Entre a cruz e a espada |
|
Eu realmente estava com um problema difícil de resolver... Todos os meus amigos sabem que eu sou um gay, não costumo esconder isso, apesar de não ser efeminado. Todos no meu trabalho conheciam o meu namorado, o Miguel. Ele é um rapaz mais novo que eu, tenho 31 e ele tem 19. As vezes ele passava no meu trabalho pra me pegar. Eu conhecia o Miguel do prédio de minha mãe, ele era vizinho dela. E nossas mães, com aquela "santa" ingenuidade de mãe, até festejavam nossa amizade. Ele é estudante de teatro e eu sempre dei a maior força, ajudava ele a decorar texto e até já emprestei minha casa pra ele poder ensaiar com uns amigos. Miguel sempre foi um cara alegre e tem uma rebeldia que eu perdi não sei onde. Ficamos amigos e acho que nos completávamos em muita coisa, ele trazia entusiasmo pra minha vida e eu ajudava ele com a maturidade que me fez adquirir calma e poder de realização. Diria que éramos um casal feliz, até na cama combinávamos, sempre gostei de ser ativo e o Miguel adorava dar o cú. Tudo ia bem... ...Até que a empresa que eu trabalho contratou um cara chamado Roberto... Era um homem bonito, era magro, porém forte, cabelo castanho com umas entradas sensuais, olhos pequenos que ficavam mais apertadinhos quando sorria. No começo fui o encarregado de mostrar pro Roberto como era o serviço e com isso ficamos amigos. Devo contar que nessa fase o meu namorado estava tão envolvido com os ensaios que ficou um tempo sem aparecer. Numa metáfora posso dizer que o terreno estava livre e assim o Roberto pode entrar e começar a marcar pontos no meu coração. Ele era um cara da minha idade, que tinha os mesmos interesses que eu, gostava de ler, tinha um humor que combinava com o meu. Descobrimos que gostávamos dos mesmos filmes(Fellini, Visconti, Buñuel, Pasolini). E conversamos horas sobre esses cineastas. Nosso envolvimento foi crescendo tanto que viramos piadinha dentro da sessão, então em comum acordo, resolvemos que deveríamos continuar nossa amizade fo! ra do local de trabalho. Combinamos um cinema e depois uma pizza. Falávamos como amigos de infância, eu queria saber da vida dele, tudo me interessava. Ele também me lotava de perguntas. E riamos muito com as coincidências: como nossas vidas são parecidas! Da segunda vez que saímos, convidei ele pra subir pra um café na minha casa. Nessa altura nossos olhos já se encaravam de um jeito especial. Fiquei com aquele jeito bobo de quem está afim de alguém mas não tem coragem de falar porque tem medo de levar um fora. Eu sabia o que queria e sabia que ele queria também, mas ainda assim tinha medo. Ele pediu um copo com água. Fui até a cozinha buscar, ele veio atrás. Quando fui passar o copo nossos dedos se tocaram e ficaram. Nos olhamos... e nos beijamos com muita sede. O Roberto tinha um beijo agressivo. Eu segurava com força o seu cabelo na nuca e puxava com um pouco de força. Arrancamos nossas roupas. Fomos nos abaixando até o chão gelado da cozinha e ali mesmo começamos um delicioso 69. O pau do Roberto era um pouco maior que o meu, mas era bem fino. E a cor que era diferente: roxo batata! Ele quis me fazer um cunete e eu achei ótimo. Ele sabia trabalhar com a língua. Eu segurava na pia e ele me l! ambia o cú! Logo eu quis retribuir. Virei e bruscamente segurei ele pelos calcanhares e enfiei minha cabeça na bundinha dele. Na posição frango assado ele me deixou enlouquecido, olhando o cuzinho rodeado de pentelhos cai de língua. Enquanto eu lambia ele murmurava de prazer. Então dei uma cuspida no meu pau e ia só colocar a cabecinha no buraco dele pra sentir a pressão quando ele disse: ''Não''. Pensei que fosse pela falta do preservativo e lhe dei toda razão: ''Tá certo, vou buscar a camisinha.'' Ele disse então que só daria pra mim se antes ele desse pra ele. Como troca-troca de moleques! Olha o problema estava colocado. Não que eu seja daqueles caras que se acham superiores por serem apenas ativos, que acha que viado é só aquele que dá. Longe de mim, mas o fato é que eu nunca tinha conseguido dá o cú. Bloqueio sim, não sei em que parte da minha história tinha ficado com isso, mas eu era um cú de ferro. Ainda assim resolvi tentar, pois estava realmente afim do Roberto. Ele colocou a camisinha e veio pra cima de mim. A dor era enorme e não