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Como me tornei uma escrava do sexo

Femininos 16551 visualizações

 

Depois do último ocorrido meu relacionamento com Hugo aparentemente melhorou, ou pelo menos amenizou por uns meses as nossas brigas consecutivas, eu já estava trabalhando na multinacional como secretária executiva e passei a ter uma renda mensal como nunca tive antes, e consequentemente me tornei mais independente, essa independência começou a incomodar Hugo, eu no fundo sabia que nosso relacionamento não duraria por muito tempo, eu ainda o amava, porém estava conhecendo novas pessoas, lugares e estava mais atenta ao meu lado profissional, descobrindo novos valores e definindo objetivos para a minha vida, passei a viver pela primeira vez na vida uma independência financeira que não tinha antes, passei a olhar com mais interesse para outros homens com quem passei a conviver no trabalho, e a comparação era inevitável. Eu passava por um momento de solidão, já que Hugo não estava tão presente como antes, sem amigas, exceto as do trabalho, minha irmã se distanciou de vez de mim, me sentia muito sozinha, até que em meados de Junho conheci Vanessa, a nova moradora de meu prédio, ela tinha 18 anos, branca com uma pele linda, olhos verdes, cabelos lisos pretos, corpo malhado, cintura fina, bundinha arrebitada, uma verdadeira princesa, nos conhecemos no elevador e ela morava um andar abaixo do meu, passamos a ser amigas, ela estava solteira, tinha terminado um relacionamento de 6 meses, e dizia que estava difícil encontrar alguém que despertasse seu interesse, porém afirmou que isso não a incomodava, que tudo tinha a hora certa para acontecer. A cada dia que se passava a nossa amizade tornava-se mais sólida, apresentei Vanessa ao Hugo, ele como sempre ficou deslumbrado com a beleza dela, ela até que passou a sair algumas vezes com a gente, eu notava que Vanessa não se interessava por nenhum homem durante nossas noitadas, e olha que ela recebia várias cantadas em todos os lugares. Comecei a sentir um carinho diferente pela minha amiga, ela passou a dormir em minha casa durante os finais de semana e vice versa, minha irmã viajou para fazer um intercâmbio fora do país, meu pai aparecia uma semana por mês, e meu irmão trabalhava e estudava sem parar, quase que eu não o via, Vera casou e outra empregada estava morando conosco, então me sentia dona daquele apartamento. As confidências sexuais não demoraram a surgir entre eu e Vanessa, ela me falou que perdeu a virgindade no final do ano passado com seu ex namorado, porém ela se decepcionou, pois ele havia sido muito rude, pensou apenas no prazer dele mesmo e ela se sentiu usada, esse foi um dos motivos mais fortes para o término do namoro, e depois desse fato ela passou a sentir um certo receio dos homens, generalizou sua primeira experiência, achando que todos eles são iguais, conversei com ela, tentando explicar que nem todos são assim e que um dia ela encontraria alguém que lhe fizesse feliz e lhe desse prazer do jeito que ela imaginava, ela falou que enquanto isso não ocorria, o jeito era se limitar a ver filmes eróticos, ler revistas, se masturbar sozinha. Esse seu relato me deixou confusa e com tesão, fiquei louca, pois ela estava com a cabeça deitada sobre minhas coxas e eu acariciava seus cabelos enquanto ela me relatava sua vida sexual, para apimentar a conversa contei um pouco de minhas transas com Hugo, e depois sentindo que a deixei excitada, a convidei para dormir comigo na cama de meu pai naquela noite, nos despedimos com um beijo na testa, dormi apenas de calcinha e blusa, e ela de short e camiseta. Acordei e vi que Vanessa me abraçava por trás, e sua coxa estava sobre a minha, depois daquela noite eu estava decidida a conquistar aquela princesa. Ela continuou saindo com mais freqüência conosco, não contei nada a Hugo sobre meu misto de sentimentos relativos a Vanessa, porém certa noite ele me perguntou se eu estava apaixonada por aquela menina, pois meu comportamento havia mudado, e ele sentia que algo estava no ar, apenas respondi que ele seria o primeiro a saber quando algo acontecesse. Chegou o dia em que tudo aconteceu, sem eu planejar nada, Vanessa se entregou as minhas carícias, era Sábado a tarde e eu estava sozinha em casa, chovia muito lá fora, ouvi a campainha tocar e nem imaginei quem era, quando olhei pelo olho mágico vi Vanessa encharcada, abri rapidamente a porta: " Ivana estou sem chave e não tem ninguém em casa, peguei essa tempestade voltando