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Código de Trânsito uma história real

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Fiquei impressionada com a ferramenta do guarda. Era comprida e tinha as veias bem saltadas, e estava toda lustrada, brilhando naquela luz fraquinha. Os dois punhetavam devagar, me admirando e falando obscenidades. Sem dizer nada, cheguei mais perto deles e abri a blusa toda. O sargento pediu para encostar o pau no meu peito, e eu respondi que só se eles me deixassem ir. Ele moveu a cabeça e levantou, me fazendo sentar na cadeira. Foi se aproximando e encostou o cacete nos meus peitos. Eu senti aquele ferro em brasa se esfregando no meu mamilo, o cheiro forte que exalava... Deixei ele esfregar para cima e para baixo, até que não agüentei e me ajeitei para deixar aquele pau na altura da minha boca. O sargento tomou um susto quando encostei meus lábios no seu caralho pegando fogo... mas rapidamente se aproveitou e empurrou a pica para dentro, para inveja do colega. Eu não tinha mais como disfarçar o tesão daquele momento. Passei as mãos por trás dele e puxei seu corpo para perto, enterrando o cacete na minha boca. Minha língua dançava na cabeçorra do sargento, experimentando o gosto salgado daquele pau. Depois de me foder na boca, ele tirou o caralho e disse: Gostosa, chupa só a cabecinha!! Eu segurei a base da pica com uma mão e de leve encostei a língua na ponta... Ele gemeu alto, enquanto eu envolvia a cabeça inteira com a boca. Cuspi naquela cabeça rosada e passei a apertá-la de leve, roçando a língua de vez em quando. O sargento urrava de tesão e o outro guarda punhetava feito um louco. Então o outro policial disse que não agüentava mais e trocou de lugar com o sargento, que arriou as calças e ficou só de cuecas assistindo tudo. O guarda parou na minha frente e apontou aquela lança enorme para mim. Eu fiquei maravilhada com o tamanho daquilo. Levantei e me agarrei no policial, sentindo a geba dele se enfiar entre as minhas pernas. Ele arrancou meu soutien e caiu de boca nos meus peitos, sugando com violência, mordendo feito um animal. Minha boceta estava alagada! Com algum esforço o afastei e comecei a tirar a calça. Ele estava bobo. Abaixou a calça também, enquanto via minhas pernas bem torneadas... Aí eu pude ver que o guardinha era muito bem dotado mesmo. Ele sentou numa cadeira... Da calça pegou uma camisinha e jogou para mim. Eu abri afoita e me ajoelhei entre suas pernas. Segurei aquele caralho majestoso, que cheirava bem forte e soltava uma gosminha na ponta, e vesti a camisinha devagar. Ele gemia gostoso, e me deixava com ainda mais tesão. Quando vi aquela pica vestida, brilhando, subi na cadeira e sentei sem pensar duas vezes. O cacete encostou na minha boceta, mas não entrava de tão grande. Ele mamava meus peitos e empurrava o pau para cima, até que enfiou metade. Doía no começo, mas logo passou e eu só sentia aquele membro quente recheando minha vagina. Cada vez ia mais fundo, parecia não ter fim, além de ser grosso como um canhão. Olhei para trás de relance e vi o sargento, que nem punhetava mais, só admirava o espetáculo. Depois de atolar o cacete inteiro em mim, o guarda me segurou pela cintura e começou a estocar. Primeiro cadenciado, me fazendo sentir bem o vai e vem... depois, me fodeu como uma cadela, metendo sem piedade, alargando meu buraquinho ao máximo. Eu adorava aquela rocha me invadindo e gritava: Me fode assim, bem gostoso! Mete bem fundo, não para! Nem percebi a aproximação do outro, que encostou o pau no meio das minhas costas. Fiquei ainda mais tesuda... Eu mexia os quadris para ajudar o guarda a me arrombar. De repente, o sargento começou a baixar o pau, baixar... e já estava descendo pelo meio da bunda. Acho que nunca senti meu cuzinho piscar tanto. Que saudades de ver meu anelzinho se abrir. Ele nem me preparou. Deu uma cuspida bem abundante e meteu com vontade. Gritei tão alto que fiquei com medo dos outros policiais aparecerem. A cabeça era muito grande e arregaçou meu rabinho na entrada. Eu fiquei um tempo me acomodando, mas logo voltei a sentir aquelas ondas de tesão se espalhando. Duas varas quentes em mim eram demais. Gozei abundantemente... Aí os dois começaram a se mexer. Eles não tinham sincronia, metiam alternadamente, depois ao mesmo tempo. De vez em quando um escapava, mas logo metia de novo, alargando mais meus buraquinhos. Eu estava ensopada, de tanto tesão que sentia. Nem lembrava mais do carro, só pensava naqueles dois caralhos e nos meus amantes uniformizados. Eu rebolava com dificuldade, sentindo as picas me rasgando, e adorava aquilo. O sargento disse: Que cuzinho apertadinho! Vem, engole meu pau, assim... E meu rabinho engolia aquele cacete gostoso. Ficamos assim por algum tempo, até o guarda mais novo começar a gritar: Ai, sua putinha, vou gozar na sua boceta cheirosa! E eu respondi: Goza, goza em fundo em mim... Eu podia sentir as explosões dentro da minha boceta, apesar da camisinha...Vendo que o amigo tinha gozado o sargento tirou a pica do meu cu e me jogou de bruços na mesa. Só de imaginar o que ele ia fazer, eu via estrelas. Eu estava toda arreganhada ali. O sargento encostou a cabeçona no meu rego e foi ajeitando, ajeitando. Quando encaixou no anelzinho, enfiou com força, arrancando minhas pregas. Daí em diante, ele não parou de mexer, fodia como um tarado, metendo e tirando, metendo e tirando... Quando ele disse que ia gozar, eu não agüentei e apesar de algum nojo, pedi: Goza na sua putinha! O sargento sacou o pau, tirou a camisinha e apontou para as minhas costas. Foram jatos seguidos, de porra quente e grudenta, que não acabava mais... Eu tremia de tanto tesão, meu cuzinho piscava como nunca. Fiquei ali por um bom tempo, aproveitando as sensações. O policial mais novo se insinuou e logo estava com a geba na entrada do meu rabo! Eu fiquei maluca, queria sentir aquela rola enorme enchendo meu cuzinho. Ele bem que tentou, mas eu tinha trancado o anelzinho. Não entrava de jeito nenhum. Ele brincou um pouco esfregando ali e depois me comeu na boceta mesmo. Quando já ia gozar, me levantou, me botou de joelhos e afundou a pica na minha boca. Um creme delicioso jorrou nos meus lábios, depois no queixo e no pescoço... O sargento, de pau duro, veio e disse que era melhor sairmos. Vestimos nossas roupas e saímos, os dois na frente e eu pouco depois. Fui direto para o carro. Liguei o motor, engoli o restinho de porra que tinha na boca, respirei fundo e dirigi para casa, ainda com as pernas tremendo. Passei o dia pensando se tinha exagerado, agido como uma puta... mas agora lembrando do tesão que senti, dos orgasmos que tive, sei que valeu a pena.


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