Férias no acampamento |
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As ferias de julho acabara de começar e eu estava ansioso pôr que meus pais haviam deixado eu ir com a turma do colégio acampar numa chácara próxima a cidade no fim de semana. Tudo preparado, e as 05.hs em ponto lá estava eu junto de alguns colegas arrumando a bagagem na Van. Tudo era expectativa e alegria, pela primeira vez ,a maioria de nos, iríamos ficar longe de nossos pais. Os inspetores eram a professora de biologia e seu marido, medico, que ofereceu-se para garantir o bem estar de todos. Durante o percurso, admirávamos o nascer do sol por de trás das montanhas que apesar do céu estar limpo fazia um frio daqueles. Era isso que queríamos, passar uns dias na montanha gelada para realizar nossos sonhos de escoteiros temporários. Chegamos ao lugar determinado e tudo era tão bem organizado que em pouco tempo as barracas, a lenha os cestos de lixo ,enfim, tudo estava em seus devidos lugares. No primeiro dia explorávamos a floresta com guia e descobríamos seus segredos a cada instante. Cachoeiras, açudes, ninhos e muitas outras curiosidades florestais. De volta ao acampamento os inspetores dividiram-nos em grupos de 3 por barraca e na minha barraca ficaram os irmãos gêmeos Luciano e Lucas que tinham a mesma idade que eu 14 anos. Apesar de não estudarmos na mesma classe, logo nos interessamos e arrumamos os equipamentos para que tivéssemos o mínimo de conforto durante a noite que ameaçava ser fria e assustadora. Jantamos em volta da fogueira, cantamos contamos historias e como se fazia tarde todos nos recolhemos para acordarmos bem cedo e aproveitar o dia. Fazia um frio de congelar a alma e como eu levara um cobertor tamanho família, resolvemos, eu Lucas e Luciano compartilha-lo fazendo-o de manta para todos. Luciano deitara numa ponta ,Lucas no meio e eu noutra ponta e nos encolhíamos para que o calor de nossos corpos refratassem nas cobertas. Adormecemos e de madrugada fui acordado com alguma coisa dura e pulsante encostada em minha bunda. Tonto de sono, não conseguia imaginar o que seria e displicentemente ajeitei meu corpo e como aquele troço duro continuasse a me cutucar ,estava escuro e resolvi tatear com a mão afim de descobri o que era. Espantei-me quando percebi que aquele troço duro que pulsava na minha mão nada mais era que a pica de Lucas que talvez pelo frio ou pelo contato de nossos corpos endurecera. Senti uma emoção estranha e curiosamente fui alisando aquele membro duro percebendo que Lucas para sua idade era bem dotado. Tive medo dele acordar, mas percebi que ele dormia pesado e a cada caricia que eu dava em sua rola ele suspirava como se estivesse tendo algum sonho erótico. Fui envolvido pelo tesão e não sabia explicar o por que de eu estar ali, segurando a piroca de meu colega masturbando-a gostosamente , pois nunca havia tido nem em pensamentos desejos homos. Mas o prazer que senti segurando aquela vara dura e quentinha me fazia desejar segura-la mais intensamente. De repente sem que eu esperasse, senti que Lucas derramava em minhas mãos um liquido quente viçoso em quantidade espantosa, o que fez com que eu também gozasse na cueca uma enorme quantidade de porra. Envergonhado, virei-me de lado e tentei dormir. O dia amanheceu e fomos acordados para o café da manha e colocar em pratica a brincadeira de pegar galhos secos na floresta. Olhei para Lucas e nada delatava em seu rosto o que acontecera naquela noite. Fiquei tranqüilo com a certeza de que ele achava ter tido algum sonho erótico. Mais uma vez fomos separados em grupos. Desta vez por duplas e no sorteio Luciano seria meu parceiro para recolher galhos para fogueira. Eu, no meu interior até torci que fosse Lucas meu colega no jogo, mas o destino agiu a seu modo e também não era isso que eu queria pra mim, gostava de garotas e não iria querer ficar pegando na piroca de Lucas todo o tempo. Pegamos a trilha que o instrutor mapeou para que não nos perdêssemos e seguimos em frente. Alguns minutos depois, deparamos com uma bifurcação não existente no mapa. Luciano e eu logo vimos termos nos perdido e que o mais certo era pegar o caminho de volta. Subimos pela encosta da