Fazer o bem |
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Helena sempre apareceu nos momentos mais inesperados. Pôr vária vezes encontrava-me entediado, sem programa, num tremendo sábado à noite, sem qualquer esperança de afogar o ganso em alguma carne macia quando, de repente, o telefone tocava ou ela comparecia pessoalmente. Helena foi, em meus tempos de crise e forçada abstinência, um grande quebra-galho. Recentemente, entretanto, a sorte vinha me sorrindo descaradamente e as gatinhas choviam em minha horta como gaivota em cardume. Helena, que tinha muita boa vontade, mas predicados medíocres, foi rapidamente colocada em segundo plano, não pôr mim, e sim pôr uma questão de seleção natural; vencia sempre a mais bonita e gostosa. Quando Helena me ligou na última Sexta-feira, foi pôr mero acaso que aceitei recebê-la em minha casa. O encontro que havia marcado com um brotinho genial do posto 9 furou na última hora e foi até com um certo alívio que atendi o telefonema de Helena. Uma hora depois, tocava a campainha e eu já me preparava para receber minha cadeira cativa e iniciar nossa velha rotina. Antes de abrir a porta, ouvi cochichos no corredor e algumas risadinhas femininas, o que me deixou bastante curioso. Ao abrir, deparei-me com Helena e, surpresa, com uma gracinha de aproximadamente dezoito anos, morena, seios empinados e um rostinho angelical. Chamava-se Andréa, era sobrinha de Helena e estava no Rio a passeio, aproveitando as férias de julho. Enquanto conversávamos ao som do Van Hallen, pude entrever, com relativa facilidade, as belíssimas coxas de Andréa, os biquinhos de seus seios adolescentes a despontar pôr dentro da fina camiseta de malha. Fui ficando cada vez mais exitado, meu membro a repuxar os cabelos pubianos e me obrigando a ajeitá-lo continuamente pôr dentro da calça. Bebíamos cerveja o que nos obrigava ir ao banheiro com regular freqüência. Em uma das saias de Andréa, Helena me explicou a situação rapidamente. Disse-me que a garota era filha de uma irmã mineira e que era virgem de corpo e pensamento, mas que vinha demonstrando, continuamente, desejos de perder o incomodo lacre. Helena piscou para mim e confessou ( para espanto meu) que também estava louca de tesão pôr Andréa, da mesma forma que eu. Ao dizer isso, segurou meu mastro pôr sobre a calça, apertou-o carinhosamente e voltou para o seu lugar no exato instante em que ouvimos a porta do banheiro se abrir. Se a garota era virgem, pelo menos já demonstrava muito espirito e senso de improviso. A pretexto de estar fazendo muito calor ( fazia um frio danado) , voltou sem camiseta, seus seios durinhos marcado graciosamente seus passos em movimentos oscilantes. Para melhorar a coisa, sentou-se bem ao meu lado, soltando um suspiro forçado de quem pretende sugerir enfado. Não me contendo, mais, abracei-a ternamente e passei a bolinar o biquinho enrijecido de seu seio. Ela correspondeu com um beijo gostoso, a língua úmida a cálida esbanjando habilidades as mais sofisticadas. Helena chegou a esboçar uma expressão de surpresa e ciúme, mas conteve-se a tempo. Eu e Andréa nem dávamos bola à indignação de Helena e nos acarinhávamos com despudor. Passei a sugar um seio da adorável ninfeta enquanto minhas mãos exploravam o outro, a essa altura completamente enrijecidos. Ao terminar o beijo, Helena já estava completamente nua. Seu corpo de balzaquiana contrastava com o de Andréa , tão belo e tão certinho. Ajudamos a menina a retirar as poucas peças de roupa que ela ainda vestia. Tirei-lhe a meia lentamente, explorando os nossos olhos aquele pezinho bem feito e tentador. Enquanto eu passava a minha língua pôr entre seus minúsculos dedinhos. Helena bolinhava e beijava a sobrinha que, a essa altura. Gemia baixinho, emitindo sons que, só de ouvi-los novamente, seria capaz de gozar nas calças. Andréa passou a corresponder às carícias de Helena e introduziu o dedo anular na grutinha úmida de Helena. Ambas se bolinavam freneticamente e houve um histante em que parei só