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Contos Eroticos

Companheiros inseparáveis

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Sempre fui leitora assídua destes contos, mas nunca tive a coragem nem de pensar em relatar os segredos de minha vida, mas com muita relutância resolvo relatar algo que me ocorreu quando ainda era uma garotinha e que veio mudar minha vida. Quando da minha primeira menstruação, eu tinha 12 aninhos, faltava um mês para o meu aniversário, quando faria 13, eu tinha um amiguinho da mesma idade, o qual vou chamar de Marcio, no qual eu depositava a maior confiança, e a recíproca era verdadeira, nós vivíamos em nosso mundinho, sem a presença de outras crianças a nos atrapalhar. Éramos companheiros inseparáveis em todas as brincadeiras e confidências, sem pintar a mínima malícia entre nós ou mesmo nos envolvendo, porém naquele dia tudo começou a mudar. Estávamos brincando de casinha nos fundos de minha casa, a qual fazia divisa com a Igreja que era também um seminário, e senti molhar minha calcinha e o Marcio ficou assustado dizendo que eu tinha me machucado, eu olhei e vi o sangue manchando o tecido fino que cobria minha já púbere bucetinha, fiquei atônita e rancando minha calcinha pedi para o Marcio ver se conseguia notar algum ferimento, o que ele fez na maior naturalidade, passando seu dedo por toda minha bocetinha que me arrepiou na ora, porém o que mais nos surpreendeu foi o padre Felipe que nos vendo pela cerca disse que aquilo era pecado e que ele iria contar para nossos pais, e nos ordenou que passássemos pela cerca e fôssemos ate a saleta dele para conversarmos. Após explicarmos todo o caso, ele nos repreendeu e falou que ele iria nos absolver mas que deveríamos cumprir com as tarefas que ele ia nos dar. A primeira delas foi para que eu fosse embora e ele iria conversar com o Márcio, mas que eu não abrisse a boca com ninguém, senão ele contaria para nossos pais. O Marcio não me contou o que ocorrera naquela conversa, a qual se repetia dia sim dia não por um período de mais ou menos um mês, quando foi meu aniversário, porém ele me contou depois de uns três anos, dizendo que havia sido submetido a todo tipo de abuso sexual, sendo que naquela primeira conversa ele teve que chupar o Pe Felipe e ainda dar o cuzinho pela primeira vez, o que tinha feito ele desmaiar por tamanha dor que sentira, mas sendo recompensado com uma enrabada que ele deu no padre logo que se recuperou, mas foi a única vez que ele comeu o padre; bem, voltando à minha história, no dia seguinte eu tive que ir falar com o padre, o qual me recebeu muito sorridente e solícito, me dando a maior atenção, ao entrar-mos em sua sala ele a trancou e disse para eu mostrar o que havia mostrado para o Marcio, e ao me despir ele viu que eu já usava um modes, e perguntou se doia o local que sangrava, eu disse que não, mas que era incomodo, ele então me sentou em seu colo e começou a passar seu dedo enorme e grosso em minha bocetinha que ficou toda molhadinha sem eu saber o por que, em seguida ele me colocou de quatro sobre um móvel e passou a esfregar seu dedo também no meu cuzinho, eu permanecia calada e ele afirmava que era tudo parte do processo de perdão que ele estava me dando. Quando eu estava relaxada ele introduziu seu dedo no meu cuzinho e eu gemi de dor, pois seu dedo era grosso e grande, quando eu ia passar a chorar ele me disse para não chorar pois iria quebrar o processo e que não seria bom ter que falar para meus pais, permaneci imóvel diante destas afirmativas. Ele pegou minha mão e levou até seu pau, que era muito mais grosso e maior que seu dedo e apertou minha mão em volta dele, não sei por que mas eu passei a gostar da idéia, então ele pegou minha nuca e forçou minha cabeça em direção daquela coisa que eu nunca tinha visto igual (tinha 22cm - medidos em uma reguinha depois de muito tempo), e eu chupei até ele gozar abundantemente em minha boca, quase me afoguei com tanta porra, depois disto ele pediu para eu ir embora e rezar umas rezas que me indicara, e que eu deveria voltar