floresta e resolvemos parar um pouco para descansar, uma cachoeira era ouvida a poucos metros dali, curiosos fomos até lá conferir. Deparamo-nos com um lugar de uma beleza espetacular! a queda d'água parecia um véu branco de tão bonita e abaixo um lago azul de águas calmas e convidativa a um mergulho. Olhamos um para o outro e descobrimos termos pensado a mesma coisa, embora fizesse frio, não resistiríamos a tentação de um mergulho naquele paraíso escondido pela mata. Tiramos nossas botas, bermuda, camiseta e de cuecas como duas crianças pulamos dentro daquele lago que mesmo com o frio que fazia mantinha suas águas numa temperatura agradável . Mergulhamos, nadamos brincamos, descobrimos um paraíso que batizamos como "Refugio dos perdidos" e riamos daquela situação que nos metera-mos sem querer. Era quase hora do almoço e já deveríamos ter voltado ao acampamento, mas constatamos estarmos perdidos e resolvemos ali ficar, pois seria mais fácil sermos encontrados. Nas mochilas que carregávamos havia biscoito e um cantil com água que serviu de refeição enganando o estômago. Disfarçadamente, eu ousava olhar para o belo corpo de Luciano que apesar de ter a mesma idade que eu, 14 anos, era mais desenvolvido e sua cueca molhada denunciava um volume avantajado, mesmo estando de membro mole. Lembrei de Lucas e no que acontecera e tinha duvidas se ele realmente dormia ou fingia aproveitando minha curiosidade. O sol esquentara bastante e Luciano convidou-me para um novo mergulho, mas que dessa vez seria melhor que nadássemos pelados deixando a cueca secar numa das pedras . Ficamos nus e mergulhamos mais uma vez naquele lago azulado, brincávamos de jogar água um no outro e dar caldos para ver quem tinha mais fôlego debaixo d'água cristalina. Cansados, fomos até a margem do lago e numa pedra de tamanho gigantesco deitamo-nos lado a lado aquecendo-nos com o sol que brilhava fortemente. Um silencio se fez. E num rompante que me deixou sem ação, Luciano virou-se para mim e num tom de voz autoritária disse querer o mesmo que eu fizera com Lucas durante a noite na barraca. Perdi a voz, o fôlego e o sangue sumiu-me das veias. Nunca poderia imaginar que Luciano assistira a tudo que houve ou então Lucas contara a seu irmão gêmeo o que ocorrera . Percebendo meu espanto, chegou-se mais perto de mim e pude sentir sua excitação. Calmamente, Luciano pegou minha mão e levando-a até seu membro que de tão duro que estava parecia uma barra de ferro, fez com que eu o segurasse e sentisse sua pulsação. Mais uma vez senti uma estranha emoção ao segurar numa rola dura . Ficava confuso, mas meu libido atiçava e eu gostava daquela sensação nova para mim. Luciano percebendo minha timidez, abraçou-me e procurando meus lábios deu-me um beijo que a principio resisti mas logo depois cedi a sua língua que invadiu minha boca impetuosamente. Deitando-se sobre meu corpo Luciano colocou sua vara dura, que deveria ter uns 17 cm já, entre minhas coxas, beijando-me a boca, lambendo meu pescoço descendo ate meus mamilos mordiscando-os me fazendo uma presa fácil a sua sedução. Custava crer que ele tinha a mesma idade que eu. Em matéria de sacanagem Luciano era professor, eu era virgem em todos os sentidos da palavra e nunca imaginei que minha iniciação fosse acontecer com dois colegas de colégio, imaginava-me sempre comendo minha prima que era uma putinha da hora. Aos poucos eu relaxava e Luciano aproveitava percebendo que eu estava gostando do que ele fazia em meu corpo de adolescente. Ficando de pé Luciano ordenou que eu me ajoelhasse frente a ele. Obedeci e dei de cara com aquela vara grande e grossa balançando no meu rosto. Percebi o que ele queria que eu fizesse e mesmo sem experiência coloquei aquela pica dura na boca e passei a chupa-la entre envergonhado e desajeitado. Luciano gemia dizendo que eu estava chupando legal mas podia melhorar e dar um bom trato na sua espada. Aquelas palavras me emputeceram e endoidei de vez, comecei a fazer igual havia visto num filme pornô, lambi freneticamente a cabeça de sua rola, subia e descia com a língua por toda extensão daquela vara e gulosamente engoli-a toda, fazendo-a sumir em minha boca para espanto de Luciano que