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Contos Eroticos

Do amigo Português

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Queria agradecer a você pelos conselhos dados à cerca da iniciação no sexo anal. A principio sempre fui bastante renitente neste tipo de sexo, e por isso nunca o tinha proposta à minha namorada. Foi então que ao ler a sua mensagem, fiquei curioso em experimentar. No início minha namorada não se mostrou muito entusiasmada com a proposta, pois ela sempre foi um pouco renitente a novas experiências. Ao fim de várias insistências da minha parte, ela acabou por ceder num fim de semana em tínhamos saído com uns amigos até uma discoteca. Nessa noite ela tinha bebido um pouca e estava muito alegre e excitada, e me segredou ao ouvido no meio de todo o barulho ensurdecedor da pista, “ Amor, hoje eu quero experimentar no cuzinho !”. Nessa altura eu fiquei pasmado, pois depois de tanta insistência da minha parte, eu até já tinha desistido. Continuamos a beber, mas eu já estava tão louco por sairmos para finalmente experimentar uma coisa nova que estava matucando na cabeça à tanto tenpo, que manifestei à minha namorada que me queria ir embora dali. Ela estava gostando da festa e insistiu para ficarmos mais o pouco, então eu disse-lhe que não aguentava mais de tanto tesão pelo que me tinha dito à pouco. Ela então massajou o meu pau, e reparou que eu não estava brincando. Nessa noite, ela parecia estar com o cio, pegou ma minha mão e me disse que iria remediar a minha ansiedade... Ela então me levou para o andar de cima e fomo-nos sentar num sofá que ficava, na esquina, num lugar bastante discreto. Trocamos então uns beijos enquanto ela ia passando as suas mão pelo meu peito, descendo então até às minhas calças. Eu estava um pouco constrangido, pois tinha medo que nos vissem. Certifiquei-me que ninguém estava reparando em nós, pois havia pouca gente por perto, e no meio da escuridão passávamos desapercebidos. Fiquei então mais à vontade. Ela então desapertou minhas calças e foi de encontro ao meu caralho, que ardia de tanto fervor. Ela então me fez uma punheta que me pôs ainda mais doido. Eu nessa noite não a reconhecia pois ela estava mais ousada que nunca. Peguei-a pela nuca e suavemente a dirigi para o meu pau que estava louco por receber na sua glande, aquela boca faminta. Enquanto massajava os meus colhões ia devorando o meu pau num vaivém desenfreado. Suas mão me apertavam as bolas suavemente, obrigando-as quase a entregarem o seu líquido. Quando eu estava prestes a explodir obriguei-a a parar, pois não queria inundar a sua boca com o sémen que eu desejava reservar para o seu cuzinho virgem. Então depois de me recompor levantei-me repentinamente e peguei-lhe pela mão e obriguei-a a me seguir, e saímos apressadamente da discoteca sem nos despedirmos dos nossos amigos. Fomos então para o apartamento dela. Eu estava ansioso para finalmente poder perfurar o seu buraco virgem que tanto me tinha enlouquecido. Fomos para o seu quarto e nos despimos rapidamente. Ela estava meia embriagada e se sentou na cama de pernas abertas massajando o seu clitóris e olhando para mi com cara de uma cadela em cio enquanto eu me masturbava olhando para aquela mulher que eu nem reconhecia de tanto ardor. Aproximei-me dela de joelhos sobre a cara e dirigi meu pau para sua boca, ela beijou ardentemente a minha glande enquanto olhava para mi, dizendo “Prometes que vais Ter muito cuidado?”. Eu respondi-lhe que sim. Então ela desatou a chupar o meu dardo percorrendo a sua língua dos colhões até a topo do meu membro que pulsava de tanto tesão. Como não tinha um lubrificante, segui o vosso conselho e dirigi-me à cozinha onde fui buscar manteiga. Ao chegar de novo ao quarto, ela já estava de quatro em posição de ataque. Com a ajuda da língua molhou os seu dedos e meteu dois no seu buraquinho apertado, enquanto eu ia passando a manteiga com abundância no meu caralho. De tão quente estar a minha glande a manteiga começou logo a derreter, passei então os meu dedos pelo seu cu onde depositei a manteiga, para ajudar à penetração. Aproximei-me então dela e fui passando a cabeça do meu pénis na entrada apertada, dando pequenas investidas para a poder relaxar. No início, achei que iria ser difícil meter o meu dardo num buraquinho tão apertado. Pedi- lhe então para ela se abrir melhor, e com ajuda das suas mão, a entrada ficou ligeiramente mais acessível. Finalmente, depois de varias investida consegui introduzir a minha glande, tendo ela soltado um gemido que não sei se era de dor ou de prazer. O buraquinho era tão apertado que eu quase nem me arriscava a tentar introduzir o meu mastro até ao fundo. Com algumas investidas ele lá foi entrando, enquanto ela se rebolava de tanto gozo. Após algum tempo o seu cuzinho foi se abrindo, e então eu comecei a cavalgar desenfreadamente, batendo com os meus colhões na sua xota que estava tão húmida, que me encharcou o meu saco. Depois de algum tempo chegámos então ao climax e eu inundei o seu buraquinho com o meu sémen quente e abundante. Desde esse dia, temos praticado sexo anal frequentemente, e eu vejo que ela aprendeu a gozar, com a mistura da dor e do prazer que a relação provoca. Obrigado pelos conselhos úteis que nos fizeram encontrar novos prazeres que até então desconhecíamos.


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