Ela pegou meu pau e engoliu todinho. Tirava da boca todo babado com sua saliva e me masturbava, depois enfiava novamente na boca e repetia a punheta. Enquanto reerguia meu cacete (que num instante estava novamente ereto), Zilda se masturbava freneticamente. Dentro de alguns minutos ela grita: · "Toca essa siririca pra mim que quero gozar em sua mão!...." Não tinha muito jeito mas fazia com muita vontade, até que ela gozou. Nunca tinha visto uma coisa daquela, Zilda esperneava e tremia como se estivesse sentada numa cadeira elétrica, ela ejaculou seu gozo como uma mijada (nunca vi aquilo) deixando minha mão e sua buça toda melecada. Então ela me puxou pelo pau, me sentou no sofá e pediu: · "Pode me foder de novo?... me fode, por favor!!... Agora vou sentar neste pintão.... " Obedeci no ato. Ela mesmo fez tudo. Encaixou e deslizou em meu cacete como uma louca, era demais, fui à loucura. Zilda rebolava, gemia, gritava.... até que gozei. Ela estocava meu pau em sua buceta com tanta violência que não conseguir tirar meu pau pra gozar fora dela. Gozei dentro mesmo. Foi uma delícia, ela ainda me pediu pra comer o cuzinho dela, mas quando nos demos conta do que estava-mos fazendo e que a qualquer momento minha mãe chegaria, resolvemos deixar pra depois. E esta é outra história. |
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