Fita incriminadora |
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Olá, meu nome é Sandra e vou relatar o que me aconteceu há dois anos. Sou loira, casada, tenho 32 anos e uma filha. Sou do tipo muito gostosa. Recebo muitos cantadas dos homens na rua e principalmente dos meus colegas de trabalho. Um dia quando já ia saindo do serviço, meu chefe ( vou chamá-lo de Roberto ) me chamou ao seu escritório e falou que tinha um relatório que estava em cima da sua mesa e que era pra mim pegá-lo e levar pra casa e dar uma olhada, como de costume. Só que neste dia, assim que entrei em seu escritório ele fechou a porta e trancou-a. Ele falou que queria me mostrar uma coisa. Ele ligou o vídeo e me mostrou uma gravação que me deixou apavorada. Tinha uma cena em que mostrava eu tirando dinheiro do caixa da firma e colocando na minha bolsa. Ele disse que estava tudo bem, desde que eu fizesse uma coisa que ele estava afim há muito tempo. Ele disse de supetão que estava doidinho para comer a minha buceta e que se eu desse pra ele não iria contar pra ninguém nem me despedir. Dei um tremendo tapa na sua cara ao qual ele me devolveu na hora e disse na maior calma que eu tinha até outro dia pra resolver. Fui pra casa arrasada sem saber o que fazer, o que dizer. Meu marido estava desempregado e não tinha coragem pra dizer a ele que eu estava roubando do meu patrão. No outro dia ao sair do meu trabalho eu tentei argumentar com Roberto, mas ele foi taxativo. Ou eu dava pra ele ou então iria me despedir e ainda ia me processar. Sem saída resolvi me entregar a ele. Quando eu pensei que ele me levaria para um motel, ele foi direto pra seu apartamento. Meu coração bateu mais forte, ele deveria estar maluco, afinal eu moro no mesmo andar que ele ( Sua mulher tinha viajado com suas duas filhas). Até então eu estava com o maior ódio de Roberto, mas as carícias que ele me fazia me deixava louca e a lembrança do meu marido e da minha filha ao lado me excitava mais ainda. Depois de uns quinze dias eu entrei de férias e por incrível que pareça eu sentia a falta de Roberto. Mas eu não podia dar bandeira, a esposa de Roberto tinha voltado de viagem. Numa tarde a campainha tocou e quando abri era o Roberto. Ele disse que não agüentava mais e que estava morrendo de tesão por mim. Foi logo me abraçando e me beijando ( meu marido estava viajando fazendo uns bicos com meu cunhado ) mas a Paulinha ( minha filha ) estava em casa neste momento tomando banho. Minha vontade era a de me entregar a ele naquele momento mas não podia. Ele falou que seria uma rapidinha, mas argumentei que seria muito arriscado. Ele falou que tinha comunicado ao pessoal da firma que iria encontrar com um cliente muito importante e que iria demorar muito tempo, talvez nem voltasse a firma. O Roberto me falou que tinha um plano para podermos ficar a sós. Perguntei a ele qual era e disse que era pra mim confiar nele. Ele abriu a sua mala e tirou uma máscara e uma corda. Ele colocou a máscara e me amarrou falando que diria a minha filha quando saísse do banho que seria um assalto. Quando a Paulinha saiu do banho enrolada na toalha o Roberto amarrou-a também braços e pernas. Depois de ter fingido de ter procurado alguma coisa para roubar ele voltou a sala e disse que já não tinha nada para ser roubado ele iria se divertir um pouco. Eu estava fazendo uma cara de assustada mas estava doidinha que me levasse pro quarto pra fazermos loucura. Mas qual não foi a minha surpresa quando começou a desabotoar a minha blusa e deixou os meus seios amostra ( não estava usando sutiã ) acariciando-os com as mão na frente de minha filha. Desde o início eu percebi qual era a sua jogada, mas pensei que ele me levaria pra um cômodo diferente a que minha filha estivesse. Eu não podia dar bobeira e dar a entender que eu conhecia o Roberto e mais ainda que eu tinha armado aquilo com ele. Tentei argumentar com o suposto assaltante que, já que ele estava mal intencionado, pelo menos me levasse para um quarto, que minha filha era apenas uma criança e que ela poderia ser preservada daquela humilhação. Ele me perguntou qual a idade dela e falei que era apenas 12 aninhos. Ele