do cursinho, vou me enxugar e me trocar aqui, antes de pegar um resfriado!", de imediato respondi: " Claro meu amor, entra vamos para o meu quarto.", a roupa dela estava tão molhada que grudava ao seu corpo, evidenciando seus peitinhos intumescidos de tanto frio, com os olhos eu percorria seu corpo dos pés a cabeça, sugeri que ela tirasse a roupa molhada, peguei uma toalha para ela e eu mesma comecei a passar em suas costas para secar, ela disse que não precisava que ela mesma trocaria de roupa e se secaria, eu insisti e fui levantando sua blusa tirando seu soutien encharcado, seus seios saltaram lindos e durinhos, passei lentamente a toalha pelos seus seios, elogiava seu corpo dizendo que seus seios eram lindos, tirei sua calça de ginástica e a deixei só de calcinha, passei a enxugar suas pernas e costas, me posicionei atrás dela e fui tirando lentamente sua calcinha, deixando sua bundinha a mostra, senti que ela se arrepiou, pedi para ela deitar na cama enquanto eu iria buscar uma roupa para ela, quando ela se deitou de frente para mim, eu disse que precisava enxugar ela melhor, joguei a tolha no chão abaixei a cabeça e comecei a passear com a minha língua no seus mamilos, Vanessa se assustou, tentando me afastar, eu disse para ela relaxar, pois eu a desejava a muito tempo, comecei a acariciar seus bicos e mordiscá-lo com a minha língua. Minhas mãos passeavam pelas suas coxas, deixando-a completamente arrepiada, alcancei sua bundinha farta e ela já aceitava passivamente as minhas carícias e se inclinou beijando-me a boca afoitamente, minhas mãos já alcançavam sua bocetinha e abria suas pernas, deitei e comecei a beijar seus pêlos úmidos e seu sexo que estava inchado, mordisquei de leve seu clitóris e senti que ela começava a estremecer convulsivamente até explodir num orgasmo louco, enfiei um dedo na sua xoxotinha apertada, ela pediu para parar pois estava doendo e que ela já havia me dito que só tinha dado a boceta uma vez, tirei o dedo lambuzado com seu mel e dei para ela lamber, ela chupou meu dedo como se fosse um pirulito, tirei minha roupa e pedi para ela me fazer gozar, ela alegou que não sabia como, pois era a primeira vez que estava com uma mulher, eu apenas disse: "Apenas use sua língua no meu grelo e seu dedo na minha boceta.", abri bem as pernas e projetei sua cabeça junto de minha xoxota, ela começou com tímidas lambidas meio desajeitada, mas não demorou a se acostumar com o gosto e a chupar como uma profissional, gozei demais e lhe dei um beijo. Ela me pediu desculpas se sentindo culpada, eu disse que tinha sido muito gostoso e que eu havia adorado pois o desejo de possui-la estava contido em meus pensamentos desde a primeira vez que eu a vi, Vanessa falou o quanto queria um homem para deflorar de vez sua vagina, pois ela ainda se considerava virgem. Eu sorri e disse que tinha esse homem, e que este homem era o meu namorado e que eu não me incomodaria de ver ele deflorando sua bocetinha semi virgem. Tratei de preparar uma festinha na Sexta feira seguinte, chamei Vanessa para jantar comigo e Hugo e bebermos alguma coisa, eu estava só em casa, jantamos e fomos para o meu quarto, onde começamos a beber vinho, como ela não era acostumada, não demorou para ficar mais solta e alegre, o som rolava solto e Hugo a puxou para dançar, ele colou seu corpo no dela e passava as mão nas suas costas até a base da espinha, eu assistia a tudo excitada, senti que ela não estava agüentando mais cedendo as carícias de Hugo que se esfregava no corpo dela, e beijava-lhe a orelha, quando percebi que havia chegado o momento, sugeri que Hugo carregasse Vanessa para o quarto do meu pai. Ele a carregou no colo, beijando o pescoço dela e a boca, ela correspondeu passivamente, no caminho tratei de ir tirando o vestido de Vanessa deixando-a só de calcinha, sentamos ela na cama e ficamos admirando a beleza daquela ninfeta, até que eu me aproximei e retirei sua calcinha, ajoelhei entre suas pernas e passei a chupar aquela bocetinha, ela abriu as pernas para facilitar a chupada, Hugo teve que segura-la, tal a fraqueza que ela sentiu quando atingiu o orgasmo. Deitei ela na cama e resolvi pegar o vinho e o gelo que estava no meu quarto, disse a Vanessa para não ter medo e confiar em mim, amarramos seus pulsos nas laterais da cama, vendei seus olhos com uma camisa, a cena era erótica demais, ela estava linda, peguei uns cubos de gelo e passei a deslizar sobre seu corpo, Hugo se encarregou de molhar seus pés e coxas, eu passava gelo nos seus