Dois machões na xerox |
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Essa é sobre a minha primeira vez... num lugar de trabalho. Eu era um novato numa grande companhia cujo nome não vou dizer simplesmente porque ainda trabalho lá. Eu tinha pouco mais que uma semana de serviço e estava ainda me acostumando com o novo ritmo de trabalho. Acabei criando uma rotina. Rotina essa que incluía uma visita todas às tardes à sala de xerox no terceiro andar do prédio da companhia... originalmente era realmente para tirar xerox. O negócio só começou a mudar quando eu reparei que ela estava ficando trancada no horário de almoço do pessoal... Eu não queria ficar perdendo tempo com viagens inúteis, de modo que arranjei uma cópia da chave da sala. E na vez seguinte em que achei a sala fechada, usei a minha cópia e abri a porta. Mas qual não é a minha surpresa quando vejo, sentado sobre a máquina de xerox, um rapaz loiro com as calças arriadas se masturbando! Na altura do joelho eu vi o primeiro sinal de que ele não era hetero: uma calcinha vermelha arriada! Tesão é pouco para descrever o que eu senti naquela hora. Eu adoro caras vestindo roupa íntima feminina! Adoro fodê-los! Ele já havia gozado uma vez, pois sua perna estava toda suja de porra. Devia estar se masturbando pela segunda vez (ou terceira, quem sabe?) Ele olhou para mim assustado e então eu é que fiquei assustado. Eu tinha um loiro gostoso e peladão em cima da máquina de xerox. O que eu fazia? O que eu fazia? Eu não fiz nada na hora (dei um mole legal...), olhei-o sem graça e sorri, antes de fechar a porta. Acho que o sorriso foi onde eu me denunciei, pois depois do trabalho ele veio ao meu encontro na frente do prédio. Era sexta-feira e ele me convidou inocentemente para uma cervejinha. Tinha um sorriso safado e só aquilo já valia à pena. Eu, com o maior pau duro dentro da cueca, fui com ele e tomamos uma cervejinha, duas, três. Eu já não lembro mais quem perguntou primeiro, só lembro que depois de um tempinho estávamos num táxi em direção ao motel mais próximo. Uma vez no quarto eu passei a mão por trás dele, apalpando aquela bunda enorme e tentei dizer algo no ouvido dele. Mas eu estava tão bêbado e tão próximo da orelha dele que, ao invés disso, eu comecei a lambê-la sensualmente. O próximo passo, claro, foram as camisas. Ele lambeu-me o peito todo, dos mamilos ao umbigo e eu aproveitei e comecei a lamber aqueles braços fortes e aqueles sovacos peludos e suados. Pessoalmente, adoro o cheiro de suor, o cheiro de um macho gostoso suado. Comecei a lamber sovaco, mas de repente senti que aqueles pelinhos suados escapavam de mim e quando fui atrás deles encontrei a boca daquele macho. Nos beijamos longamente e então veio o próximo passo: as calças. Eu tirei a minha primeiro e ele logo se aproximou de mim, empurrando-me pela cama, pedindo-me que eu deitasse. E eu deitei e abri minhas pernas o máximo que pude, sentindo o meu saco e meu caralho perdendo o eterno contato com as minhas coxas grossas. Mas logo a seguir senti um calor e vi que era ele me chupando. Ele era ótimo no sexo oral e me fez gozar como nunca. Foi realmente uma noite inesquecível... quando nos despedimos ele falou: _Segunda tem mais. E eu respondi: _É só me chamar depois do trabalho. _Não. Eu tenho outra coisa em mente. E eu fiquei sem ter certeza do que ele queria dizer. Até o próximo dia de trabalho. Faltavam dez minutos para meu horário de almoço começar. Eu estava sentado quietinho na minha sala, na minha mesa. Foi quando ele entrou. Estava sério, profissional e não parecia me reconhecer. Foi rápido e mal me deixou falar. Apenas deixou uns papéis na minha mesa. O que eram? Eram fotocópias de duas nádegas cobertas apenas por uma calcinha que na impressão parecia preta! Numa das fotocópias estava escrito à caneta: "Hoje, dez minutos depois da hora de almoço, na sala da xerox." Na hora eu pensei que era loucura, que eu poderia ser despedido ou descoberto. Eu não iria. Mas não foi o que meu pau pensou. Ele estava em ponto de bala e estava doido para ir para aquela sala comer aquela bundinha. Durante os próximos vinte minutos eu revivi minlhares de vezes todos os detalhes de como eu fodi aquele cara e de como ele gozou. Não aguentei e, sentado na minha cadeira de rodinhas, comecei a passar a mão levemente no meu pau, por cima da calça mesmo. Não foi preciso muito para que eu gozasse. Na hora certa eu entrei