Capim novo |
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Numa bela tarde em que estava em meu apartamento quase vazio, entregue inerente solidão de um homem descasado, nada mais me restava senão as saborosas lembranças das minhas primeiras experiências sexuais. As encoxadas na empregada bem no meio da cozinha, as trepadas com uma amiga bem mais velha, o esfrega-esfrega com a colega do cursinho era tudo o que me fazia companhia Quando, inesperadamente, o porteiro toca o interfone avisando que vai subindo uma moca com uma encomenda para mim. Era Aline, uma jovem de 20 anos no auge da sua sensualidade, secretaria de um amigo que insistia em me fazer trabalhar mesmo quando estava de ferias. Quando ela entrou, o ambiente iluminou e sentia-se o cheiro de fêmea e puro tesão no ar. Só de olhar para ela, que usava um vestido preto e justo com alças, meu cacete já deu sinal de vida. Quando ela sentou no sofá e cruzou as pernas, então, nossa, o danado do pau ficou duro na hora. Percebi, logo, que tudo aquilo que eu estava sentindo não era delírio meu. Aline também me olhava, percebera que meu cacete estava duro e ficou com os bicos dos seios durinhos só de olhar. Para conferir se ela estava realmente a fim de transar, sentei a seu lado enquanto conversávamos sobre trabalho e fui colocando a mão no seu ombro, na sua nuca e ela ficou toda arrepiada e parou de falar. Aproveitei a deixa e dei-lhe um longo beijo. Nos dois ficamos ofegantes quando nossas línguas se tocaram. A essa altura já estávamos deitados no sofá e eu tinha acabado de tirar o seu vestido preto. Tirei também as meias, a calcinha e o sutiã, todo da cor do vestido, e mergulhei naquele corpo jovem. Beijei seus seios, demoradamente, passei minha língua por todo o seu corpo quente que se contorcia de tanto tesão e fui descendo com a minha língua até sua vagina. Afastei seus grandes lábios e comecei a lamber e chupar seu grelo, enquanto ela se molhava toda de puro prazer. Pediu que eu fizesse movimentos mais rápidos e foi gemendo, gemendo até gozar deliciosamente. Pensei, então, que ela iria dormir um pouco mas me enganei. Aquele gozo era apenas o aperitivo para Aline que agarrou o meu caralho e começou a lamber e a chupar a rola dura, do saco até a glande com a maestria de uma mulher bem mais velha, não de uma garota de 20 anos. Louco por possui-la, coloquei-a de quatro e enterrei meu cacete naquela xana gostosa e super molhada. Conforme ia me mexendo devagar dentro dela, quase a torturava de tesão bolinando seus seios. Foi quando Aline não agüentou mais, acelerou o ritmo e só parou quando começou a gozar loucamente no meu pau, que passei a enfiar inteirinho até gozar também plenamente. A partir deste dia eu e Aline temos nos visto sempre e nossa transa tem sido cada vez mais ardente, apesar da nossa diferença de idade, tenho 45 e ela 20 anos. |
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