para olhar aquela cena desconcertante; tia e sobrinha a se satisfazerem como se houvessem sido feitas uma para outra. Não havia nada de anormal ou antinatural naquilo e cheguei a ficar deprimido ao ver o quanto nós, homens, em certas circunstancia, somos quase dispensáveis. Coloquei-me na frente de Andréa, falo em riste e pulsante. A menina não esperou outra deixa e passou a sugar meu membro com a mesma arte com que me beijara a boca momentos atrás. Helena, aproveitando a posição em que Andréa se colocara, passou a lamber as nádegas roliças da sobrinha, escorrendo a língua pôr suas alvas carnes até chegar à sua xoxotinha zero quilometro. Ato continuo, Andréa passou a sugar meu membro com mais desenvoltura. A menina de contorcia, ao toque da experiente língua de minha amiga, que eu já conhecia de outros carnavais. Quando começou a gozar pela primeira vez, Andréa livrou-se de meu membro e passou a gritar de prazer. Seus olhinhos apertados, seu rosto deformado em contrações de gozo, levaram-me a gozar abundantemente, espargindo meu líquido quente e viscoso pôr seu rosto angelical. Andréa sorveu um filete que lhe escorria pelo canto do lábio e suspirou. Logo após, Helena deitou-se de costas e exigiu a penetração ampla e irrestrita. Meu falo ainda resistia galhardamente e passei a estocar com violência, atingindo-lhe a boca do útero, tal a forca de meus golpes. Andréa colocou-se de cócoras sobre o rosto de Helena, que passou a sugar sua grutinha deliciosa. A garota estava completamente tomada de lascívia e gemia a cada vez que Helena lhe tocava o clitóris. Helena gozou gostosamente, xingando-me de todos os nomes que conhecia. Contive-me e não gozei naquela hora, pois adivinhava que o melhor ainda estava pôr vir. Helena saiu de sala a pretexto de ir se lavar no banheiro, deixando-me a sós com aquela deidade mineira. Senti-me como um sacerdote, da antigüidade, prestes a sacrificar uma virgem em nomes dos deuses do sexo. Andréa ainda estava muito excitada e não dava trégua e seu clitóris, bolinando-o continuamente. Aproximei-me, abri suas coxas, que cederam de bom grado, e afundei meu rosto naquele paraíso rosado. Meu nariz roçava seus pequenos lábios enquanto minha língua explorava seus mistérios. A essa altura, meu mastro, que estava com a bandeira a meio-pau, sofreu uma tal ereção que cheguei a pensar que as veias fossem arrebentar, de tão intumescidas. Andréa deu-se conta de exacerbação de meu membro e, delicadamente, empurrou-me pêlos ombros (para que eu largasse seu clitóris) e logo após puxou-me para cima dela, exigindo que lhe penetrasse. Ajeitei a cabeçona em sua entrada apertadinha e forcei a penetração. Andréa gemia de dor e prazer enquanto meu mastro se aprofundava gradativamente em suas carnes. Mal senti a resistência do hímen, que se desfez como pôr encanto, quase que pôr livre e espontânea vontade. Livre do obstáculo, passei a movimentar-me num gostoso vaivém que quase levou a garota a loucura. Andréa gozou em fortes convulsões enquanto me puxava os cabelos e projetava a pélvis para frente procurando ter-me todinho dentro de si. Logo após eu gozei também, inundando sua grutinha pela primeira vez com o sumo viril. Quedamo-nos, arfantes, sobre o tapete da sala; eu com os joelhos esfolados e ela com uma leve escoriação nas costas, ao longo da espinha dorsal. Helena apareceu logo depois e perguntou se desejávamos beber alguma coisa. Aceitamos com prazer pois nossas bocas estavam secas, talvez devido ao esforço e ao extravasamento de todos os nossos líquidos orgânicos. Naquela noite, ainda nos consumimos várias vezes até o sol nascer e quebrar o encanto. Ao nos despedirmos, Andréa me abraçou ternamente e me agradeceu o bem que lhe fizera. Não sei se sou muito romântico e vi mais do que devia, mais o fato é que senti que a garota me abraçava com real ternura, feliz e plenamente satisfeita com meu trabalho. Beijei-a na testa, sorri e fui descansar, pois afinal, ninguém é de ferro. |
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