delirava de prazer e iniciando um vai e vem na minha boca ,como se a estivesse fudendo, segurou-me pelo cabelo e derramou em minha garganta uma enorme quantidade de porra quente que engoli sem querer, tamanho era seu tesão em esporrar na minha boca o que me fez gozar abundantemente sentindo aquele leite quente invadir minha garganta. Luciano continuava a fuder-me a boca parecendo querer esporrar mais uma vez , mas de algum lugar escutamos o grito do Inspetor a nos procurar . Foi só o tempo de vestirmo-nos e com cara de santinhos assumir que havíamos nos perdido no caminho. De volta ao acampamento fomos motivos de risos e zombarias, mas nada nos incomodou pois nos encontramos ao nos perdermos. A tarde correra tranqüila. Recolhemos alguns lixos deixado por turistas irresponsáveis, percorremos outras trilhas sem que nos perdêssemos novamente, sendo que dessa vez o grupo todo estava conosco. Uma coisa me intrigava. Luciano teria visto eu alisando o pau de Lucas ou esse havia contado ao irmão que eu o masturbara dormindo? Esse pensamento rondava minha cabeça constantemente. A noite caíra e nos reunimos perto a fogueira para tocar violão, contar historias e uma cumplicidade entre os gêmeos e eu pairava no ar. Chegou a hora de nos recolhermos as barracas e dormir o sono dos justos. No chega pra lá e chega pra cá em nossa barraca, acabei ficando entre os dois gêmeos e brincávamos como adolescentes empurrando um ao outro, puxando os cobertores alegremente. Por uns segundos ficamos quietos e um clima diferente pairou na barraca, fez se um silencio só interrompido por uma coruja que teimava em ficar na arvore próxima a nossa barraca. O sono vinha chegando quando senti a mão de Luciano tatear minhas coxas acariciando-as e ao mesmo tempo ,Lucas pegava em minha mão pousando-a sobre seu pau que estava duro e pulsante. Fiquei atônito, paralisado, não sabia o que fazer, os dois irmãos pareciam querer iniciar uma brincadeira deliciosamente perigosa entre nos três. Foi Luciano que tomou a iniciativa e virando-se para mim olhou-me nos olhos e suavemente beijou-me os lábios. Lucas aproveitando, tirou seu pau duro para fora do moletom fazendo com que eu o segurasse enquanto ajeitava o corpo de modo que seus lábios também tocassem os meus. Não entendia o que acontecia, mas estava gostando e deixando os gêmeos me usarem gostosamente. Enlouqueci quando senti as línguas dos dois irmãos misturarem-se na minha. Era um prazer indescritível que tomava conta de mim. Os gêmeos alisavam meu corpo ofegantes enquanto aos poucos se despiam para logo depois me deixarem totalmente sem roupa também. Continuava a troca de línguas. A sensação de me sentir sendo beijado acariciado pelos irmãos me faziam esquecer que éramos três rapazes na adolescência e ali estávamos trocando experiências nos descobrindo dando um ao outro o prazer que buscávamos. Suavemente, senti a boca de Luciano mordiscando, lambendo meus mamilos enquanto Lucas me beijava e eu apertava seu pau duro em minhas mãos. Nosso instrutor havia deixado uma lamparina acesa que iluminava o suficiente dentro da barraca para que pudéssemos um admirar o corpo do outro . Excitava-me a semelhança dos gêmeos. Era incrível mas eram idênticos em quase tudo se não fosse a pequena diferença na grossura de seus membros. Luciano era mais dotado que Lucas indiscutivelmente. Apesar de sermos adolescente, tínhamos em media uns 17 cm de rola cada um o que nos fazia excitar . Deixava alegremente os gêmeos abusarem do meu corpo. Suas línguas e mãos percorriam-no todo arrepiando-me enquanto cada uma de minhas mãos seguravam firmemente aquelas pirocas duras e pulsantes de tesão. Num movimento rápido, os dois puseram-se de joelhos próximo a meu rosto e suas rolas duras roçavam meus lábios levando-me a loucura de querer chupa-las ao mesmo tempo. E foi o que aconteceu, os irmãos segurando suas picas forçavam-nas em minha boca e de forma suave passei a lamber-lhes a glande ora um ora de outro. Eles gemiam abafados e eu sentia o sabor de seus líquidos sorvendo-os deliciosamente. Não conseguia saber qual pau era o mais gostoso, ambos eram saborosos viris e a sensação de estar ali com os dois cacetes na boca me faziam endoidecer. Já