disse que era uma idade boa pra aprender essas coisas e que melhor aprendizado que ela poderia ter do que com a sua própria mãe? Mal acabou de falar e abriu a braguilha e colocou o seu cacete pra fora e me pediu pra fazer um boquete legal nele. Eu estupefata, não acreditando que ele iria tão longe, olhei para Paulinha que estava com os olhos arregalados, não sei se era com sua ousadia ou por causa do tamanho do cacete dele. Quando dei por mim ele já estava abaixando a minha saia junto com a calcinha e deitou no sofá e começou uma bela chupada na minha buceta. Ele fazia isto com maestria e não tinha como não ficar molhadinha. Depois ele me sentou e levou seu caralho na altura do meu rosto e excitada como estava não esperei que ele pedisse de novo. Já fui fazendo um tremendo boquete gostoso nele já nem importando que minha filha me observasse. Ficamos umas duas horas trepando, fazendo um 69, tocando o órgão sexual um do outro. Mais tarde ele me desamarrou e me colocou de quatro e começou a me penetrar por trás. Eu fingi ( para não dar muito bandeira para minha filha ) dizendo que não gostava de fazer sexo daquele jeito. Era mentira e Roberto sabia disso pois em todas as nossas transas ele comeu meu rabo. Ele falou que era porque meu marido não sabia comer um bunda gostosa, que depois que ele me comesse eu iria ficar viciado em dar o rabo. Quando ele acabou de me comer ele teve a cara de pau de me perguntar, olhando para a Paulinha, quem comia a meu cu melhor se era ele ou meu marido. Eu disse, mentindo, que não tinha diferença, que com os dois era ruim. Então ele perguntou qual o cacete era maior. Ele estava me deixando sem graça com aquelas perguntas, pois Paula podia perceber que eu estava mentindo nas respostas. Disse mais uma vez que não sabia, que não tinha prestado atenção. Então ele pediu para mim chupar mais uma vez seu cacete enfiando-o todo dentro da minha boca, ou melhor, quase todo, pois sobrava alguns centímetros e que desta vez é para mim prestar bem atenção que quando eu chupasse o meu marido eu poderia certificar qual era o maior. Enquanto ele me dizia essas coisas ele desenrolou a toalha de Paulinha e começou a acariciar os seus pequeninos seios. Eu parei de chupar para protestar, mas Roberto disse que eu continuasse e que não era direito só os dois se divertirem um pouco enquanto ela só assistia. Aquilo já estava passando das medidas e eu não podia deixar as coisas continuar. Falei, senhor não sei qual o seu nome nem quem você é. Mas já fiz de tudo o que você queria e que já era ora de ele ir embora nos deixando em paz. Disse num tom de voz para o Roberto perceber que aquilo estava indo longe demais e que já estava na hora de parar. Ele disse tudo bem, eu vou embora e vou deixá-las sossegadas. Mas só para terminar eu quero só mais duas coisinhas. Eu disse o que você quer? Ele me amarrou outra vez, depois ele levou o seu cacete de frente ao rosto de Paulinha e falou: quero que ela faz o boquetizinho gostoso em mim. Roberto já estava exagerando as coisas demais da conta e o pior é que eu que tinha incentivado esta brincadeira que já estava achando que era de mal gosto. Enquanto estava imaginando um meio de impedir isto vejo o Roberto colocar a mão na cabeça de Paulinha e não é que sem nenhuma resistência ela começa uma chupetinha. Estarrecida, e pra acabar logo com isto, eu perguntei qual era a outra coisa que ele queria. Ele falou que enquanto a Paulinha fazia aquele boquete gostoso nele é pra eu chupar a sua bucetinha. FAZER O QUÊ??? Chupa a bucetinha dela, porque se não eu mesmo vou chupar e depois vou tirar o cabacinho dela. Senti que Roberto não estava brincando, e que tinha caído numa armadilha. Totalmente arrependida daquilo eu agachei e com nojo comecei a tocar a língua na xoxotinha de minha filha que só tinha uns penugenzinhos. Mas o estranho é que ela estava totalmente ensopadinha. Não estava acreditando, mais Paulinha estava hiperexcitada. Mordi de leve seu clitóris e ela contraía todinha. Inacreditavelmente, eu que nunca tinha tido uma experiência com uma mulher, já estava gostando daquilo, apesar do peso da consciência me torturar. Depois que Paula