Festa de despedida com os empregados |
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Depois que acostumei a levar pau do Alemão e mais um, começamos a aprontar cada vez mais. Trepamos na piscina do clube, dentro do carro no Parque do Ibirapuera em pleno dia, fomos em bares de puta onde o Alemão me oferecia pros machos, trepamos dentro desses bares, ele fodendo e outros passando a mão e gozando em cima de mim. Fomos várias vezes num bar de swing em Moema, onde trepei até com 6 machos ao mesmo tempo, e nesse dia eu não sabia nem de quem era o pau que tava me fodendo. Era pau dia e noite, eu não sei como eu aguentava aquilo. Um dia o Alemão não quis trepar, eu achei que ele tava desistindo de mim. Não me importei muito, porque já tinha outros machos pra me comer (alguns que conhecemos nos bares e viraram nossos amantes), e amar mesmo só amo o Corno. Além disso, ele tava me saindo um amante muito caro, cheio de caprichos. Mas não era isso, ele tava era me preparando uma surpresa. No dia seguinte fomos almoçar, voltamos pra casa e ele me levou direto pro quarto. Chegando lá, já saquei tudo que ia acontecer. Estavam no quarto o caseiro e os dois pedreiros, deitados na cama, pelados. Trepamos de todo jeito. Fui ensanduichada diversas vezes, e ele começaram a se revezar na xota e no cu. Foi um delírio, certa hora eu tinha o Alemão no cu, um pedreiro na buça, outro pedreiro na boca e o caseiro na mão. Gozei como nunca. Fiquei toda doída. Chegou uma hora que eu pedi pra parar, porque não aguentava mais, mas o meu querido Alemão queria mais e mandou o caseiro chamar o motorista. Eu já tava zonza, meio anestesiada, e então dei pro motorista também. Quando acabamos eles disseram que era um tipo de festa de despedida das nossas putarias, porque o "patrão" ia chegar dalí a 2 dias. Quando lembrei disso, fiquei apavorada. Levantei, nem me vesti e chamei todos os empregados (inclusive os pedreiros e o caseiro). Chamei até a decoradora, que tinha visto e ouvido muitas cosas naqueles dois meses. Falei com todos que o Corno ia chegar e que eu não queria que ninguém falasse nada do que tinha acontecido naqueles dias. Disse também que se o Corno oferecesse dinheiro pra eles contarem, eles deveriam ficar quietos e depois falar comigo, que eu pagaria o dobro pelo silêncio deles. Foi então que fiquei sabendo que ele tinha pago também a governanta pra contar tudo. (O resultado foi que assim que o Corno chegou, tive que pagar alguns mil reais pra calar a boca daquela corja!). Aí comecei a me preparar pra chegada do Corno, escolhi o cardápio do jantar, mandei providenciar flores pra casa toda, mandei comprar lençóis de seda novos pra minha cama, lingerie extra provocante... essas coisas que todo marido traído merece. Quanto aos meus machos, dispensei todos e disse que foi um prazer, etc etc. Ainda trepei com o Alemão com muito carinho e muita putaria naquela noite, de manhã ele foi embora e eu tinha pouco mais que 24 horas pra esperar pelo Corno cheia de saudades e tesão. |
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