sem cerimonias, eu chupava-lhes gulosamente suas picas e eles apertavam meus mamilos alisavam meu peito com tanta experiência que mais uma vez pensei que os dois transavam entre si. Eram muito novos para saberem tanta sacanagem assim. Em meio aquela putaria, Lucas moveu seu corpo e para minha surpresa abaixou-se abocanhando meu pau que latejava de tesão. Sentir sua boca chupando minha vara fez com que eu engolisse mais uma vez por inteiro o belo cacete de Luciano que no comando de tudo ordenava em voz baixa que o irmão mostrasse a mim como se chupa um bom pau duro. Estávamos alucinados, os três. Lucas chupava meu pau com maestria fazendo-me estremecer enquanto Luciano fodia minha boca com sua vara dura fazendo-me senti-la na garganta. Em um novo movimento de corpos, vi quando Luciano segurando no pau de Lucas, leva-o ate sua boca e inicia um boquete tirando gemidos do irmão que chupava deliciosamente meu pau. Tudo era novo para mim. E ter aqueles dois irmãos, gêmeos, ali, naquela barraca numa puta duma sacanagem me fazia cada vez mais tesudo e entregava-me por completo aquele prazer novo e maravilhosamente excitante. Mais uma vez senti aquela sensação de que o prazer explodiria em segundos. Estávamos os três excessivamente excitados e nossas bocas sentiam as rolas aumentarem de tamanho e em conjunto, os três esporraram abundantemente um na boca do outro em gemidos abafados e espasmos violentos de tesão pelo prazer de sentir nossas gargantas serem invadidas pela delicia daquelas porras quentes que nos fazia sugar um o pau do outro voluptuosamente . Voltamos a nos beijar e sentíamos um o gosto da porra do outro e lambíamos nossas línguas delirantemente abraçando-nos como se não quiséssemos que terminasse aquele prazer . Por alguns minutos permanecemos em silencio e na minha cabeça os pensamentos se confundiam. Eu nunca sentira atração por homens e os gêmeos tinham um comportamento tão imperativo que não desconfiaria nunca que pudesse acontecer o que rolava naquele fim de semana. Acordamos pela manha e a cumplicidade que nos envolvia era silenciosamente encoberta pelos afazeres do acampamento. Olhavamo-nos furtivamente e em certas situações nos pegávamos excitados disfarçando pra que o resto do grupo não percebessem nossas travessuras. Torcíamos que a noite logo chegasse e parecia infinito o dia que teimava em brilhar naquela montanha fria e ensolarada. Finalmente estávamos de novo em volta da fogueira. A noite estava espetacularmente bela, estrelada e fria. Era nossa última noite ali na montanha, e eu sentia ansiedade em saber se meus dois amigos iriam querer mais uma vez ter como sobremesa sorvete e chantily. Ouvimos atentamente as ordens da instrutora que acordaríamos mais cedo do que de costume para podermos arrumar o acampamento e aproveitarmos o máximo possível daquele belo lugar. recolhemo-nos a barraca e antes mesmo que pudesse trocar de roupa, Luciano, como sempre mais sacana, murmura pro irmão se ele havia reparado que eu tinha uma bundinha linda . Lucas acena com a cabeça afirmativamente e pede que eu fique de pé na barraca de costa para ambos poderem observa-la mais. Envergonhado e excitado com aquilo tudo. deixei-me levar pelo desejo dos gêmeos que não esconderam a excitação ao ver que realmente eu tinha uma bela e gostosa bundinha carnuda. Ambos já alisavam seus membros e alguma coisa dentro de mim dizia que os gêmeos iriam tirar o meu precioso cabacinho. Inexplicavelmente, eu estava gostando daquela estranha forma de me iniciar sexualmente. Propositadamente, inclinei-me para frente fazendo com que minha tenra bundinha ficasse amostra para os dois irmãos e abrindo-as com as mãos fiz com que eles enlouquecessem ao verem meu anelzinho virgem de uma cor rosada piscar como se implorasse ser enrrabado. Ambos se descontrolaram e fizeram-me ficar de quatro sobre as cobertas e passaram a alisar minha bundinha com as mãos sofregamente. Luciano atreveu-se e colocou seu dedo na portinha do meu cuzinho forçando a entrada, eu respondi com um grito de dor e prazer. Inabaláveis, escutei quando Luciano confirmava para o irmão de que aquele cuzinho era realmente virgem e senti um prazer inimaginável quando ambos