gozou com a minha boca na sua buceta, Roberto foi embora. Eu fiquei olhando com vergonha para a Paulinha, sem saber o que dizer. Ela perguntou se eu ia ligar para a polícia. Eu disse que não, que não sabia quem era e que tinha vergonha de disser o que aconteceu para os policias e disse também que era melhor esquecer tudo aquilo e que nem seu pai devia saber. Ao que a Paulinha respondeu, mas eu sei quem é. —Sabe? Como? Quem era, perguntei pálida. —Era o Sr. Roberto, o seu chefe. —Como você sabe que era ele. —Eu reparei que na mala tinha o nome dele. —Deve ser coincidência, protestei afinal quantos Roberto não existem por aí. —Mas com o mesmo nome da firma em que a senhora trabalha. Não tinha mas jeito de negar e já que estava toda enrascada achei melhor contar tudo. Abri o jogo com ela, desde a fita gravada com a cena do roubo, a chantagem do Roberto até o fato de no final de eu gostar de transar com ele e inclusive a armação do roubo que era tudo tramado comigo. Mas o fato do Roberto de ter colocado ela no jogo não fazia parte do combinado e que eu pedia desculpa. —A senhora tem que contar tudo para o papai. —Não posso, o Roberto vai me despedir e ainda vai me processar. —A senhora não pode ficar traindo papai assim, ele não merece. —Não é que ele merece ser traído, é que a circunstância me obrigou a isso e seu pai esta desempregado e morro de vergonha de os outros saberem que desfalquei a firma. —A senhora deveria pensar nisto antes, mamãe. —É, você fica falando aí, dando uma de santinha, mas bem que gostou de chupar um pau bem gostoso, né, como se fosse um picolé. —Não inventa, mãe, fiz aquilo porque fui obrigada. —A mim não me pareceu que você estava sendo forçada, pelo contrário chupava com maior volúpia. E você acha que não percebi que quando chupei a sua bucetinha com a língua não notei que ela estava toda molhadinha. Neste momento ela ficou vermelhinha de vergonha e percebi que toquei o seu ponto fraco e insisti neste caminho. Você estava toda excitadinha porque estava com um belo caralho na sua boquinha ou porque ia sentir a minha língua quente na sua bucetinha lisinha.? Mãe, disse Paulinha , ver se isto são termos de falar com a sua filha. Eu não podia deixar a Paulinha contar isto pra ninguém, por isto continuei na mesma tecla. Porque se foi a minha língua que deixou você toda ensopadinha posso chupar a sua bucetinha de novo, na hora que você quiser. Mãe, claro que não foi nada disso, eu estava sem graça, vi ele fazendo tudo aquilo com a senhora e depois ele passou na minha frente com aquele negócio no meu rosto e lembrei como a senhora engolia tudo aquilo eu tive vontade de fazer também, por curiosidade. É verdade que até que gostei mas fui obrigada a fazer aquilo. —Então deixa eu chupar a sua bucetinha de novo e vamos ver se ela não vai ficar toda molhadinha de novo. Ela olhou para mim espantada e disse: a senhora não está falando séria? Claro que estou e depois eu deixaria você chupar a minha buceta também. ( Não era nada agradável dizer tudo isto a minha filha, mas eu já estava enrolada demais para deixar que ela contasse tudo isso a alguém ). Acabei de falar e lasquei um beijo na sua boca e levei o dedo na sua xaninha que como desconfiava estava toda molhadinha. Fui descendo os lábios no seu pescoço, beijei levemente seus pequeninos seios que ficaram entumecido instantaneamente. Abri suas pernas e fui direto na sua bucetinha. Ela ainda tentava resistir mas continuei chupando freneticamente e ela gozou rapidamente. Ela dizia, mãe isto não está certo. Não podemos fazer isto. Como já disse, isto realmente não me agradava muito, mas percebendo que era só passar levemente a língua na sua buceta que se descontrolava toda de tesão, continuei a chupar e virei de modo que a minha buceta ficava de frente da sua cara ela não resistiu e começou a me chupar também. Por incrível que pareça, isto me deixou alucinada de prazer. Eu, uma mulher desejada por vários homens, fazendo um delicioso 69 com outra mulher sendo ela minha filha e tão novinha. Depois desse dia, além de mãe e filha, nos tornamos amiga, companheira e amantes. |
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