Em famíliaIncesto |
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Eu tinha 18 anos. Fui passar algumas semanas - período em que meus pais ficaram no Paraná, em visita a um parente doente - na casa dos meus avós, ao norte de Itu, cidade em que moro. Passei os primeiros quatro dias, entediados, com companhia apenas do casal de velhos, que pouco saía do quarto, situado no andar superior da casa. Num belo dia chegou um tio postiço meu, irmão de criação mais novo de minha mãe, 24 anos, que viera a São Paulo matricular-se numa universidade e resolveu visitar-nos. Pensamentos e sensação insólitos passaram a perturbar-me desde o momento em que fomos apresentados. Senti-me perdidamente atraída pôr ele. Na falta do que fazer, e sempre procurando a companhia dele - e ele a minha -, ficávamos vendo televisão até a emissora sair do ar. As vezes, um ou outro dormia antes, mas nada acontecia, além de uma incômoda dor no pescoço, quando na manhã seguinte nos levantávamos daquele desconfortável sofá. Numa dessas noites, desinteressada pelo vetê do futebol a que ele assistia, caí em leve sonolência, quando tive um sonho erótico, protagonizado pôr nós dois. Despertei quando ele se levantou e desligou a televisão. Permaneci com os olhos fechados, na inglória expectativa de ouvi-lo subindo a escada, para ir dormir. De repente, senti sua mão quente alisando minhas coxas. Fiquei imóvel, fingindo estar dormindo, para vê-lo dar seqüência as carícias que já me incendiavam o corpo. Disfarçadamente, com o canto dos olhos, vislumbrei o imenso pênis do meu falso tio, em riste dentro do folgado pijama. Mesmo assim pude calcular uns vinte centímetros ou mais. Ajoelhando-se, ele colou os lábios nos meus, beijando-me delicadamente. Depois, lentamente, foi descendo e, após desabotoar minha blusa, chupou-me os bicos dos seios. Talvez suspeitando que eu estivesse gostando daquela brincadeira inofensiva à minha virgindade - é quase impossível alguém ter sono tão pesado quanto aquele em que eu mergulhara -, ele aprofundou mais suas carícias, tomando rumo mais ousado. Enfiou-se embaixo do meu vestido e beijou-me a vulva sobre a calcinha. Depois de descer a língua pela minha, virilha, deixando-me completamente alucinada, inesperadamente ele se levantou e foi para o quarto. Frustrada com o fim daquele acalentado sonho, levantei na ponta dos pés e fui espioná-lo pelo buraco da fechadura. Gozei, recostada na porta, quando o vi masturbando-se freneticamente até ejacular, deitado na cama. No dia seguinte acordei pensando nele, com a firme disposição de concluirmos o ato inacabado. A noite, quando estávamos no sofá assistindo à televisão, resolvi acabar com a ânsia que me dominava. Então confessei-lhe que estava acordada na noite anterior e gostara muito da maneira como me tratou. "Estou pronta para a conclusão, André", disse, chamando-o pela primeira vez pelo nome. Dei-lhe um esfuziante beijo na boca. Ele ficou meio atordoado, mas logo relaxou. Fomos para o quarto dele, onde já entrei me despindo. Apressado, ele pediu para eu ficar de quatro, pois queria penetrar-me o ânus. Quando lambuzou de saliva a glande do enorme pênis e encostou-a na entrada, fiquei completamente zonza só em imaginar que teria que suportar aquilo tudo dentro, de mim. Naquela hora vi que não exagerava ao calcular seu tamanho. Penetrou devagar, dolorasamente, a princípio, mas, quando concluiu a invasão, senti com delícia o meu primeiro e verdadeiro orgasmo, profundamente. Acelerando o vaivém dentro de mim, ele ejaculou sem esmorecer o membro, que continuou vibrante. Quando virei de frente, minha virgem e juvenil vagina produziu-lhe um efeito incrível. Ajoelhou-se diante de mim e mergulhou o rosto em minha vulva, introduzindo a língua na fenda, onde encontrou a resistência do hímen. Mesmo assim, gozei satisfatoriamente. Em seguida, chupei-lhe gostoso e demoradamente o pênis, até sentir seu segundo gozo florescer dentro de minha boca sedenta. O melhor ficou para o final. Atendendo a meu lascivo apelo, André encostou o membro em minha vagina e ficou arrastando-o entre os lábios. Numa estocada mais viril, perdeu-se em minhas entranhas, resgando-me toda. Finalmente, passei a ser mulher e guardei gostosamente aquele avantajado pênis dentro de mim, ficando perdidamente apaixonada pôr André. E o sou até hoje, apesar de o seu casamento ter nos afastado um pouco. Mas, sempre que nos encontramos, transamos com o mesmo empenho da primeira vez e nos deliciamos com os impulsos que reservamos um para o outro. |
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