começaram a passar a língua por toda minha bunda e fazendo-as encontrarem-se no meu cuzinho. Fiquei louco. Perdi totalmente a noção do que iria acontecer ali, só senti o prazer de ter as duas línguas sacanas explorando avidamente meu anelzinho deixando-o desejoso em sentir aquelas varas duras em seu interior. Os sacanas lambiam, chupavam meu cuzinho virgem de maneira estonteante deixando-me completamente tesudo a mercê dos dois. Estava de quatro e cheguei achar engraçado quando os gêmeos decidiram num par ou impar qual iria ser o primeiro e ter o privilégio de tirar meu cabacinho. Lucas levou a melhor. E enquanto lambuzava seu pau com um tipo de creme Luciano posicionou-se de pernas abertas a minha frente oferecendo o belo cacete para que eu o chupasse. Cai de boca naquele membro grosso e com uma certa experiência adquirida mamava-o gulosamente arrancado suspiros de prazer de Luciano. Lucas segurou-me firmemente pela cintura pincelando a cabeça do pau em meu buraquinho enquanto Luciano ordenava com voz tremula e sacana que o irmão me fudesse gostoso o cú, deixasse-o abertinho pra que ele depois metesse a sua vara também. Aquelas palavras me excitavam e eu estava quase implorando em ser fodido de uma vez. Lucas encosta a cabeça de sua rola em meu anelzinho e forçando lentamente sua entrada fez com que eu me retraísse pela dor que sentira. Mas suas mãos seguraram-me firme e sem piedade senti quando ele jogando o corpo para frente introduz quase que de uma vez seu pau duro dentro de mim o que me fez largar de chupar Luciano e pedir que parassem com aquilo tamanha dor que senti. Lagrimas vieram-me nos olhos e os gêmeos claramente demonstraram querer ir ate o fim daquela brincadeira florestal. Por segundos Lucas ficou com sua vara enterrada por completo sem fazer nenhum movimento para que eu me acostumasse e relaxasse. Luciano puxou-me pelo rosto colocando seu pau novamente em minha boca enquanto enxugava as lagrimas que rolavam em minha face. Lucas acariciava minha bunda e aos poucos iniciava um movimento com seu pau todo atochado em meu rabinho que não entendi por que passei a gostar e mexer meu corpo como retribuindo aquela nova sensação. Eu empinava a bunda involuntariamente querendo sentir o cacete de Lucas me comendo enquanto chupava feito um louco a piroca grossa de Luciano. Este me fodia a boca furiosamente enquanto, num tom de voz excitada, mandava o irmão me enrrabar, fuder-me gostoso por que depois seria ele a meter a vara em minha bunda gostosa. Aquelas palavras , o cheiro de sexo o entra e sai da vara de Lucas no meu cú e o sabor do membro em minha boca ,deixavam-me excitado sentindo-me um putinho que estava ali sendo fundido por dois deliciosos irmãos. Eu já estava integrado naquela putaria e me entregava totalmente aos gêmeos sem pensar em nada. Lucas acelerara os movimentos de entra e sai na minha bundinha e num grunhido selvagem apertou-me pela cintura enterrou sua vara duma vez avisando que ia gozar derramando uma enorme quantidade de leite quente dentro de mim socando ferozmente seu pau em meu cú enquanto gozava como um louco. O tesão que aquilo me proporcionou foi tão intenso que engoli a vara de Luciano chupando-a tão gulosamente que o fiz chegar ao clímax e ele enlouquecido esporrava em minha boca puxando meus cabelos como da primeira vez fazendo-me engolir toda aquela enorme quantidade de porra que saia de sua rola enquanto me chamava de putinho tesudinho e gostoso. Era o que eu me sentia na verdade, gozando também intensamente com uma vara no cú e outra na boca. Caímos um ao lado do outro exaustos e por alguns segundos pensei que nada mais aconteceria apesar de sentir que meu tesão queria mais. Quando tudo era silencio, Luciano sentou-se e dizendo que agora era a vez dele comer minha bundinha e fez com que eu me deitasse de costas abrindo minhas pernas mandando Lucas segura-las por que ele iria comer um franguinho da hora. Não entendi bem o que ele disse naquele momento, mas ao sentir sua pica encostar em meu cuzinho melado pela porra de Lucas vi que ele me comeria igual eu já havia visto em filmes e fotos pornográficas. Luciano realmente tinha muita experiência, encaixando a cabeça de sua rola, que