Feliz 1999 |
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Já era o último dia do ano de 1998. Como o ano passou rápido! Estávamos todos ali, preparando a festa que iria acontecer mais tarde. Estava um clima muito bom, vários amigos que eu não via há muito tempo estavam ali. Mais uma vez olhei na lista das pessoas que viriam. Vi o nome de Suzana na lista e não acreditei muito que viria. Afinal, já tinha dois anos que não a via e me disseram que estava namorando sério. Deixa prá lá, pensei. Dez e meia da noite e a festa já estava pegando fogo! Muita música, cerveja, todo mundo dançando e ela aparece. Chegou chamando muita atenção, com umas amigas e desacompanhada. Pensei comigo: ele deve estar lá fora procurando um lugar prá estacionar...fiquei vigiando de longe e percebi como ela estava bonita! Uma mini-saia branca, bem justa e uma tanguinha minúscula, toda enfiada na bundinha; uma blusa de alças com um generoso decote, realçando aquele lindo par de seios, além de uma sandália que a deixava bem empinada e provocante. Ela estava realmente muito gostosa. Mudou bastante. Era uma adolescente frágil e tímida e agora se mostrava uma mulher madura, charmosa e elegante. Fui cumprimentá-la. Afinal, tivemos bons momentos juntos. Conversamos animadamente e perguntei porque o namorado não tinha vindo. Ela me disse que ele viajou e que o relacionamento não estava muito bom... melhor prá mim...ficamos alí, dançando, bebendo e curtindo a noite. Meia-noite, fogos, champagne e finalmente 1999. Já estava meio chapado dei um forte abraço em Suzana e também um leve beijo no rosto e disse: 'vamos lá fora, quero conversar contigo'...fomos para o jardim e ficamos conversando enquanto víamos o show de fogos. Não descolava os olhos de seu corpo e fui direto ao assunto, dizendo o quanto ela estava bonita e como ela estava diferente: mais madura, bem feminina e charmosa. Notei que ela ficou envergonhada; aproveitei e beijei sua boca com vontade, sem dar tempo dela reagir. Ela retribuiu e nos beijamos loucamente; peguei-a pela mão e fomos escondidos para uns cômodos no fundo do terreno, que serviam como depósito. Fechei a porta e ali mesmo no escuro, em pé, começamos a nos abraçar e aproveitei prá passar a mão em cada pedaço daquele corpo. Tirei os seios dela prá fora e suguei com vontade, enquanto bolinava seu clit por cima da saia; ela levantava a perna, tentando subir em mim. Virei-a de costas e subi sua saia; não conseguia vê-la em detalhes, somente a calcinha branca contrastando com aquele ambiente escuro, o que me deixava mais louco de tesão. Ainda por trás, arranhava sua nuca com meu cavanhaque e apertava seu seios, espremendo os biquinhos entre meus dedos. Ela esfregava a bunda no meu cacete e gemia baixinho. Ela se apoiou em uma estante e ficou bem empinada, oferecendo aquele traseiro prá mim. Cheguei por trás e, agachado, arredei sua calcinha e comecei a lamber sua bucetinha que já estava toda encharcada e escorrendo pelas pernas. Alternava lambidas na boceta e no cuzinho, enquanto dava tapas na sua bunda. Ela me puxou prá cima e me beijou, lambendo minha boca e provando do seu mel. Pegou no meu cacete por cima da calça enquanto me beijava. Agachou-se na minha frente, abriu somente a barguilha e libertou a vara, como se fosse um passarinho fugindo da gaiola. Eu não conseguia enxergar direito naquela escuridão, só via o vulto e os movimentos de sua cabeça. Senti sua língua passeando na cabeça do pau. Ela mamava só na cabeça e sua mão apertava meu saco por cima da calça. Fiquei louco, tentando ver sua boca no meu pau e não conseguia; só via sua saia branca embolada na cintura, uma alça da blusa passando pelo ombro e o desenho de sua calcinha entrando na bunda...era demais. Ela de repente parou de chupar, guardou o pau, fechou a barguilha e levantou-se. Arrumou a blusa, ajeitou a calcinha de uma forma bem sensual e pôs a saia no lugar. Me abraçou e disse no meu ouvido, com uma voz sacana e sensual: "isto é só o começo"... Voltamos para a festa e ficamos nos curtindo de longe. Ela dançava como se estivesse tonta, fazia beicinhos, jogava os cabelos e me olhava com aquele olhar de vagabunda. Tentava me controlar, fingia que não via mas não conseguia tirar os olhos dela. Eu estava totalmente enfeitiçado...naquela noite ainda conversamos de novo; ela me deu o número do seu telefone e me disse prá ligar. No sábado, liguei prá ela e sem rodeios, perguntei a que horas poderia ir pegá-la em casa; ela tentou esboçar uma reação e eu fui bem claro com ela, dizendo que queria terminar o que tínhamos começado. Às dez da noite estava lá e fomos direto para um motel. Não trocamos muitas palavras, só olhares e insinuações. O tesão era tanto que caímos na cama e num instante já estávamos sem roupas e finalmente pude ver seu corpo com detalhes: além dos seios grandes e firmes, pernas roliças e uma bunda redondinha, sem defeitos, que escondia um cuzinho rosado e pequeno. Coloquei-a com as pernas bem abertas e apreciei sua bucetinha pequena, firme e macia; caí de boca sem dó, lambendo e chupando aquela grutinha enquanto bolinava o seu cuzinho; fizemos um sessenta-e-nove e ela atolou minha tora na sua boca; ela esfregava e lambia meu saco e punhetava meu pau; eu sugava aquela racha, abria bastante as nádegas e via o cuzinho piscar sem parar. Eu já estava com a vara bem dura e louco prá penetrá-la; ela ficou de quatro, bem empinada e esperando o cacete. Olhei pra ela, fiquei esfregando o pau na buceta e fui colocando devagar, enquanto olhava o seu rosto pelo espelho. Ela mordia os lábios, gemia e fui entrando gostoso até sentir o pau bem no fundo. Deixei dentro um pouco e tirei devagar, só deixando a cabeça na porta. Ela rebolava e pedia mais; fui acelerando os movimentos e ela acompanhou; a cada estocada ela gemia mais alto, balançava a cabeça e falava palavras sem nexo. Ela avisou que ia gozar e acelerei os movimentos; a chamava de putinha, gostosa e piranha; ela pedia prá foder, pra arregaçar sem piedade; senti também que ia gozar; meu pau latejava e pude sentir as contrações da buceta; segurei, ela gozou e desabou na cama; eu não tinha gozado e batia uma punheta com o pau bem melado do caldo da buceta; ela sem perder tempo, colocou o pau na boca e começou a mamar, sugando com vontade; senti o gozo vindo e avisei; ela ficou só com a língua na cabeça do pau e me olhava sorrindo maliciosamente; veio o primeiro jato, direto na sua boca; ela fechou os olhos recebeu toda a porra na cara e nos seios; lambeu o pau e espalhou a porra nos seios e no rosto e me disse sorrindo: "porra quentinha, feita na hora, é bom pra pele"...foi demais...ainda trepamos toda aquela noite e desde então estamos juntos e temos transado de todas as formas. |
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