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Em Salvador

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Minha cidade, Salvador, é uma festa só quando chega a alta temporada de verão, que coincide com o fim e o começo de ano, tomada por turistas nacionais e estrangeiros. É uma festa também para as profissionais do sexo, como eu, que vivem de programas. Só para ter uma idéia, alguns gringos que passam por aqui até pagam só para olhar a gente. Tenho 25 anos, mas faço o gênero adolescente, uma característica que seduz e atrai a clientela, principalmente os turistas que têm tara enorme por ninfetas. Foi na noite de uma temporada dessas que eu estava no meu ponto, esperando mais um freguês, depois de ter ido para a cama com vários homens, quando surgiu um lance surpreendente. Uma negra escultural, parecida com uma deusa do ébano, pintou na minha área. Num primeiro momento, pensei em dar um chega-pra-lá nela, mas, como achei também que ninguém tira espaço de ninguém e o sol nasceu para todos, optei pela tolerância e por dividir o ponto com ela. Ficamos cada uma na sua, embora, às vezes, trocássemos olhares, ainda que não desafiadores. Algum tempo depois da chegada da concorrência, um carro importado estacionou ao lado dela e o motorista abaixou o vidro para conversar. Fiquei na minha, acompanhando a abordagem à distância, quando ela interrompeu a conversa e caminhou em minha direção. "Gatinha, aquele freguês está a fim de um programa a três. Você topa?", convidou. Disse a ela que tudo dependeria da grana envolvida na transa. Se a grana fosse boa, não recusaria. Decidimos pedir um valor alto e o cliente aceitou. Ele nos levou para um flat na zona sul da cidade e durante o percurso passei a ser tomada por um estranho sentimento. Não tinha mais aquela negra como uma concorrente, mas como sócia e, mais que isso, passei a sentir um estranho desejo por ela. Nosso cliente tinha uma coleção de consolos que colocou à nossa disposição para o programa. Eu não tinha idéia do tipo de transa que ele pretendia, mas certamente teria oportunidade de saciar meu desejo pela gata negra, pensei. Foi quando nosso cliente, totalmente nu, sentou-se na poltrona do quarto e pediu que iniciássemos o espetáculo. Não hesitei em pegar o consolo e, após afivelá-lo na minha cintura, parti como uma loba no cio para cima daquele monumento de mulher. Passei a chupá-la dos pés à cabeça e senti que ela também estava excitada por mim. Passei a roçar o clitóris com o consolo e pude sentir todo seu prazer. Eu já havia participado de outras transas com mulheres, profissionalmente, mas jamais beijara outra com tanto prazer e excitação como estava fazendo com aquela negra. Seus lábios carnudos porém macios encheram-me de tesão. Arranquei o consolo da cintura e mergulhei de boca na boceta quente e úmida, que se assemelhava a um oásis no deserto. Ela respondia às minhas investidas com ousadas e provocantes carícias no meu sexo, enfiando vários dedos na minha vagina e no meu ânus. A esta altura eu já não estava mais nem preocupada de que estava ali para proporcionar espetáculo a um cliente. Eu estava mais interessada no meu prazer e na busca do gozo, por todos os buracos do meu corpo. O gozo chegou, em fortes ondas de prazer que tomaram conta de nossos corpos. Gozamos bastante e de várias formas. Só quando terminamos, lembramo-nos do nosso cliente, que, para nossa sorte, se disse satisfeito com o desempenho de nós duas. Ele estava tão excitado com a transa que propôs uma reprise, mediante duplicação do cachê para nós duas. A nova proposta foi um bom estímulo, embora aquele momento de prazer já não tivesse mais preço para nós. O que importava era o tesão que sentíamos uma pela outra. Partimos para mais uma rodada de sacanagem, com todas as armas: mãos, dedos, boca, língua, consolo, que exploraram deliciosamente todos os buracos uma da outra. Foi um festival de prazer e de gozos, que deixou exausto também nosso cliente. Ele se cansou de tanto bater punheta, sem nos tocar em nenhum instante, e estava saciado apenas em ver nossa transa. Uma transa com entrega total de duas mulheres que rapidamente descobriram o tesão de uma pela outra. O cliente ficou tão satisfeito que nos pagou um valor maior que o combinado. Pegamos o dinheiro e fomos direto para um hotel. Para comemorar e para dar continuidade à nossa aventura sexual, pois nossas descobertas ainda não haviam terminado. Aquela noite foi suficiente para que passássemos a dividir o espaço de nosso trabalho e até pensamos em dividir um lugar para morar juntos.


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