dois dias depois (o próximo dia seria do coitadinho do Marcio). As seções se repetiram dia sim dia não, por uma semana, até que naquela Segunda feira a coisa foi diferente, pois o Pe Felipe passou a brincar com minha bucetinha e introduziu seu dedo nela, fazendo verter um pouquinho de sangue, mas sem muita dor, apenas um ardidinho, em seguida ele me deitou de costas e ergueu minhas pernas e as abriu, deixando minha bucetinha toda escancarada, ele tirou seu caralho de dentro da batinha e posicionou na entrada da minha grutinha, e eu vendo aquilo disse que não ia entrar que iria me machucar e coisas assim, mas foi tudo em vão pois ele forçou e a rola começou a entrar, me rasgando e provocando uma dor aguda que me tirou a respiração e quase me fez desfalecer, enquanto ele tentava se alojar inteirinho na minha bucetinha, ele revesava a sua boca entre meus seinhos pequeninos ainda e a minha boca, com beijos sufocadores, quando ele conseguiu entra todo em mim, eu já não aguentava mais e choruminguei baixinho em seu ouvido, pois a dor era muita, porem ele disse que eu iria me acostumar e iria se transformar em prazer, e que eu iria pedir mais, logo em seguida ele gozou dentro de mim, o que me inundou inteirinha, e ele me deu um banho na banheira que tinha no seiu banheiro, dando maior atenção para minha bocetinha, que estava toda vermelha pelo esforço que havia feito. Na seção seguinte ao entrar na sala do padre Felipe, me deparei com o padre acompanhado pelo seminarista Augusto, que tinha 19 anos e também com o padre Euzébio de 48 anos, eu disse que voltaria mais tarde, porém o padre Felipe disse para eu entrar e fechar a porta, eu gelei na ora, mas fiz o que ele mandou e ele disse para tirar toda minha roupa pois eles iriam fazer uma seção mais completa aquele dia, mas eu ainda estava ardida e senti que iria me machucar mais ainda, mas fiquei quietinha, então ele ordenou que eu chupasse o Augusto, que tinha um pau menor que do Pe Felipe, mas também grande 19cm e bem mais fino, e eu fiz tudo que tinha mandado, enquanto isto ele lambia minha bucetinha e principalmente meu cuzinho, dizendo que hoje ele receberia um prêmio extra, e o Pe Euzébio somente olhava; depois que o Augusto gozou na minha boca, muito menos que o Felipe, eles me colocaram deitada na posição para ser fodida, e o Pe Felipe veio e me possuiu, ainda com dificuldades pois eu ainda sentia dor, ele me abraçou e sem tirar a rola de dentro de mim ele se virou de forma que ele ficou por baixo e eu passei a cavalgar aquela rola que naquela altura já me dava prazer, e o que eu não esperava aconteceu, o Augusto veio por traz e posicionou seu pau na entrada do meu cuzinho e eu quis reclamar, mas o Felipe me abraçou e me segurou firme contra seu corpo, deixando minha bundinha toda exposta para o Augusto, que pegando um óleo me lambuzou o cuzinho e forçou a entrada de seu caralho, doeu muito pois eu nunca tinha sido fodida na bunda e ainda estava com o caralhão do Felipe todo dentro da minha bucetinha, e agora estava sentindo os dois caralhos se encostando dentro de mim, doia muito, mas o Augusto gozou logo e me livrei dele, somente o Felipe não se cansava e continuava me fodendo, senti que Augusto havia se recuperado, pois seu dedo estava untando meu cuzinho com mais óleo ainda, quando senti o posicionamento da cabeça da rola no meu cuzinho eu relaxei para não doer muito, porém para a minha dolorosa surpresa não era o Augusto, e sim o padre Euzébio que tinha uma rola muito maior e mais grossa (26x6) que fez com que eu desmaiasse, acordando com o pau ainda cravado no meu cuzinho, mas sem o padre Felipe, e o Euzebio disse que só estava esperando eu acordar para me foder gostoso, e é o que ele fez; nunca senti tanta dor como aquele dia, mas nas vezes seguintes ficou muito bom e passei a recebe-lo também em minha bocetinha que se arreganhava toda quando entrava aquela rola. Muitas outras fodas incriveis aconteceram, envolvendo inclusive meu amiguinho Márcio, mas isto é assunto para outro dia.


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