na sala da xerox, claro! Ele estava lá dentro, tirando xerox daquela bundinha fofa dele! Ele virou o rosto na minha direção, saiu de cima da máquina de xerox e, ficando de costas para mim, começou a rebolar e a passar as mãos eroticamente por suas nádegas, numa provocação, me atiçando. Eu fiquei tão hipnotizado que quase esqueci de fechar a porta! Mas fechei e, depois disso, foi só um pulo até eu abaixar minhas calças e sentar-me naquela máquina de xerox enorme enquanto ele começava a lamber o meu pau. Eu tenho um caralho lindo e ele chupava com satisfação. Muita satisfação! Primeiro lentamente. Tão lento que quase me agoniava de tanto prazer! Mas depois ele foi aumentando o ritmo. Eu pus as mãos na cabeça dele e fui empurrando-o, fazendo-o aumentar o ritmo e fazendo-o engolir mais e mais o meu pau. E ele foi engolindo tudinho, até que eu senti que o nariz dele já tava batendo nos meus pentelhinhos. Ele já estava me chupando na máxima velocidade e foi quando eu explodi em porra na goela dele. Devem ter se passado minutos, mas foram como horas, de tão extasiantes! E eu ainda me sentia mais excitado com a idéia de alguém poder vir a bater na porta da sala. E se alguém também tivesse uma cópia? E se nos flagrassem ali? Doidinho de tesão, eu me levantei e fiz com que ele se deitasse sobre a máquina. Tirei umas xerox do pau dele, espremido sob o corpo dele e então rimos. Nos beijamos na boca demoradamente e então eu comecei o meu servicinho: língua no cu. Ele tentou abrir as nádegas o máximo que podia, enquanto que eu adentrava ali e expunha minha língua molhadinha. Comecei a lambê-lo. Lambi as suas nádegas e fui me aproximando lentamente do cuzinho dele. Ele começou a gemer e eu fiquei com mais tesão ainda. Meu pau estava duro como rocha! E ele estava com tesão também, pois logo o cuzinho dele começou a piscar alucinadamente. Eu chupei e lambi o ânus dele por muito tempo, até que ele, gemendo, implorou: _Pare! Pare agora! Me come! Me coma! Eu, peladão, na frente dele, estava com a minha tocha completamente acesa. Tentei fazê-lo se levantar e então fiz a clássica aproximação por trás. Primeiro eu passei o meu pauzão pelas nádegas dele, em tom de carícia. Fui levando o meu pau ao rêgo dele e pensei em fazer muito mais, mas não havia tempo! Eu tava com muito T e tinha de me aliviar ali e agora! Assim sendo, eu enfiei meu pau nele e comecei com minhas estocadas. Ele não ficava atrás e rebolava bastante. Nos contorcíamos numa louca dança sexual como animais no cio! E eu ia arremetendo com mais e mais força, forçando meu pau mais e mais dentro dele. Até que foi tudo. E nisso eu estava segurando o pau dele duríssimo na minha mão. Eu o ia masturbando como se estivesse masturbando a mim mesmo; catando uma boa punheta de acordo com o ritmo das minhas arremetidas nele. Eu cheguei a coçar o saquinho dele e as bolinhas dele, e ele ficava mais ansioso com isso, claro! E já que eu estava comendo ele, eu ia fazer o serviço direito. Comi aquele cu sem dó nem piedade, enquanto dizia umas coisas bem sujas no ouvidinho dele. E nisso eu ia arremetendo mais rápido, e mais rápido e mais rápido. E ia masturbando-o também cada vez mais rápido! Até que ele chegou ao auge e eu pude sentir aquela porra quentinha escorrendo pelo pau dele e pela minha mão. Mesmo assim, ele não parou de rebolar. Eu não parei de ficar dentro e fora dele. E eu ia ficando dentro e fora dele cada vez mais rápido! Eu agarrei-me ao peito dele, abraçando-o enquanto de repente gozava, no auge do prazer! Ficamos um bom tempo assim: eu abraçado naquele safadinho, ainda com minha piroca dentro dele. Depois disso nós nos divertimos um pouco mais com ajuda daquela máquina de xerox, mas nada comparável a esse tremendo gozo que tivemos... Eu e aquela bunda safada tivemos vários encontros ainda depois, mas paramos quando ele foi despedido. Aparentemente, ele foi flagrado na sala de xerox chupando o pau do office-boy da empresa. Bem-feito para eles! Aprender que traição não compensa... De qualquer modo, toda a vez que eu entro naquela sala de xerox, eu lembro de coisas e fico com uma bruta ereção... Se souber de alguém que trabalhe com fotocopiadoras, que seja gay e tenha desejos estranhos... Mande vir trabalhar aqui na minha empresa... Garanto que faremos bastante sucesso naquela sala! Na verdade, este foi um conto totalmente fictício. |
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