entrava. Tentamos de várias formas. Eu por cima, eu por baixo. Com lubrificante sendo recolocado o tempo todo. E nada. A minha dor era muito grande e sem sucesso. Até o pau dele começou a doer. Desistimos. Mas ainda assim o Roberto se negou a dar pra mim. Achei ele um babaca por isso, ele viu que eu estava tentando. Ficamos um tempo sem nos falar direito no trabalho. Mas eu estava louquinho por ele e com a desculpa de ter muito trabalho atrasado, perguntei se ele não queria fazer um serão na minha casa... Fomos e aconteceu tudo de novo... E aconteceu mais outra na semana seguinte. O Roberto me deixava louco e eu realmente me esforçava pra conseguir, mas nada. Não passávamos do sexo oral ou masturbação e aquilo pra mim era pouco, eu queria mais. Ele contudo, se recusava a ser penetrado se antes não me comesse. As nossas loucuras não estavam se encaixando! O que me salvava é que depois que ele saia lá de casa eu ligava pro Miguel que prontamente me socorria, sem saber de nada (eu me sentia um canalha, mas ainda assim fazia). Foi então que tive uma idéia, perguntei com muito tato, ao Miguel se ele toparia transar a 3... Ele me olhou meio de lado com um jeito safado e como bom jovem aberto para os prazeres mundanos balançou a cabeça respondendo que sim. No dia seguinte mandei a seguinte frase pro Roberto: ''Quer dizer que você só dá se comer, certo?'' Ele também respondeu balançando a cabeça em sinal de afirmação. "Então hoje tenho uma surpresa pra você lá em casa, quer?" Ele me olhou sem muita crença, mas disse que queria. Mais tarde somos pro meu apartamento e começamos nossas preliminares animados como sempre. Muitos beijos e mãos fortes apertando bundas e paus... Eu estava servindo um wiskyinho pra relaxar, quando toca a campainha. O Roberto arregala os olhos e eu o acalmo dizendo pra não se preocupar. Abro a porta e de cara dou um puta beijo na boca do Miguel. Depois apresento: "Miguel, Roberto. Roberto, Miguel". Eu estava no tudo ou nada e pra minha sorte eles se gostaram. Começaram com um tímido aperto de mão, mas ao sentarem no mesmo sofá deram a deixa. Me sentei entre eles e abraçado ao pescoço do Miguel tasquei um beijo na boca do Roberto. O meu jovem namorado foi rápido, juntando seu corpo ao meu, pegou direto no pau ereto do meu colega de trabalho. Miguel gostava de chupar e logo nos vi vivendo a seguinte situação: Miguel de joelhos pagando um boquete duplo. A transa ficou animada pra valer mesmo quando vi a cara de prazer do Roberto quando abaixei devagarinho ! a cueca do Miguel, apresentando assim a bundinha lisa, redondinha e durinha que ele tinha. Roberto lambia o cú do Miguel e eu chupava na frente o pau gostoso que ele tinha. Miguel no meio vibrava de prazer. E foi ele que rasgou a primeira embalagem de camisinha e colocou no pau do felizardo Roberto. Pra ajudar eu abria com minhas mãos aquela bundinha querida. Roberto foi enfiando com malandragem, primeiro bem devagar pro cuzinho se acostumar e logo depois já podia bombar num ritmo alucinante. Só de olhar eu já estava louco de prazer, mas Roberto me buscou com os olhos e consentiu que eu fizesse o mesmo com ele, fez um aceno com a cabeça mostrando outras camisinhas que estavam em cima da mesinha de centro... Olhando a bunda dele comprimida pelo movimento fiquei com ainda mais tesão. Molhei com lubrificante o cuzinho que eu tanto queria e forcei meu pau. Ele parou um pouco o movimento que fazia com Miguel, esperando por mim... Um silêncio se fez e só foi quebra! do com um suspiro que fizemos juntos, Roberto e eu: "Ah!!" E seguimos os três num trenzinho louco e delicioso. O primeiro a gozar foi o Roberto. Gozou e teve que tirar de dentro do Miguel, que resolveu se masturbar vendo a gente continuar. O Miguel realmente não gostava de penetrar, isso eu não conseguia entender, mas também não achava fácil compreender nenhum de nós. Comia o Roberto de quatro, mas pedi pra voltarmos pra aquela primeira visão, onde eu segurava os seus calcanhares e via o seu cuzinho rodeado de pentelhos. Só que agora via também o meu pau entrando dentro. E foi assim que gozei. Segundos depois sentimos o jato de porra lançado por Miguel que caiu em cima da gente. Temos nossas diferenças, nossos bloqueios e nossos conflitos mas conseguimos achar uma solução. |
|
|
||||