bem mais grossa que a do irmão, no meu cuzinho , calmamente a fazia sumir introduzindo toda vara em meu rabo que sentiu arrebentar as ultimas pregas que restavam. Lucas sentara próximo ao meu rosto e Luciano deita-se sobre meu corpo procurando minha boca enquanto iniciava lentamente o famoso vai e vem de sua caceta em meu rabo que estava gostando das estocadas que levava. O vigor dos gêmeos era impressionante e eu estava curtindo aquilo tudo com um tesão indescritível. Naquela posição de frango assado Luciano beijava-me na boca enfiava e tirava seu caralho grosso e duro de meu cuzinho fudendo-o com tanta experiência que só me fazia sentir prazer e vontade de querer mais e mais. Meu pau duro era massageado por nossos abdomens e Lucas de joelhos ao nosso lado, ora tinha seu pau chupado pelo irmão ora eu mesmo chupava aquela rola que tirara minutos atrás meu cabacinho. O tesão tomara conta de todos. Luciano sabia o que fazer e socava implacavelmente seu pau grosso no meu rabinho enquanto falava obscenidades em meu ouvido ao mesmo tempo que chupava meu pescoço , mordia meus mamilos chamando-me de garotinho gostoso elogiando minha bundinha dizendo que ha tempos queria me comer pois imaginava que eu teria um cuzinho quente e gostoso e que ele estava ali comprovando suas suspeitas. Entre surpreso e excitado eu estava ali gostando do que acontecia, tinha o pau de um dos garotos mais cobiçados do colégio no cú e não menos cobiçado a rola de seu irmão gêmeo fudendo-me a boca gostosamente. Enlouquecia a cada bombada que Luciano dava em meu rabinho e chupava tesudamente a pica de Lucas. O calor na barraca era intenso e lá fora fazia 10 graus ajudando a esquentar mais aquela sacanagem. Luciano mordendo meu ouvindo dizia que ia gozar, que ia encher meu rabinho com sua porra e que daquele dia em diante eu seria deles e de mais ninguém. Eu ficava descontrolado com aqueles dois e sabia que meus impulsos de inexperiência aumentava o tesão deles por mim. Luciano colocou travesseiros em baixo da minha bunda e segurando minhas pernas para cima estocava cada vez mais forte sua rola grossa em meu cuzinho que apertava-lhe o pau deixando-o louco de tesão. Lucas sentou-se sobre meu tórax colocando sua vara na minha boca fudendo-a mais uma vez. Eu estava em transe, não sabia o que era mais gostoso ou qual dos gêmeos era o mais gostoso e me entregava aos dois alucinadamente. Aquela loucura estava atingindo o clímax total. Eu não agüentando mais comecei a esguichar porra por toda parte enquanto sentia Lucas gozar mais uma vez em minha boca seu delicioso e quente leite e Luciano num gesto furioso atocha o pau por inteiro em meu cuzinho enchendo-o de porra quente gemendo alto e socando fortemente a vara no meu rabo fazendo-me sentir o calor de seu esperma nas entranhas. Pensei ter ali acabado mas não satisfeito ainda, Luciano ordenou que Lucas ficasse de quatro e de um golpe só meteu sua grossa vara no cú do irmão que visivelmente adorava ser enrrabado por Luciano que após socar furiosamente o cú do irmão, chamou-me e ordenou que eu enrrabasse Lucas. Hesitei, mas o próprio Lucas incentivou-me e pela primeira vez eu penetrava meu pau em alguém. Fiquei louco de tesão ao sentir como era gostoso aquele rabinho quente e me senti homem, macho fudendo gostosamente o cú de Lucas que vibrava com meu cacete atochado em sua bunda deliciosa. Vi quando Luciano deu seu pau para Lucas chupar e descontroladamente fui sentindo que ia gozar, aumentei as estocadas e gostosamente senti pela primeira vez o que é gozar de verdade . Esporrei como um louco dentro do delicioso rabo de Lucas que chupava Luciano e os três acabamos mais uma vez gozando juntos com um prazer que não se explica, a gente sente e guarda dentro de nos. Adormecemos ali exaustos pelo prazer. A barraca cheirava a porra e sexo e fomos acordados pela instrutora que deu uma putiada por termos dormido alem do limite atrasando a viagem de volta. Sorrimos maliciosamente um para o outro e retornamos a nossas casas. Trocamos telefones e ate hoje, eu Luciano e Lucas praticamos em conjunto o que aprendemos nas ferias naquele acampamento inesquecível. |
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