lábios e seios, seu bicos estavam durinhos, espalhei pela sua barriga e troquei de posição com Hugo, que aproveitou para lamber seus peitinhos, ela se contorcia e gemia, passei gelo na parte interna de suas coxas e fui enfiando uma pedra na sua xoxota, o gelo foi deslizando para dentro de sua gruta, Vanessa se debatia e começou a implorar para ser penetrada logo, derramei um pouco de vinho na sua xoxota e passei a chupa-la outra vez, Hugo desamarrou seus braços e tirou a venda de seus olhos, viramos ela de bruços, passei gelo nas suas costas descendo e molhando seu corpinho até chegar na bundinha, ela empinava e rebolava lentamente, Hugo sussurrava : "Assim rebola, não para de rebolar putinha", molhei seu buraquinho com gelo e abrindo bem seu cuzinho enfiei minha língua acelerando as lambidas no seu anel virgem , ela enlouqueceu, continuava implorando pela penetração, mas Hugo se postou na frente dela encostando seu membro naquela boca de anjo, ela o abocanhou gulosamente, chupando e sugando sua glande, eu passava a língua no seu cuzinho e enfiava um dedo na sua xoxota, ela tremia, estava tendo espasmos, depois de lubrificar bem o pau do Hugo, viramos ela de frente outra vez. Ela abriu bem as pernas e Hugo ajeitou seu mastro para iniciar a penetração, ele foi forçando com dificuldade, eu fiquei mimando minha gatinha para ela relaxar, beijava-lhe a boca e chupava seus peitinhos, Hugo continuou devagarinho até que com uma estocada só enfiou tudo dentro daquele buraquinho quase virgem, ele aumentou o ritmo e Vanessa se debatia na cama, sentei com a minha xoxota na sua cara, ela me chupou freneticamente, Hugo a penetrava vigorosamente, não demorei muito a gozar na boca de minha princesa, me retirei de cima dela e quando Hugo tirou o pênis de dentro gozou sobre seu rosto e seios, eu enfiei um dedo no seu cuzinho, ela explodiu num orgasmo louco com meu dedo no seu buraquinho, então começamos a lamber o sêmen sobre seu corpo, foi fantástico. Tomamos banho juntos, ensaboamos todo o corpo de nossa ninfeta, pedi para ela se apoiar com as mãos sobre a parede e empinar a bundinha, pois com sabonete eu iria alargar um pouco seu cuzinho, ela ficou inclinada e sua bundinha exposta para a gente, enfiei um dedo que entrou com facilidade devido a ação do sabonete, escutei um gemido de dor, comecei a fazer movimentos de entra e sai com meu dedo, quando senti que estava bem alargado enfiei outro dedo e esfregava minha boceta na dela, preparei seu anel para a penetração de Hugo, ela disse que não sabia se estava preparada, mais não deu tempo dela se sair, Hugo foi enfiando lentamente e eu a segurava pelos quadris, Hugo sentiu quando entrou tudo e começou a dar estocadas um pouco mais forte, Vanessa passou a gritar de dor e gemer, eu a provocava dizendo: "Calma gatinha, meu amor, aproveita esse pau na bunda e rebola, esta gostoso não está, isso rebola putinha." Quando Hugo tirou o pau de dentro do cuzinho de Vanessa ela sentou no chão do boxe e ele soltou seus jatos de porra na sua cara e boca, passei meus dedos sobre seus lábios oferecendo aquele leite para ela, Vanessa teve mais um orgasmo. Hugo foi embora e depois eu e Vanessa conversamos bastante, ela se dizia satisfeita e me perguntou se eu não me incomodava vendo meu namorado com ela, eu respondi que aquilo era uma fantasia antiga nossa e que ela tinha sido a pessoa perfeita para a realização de nossas fantasias, ela me agradeceu, depois confessei a Vanessa que meu namoro estava desgastado e que eu estava apaixonada por ela, não que eu fosse lésbica, mas que ela me irradiava um fascínio fora do normal, e que eu estava prestes a romper de vez com Hugo. Os meses se passaram e Vanessa continuou participando de nossas transas, porém chegou o fim, descobri que Hugo estava com outra mulher fazia 3 meses e que ele não me queria mais, talvez esta descoberta chegou em boa hora, pois eu também já não o amava como antes, rompemos nosso relacionamento e poucas semanas depois soube através dos jornais que ele estava noivo, aquilo acabou de vez com a esperança de reatarmos nosso namoro. Vanessa e eu continuamos amigas até hoje, e toda vez que dá vontade a gente se ama, porém ela tem um namorado que nem desconfia de nossas transas, ela diz que os papeis ainda vão se inverter e dessa vez eu é que vou realizar as fantasias do namorado dela, e quanto a mim, estou muito bem e sozinha, apenas um homem aqui, outro ali, nenhum que me domine como Hugo me dominou.


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