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Contos Eroticos

Iniciado pelo novo amigo

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O fato que vou relatar aconteceu recentemente com uma pessoa que conheci num chat. Por vários meses mantinha contato com esta pessoa (via chat) que estava morando em outro país. Certo dia recebi um e-mail dele avisando que voltaria ao Brasil e querendo combinar um encontro para nos conhecermos, o que aconteceu exatamente duas semanas após o seu desembarque em São Paulo. Marcamos num barzinho mas tudo sem maiores compromissos. Apesar de freqüentar diariamente os chats GLS, nunca tive qualquer envolvimento com outro homem. Gosto de bater um papo saudável e de conhecer histórias e experiências referentes a este outro lado sexual (homossexualismo), ainda condenável e perseguido pela nossa sociedade. Seu nome era Cassiano, tinha uns 28 anos, corpo cuidado, bonito de rosto, inteligente e nada afeminado (era tão discreto que até duvidei que ele já tinha tido experiências homo). Chamava a atenção de quase todos que estavam naquele barzinho (a mulherada não parava de olhar para ele). Conversamos sobre vários assuntos e ele me convidou para ir ao seu apartamento tomar um drink e conversarmos mais à vontade (mas sem qualquer malícia ou compromissos, pois ele sabia que apesar de respeitar e ser simpatizante, eu não queria envolvimentos com alguém do mesmo sexo). Na casa dele, conversamos sobre suas experiências (preferencialmente ele era PASSIVO em quase todos os casos que tinha tido, mas se não me dissesse, jamais suspeitaria de algo). Antes de ir embora, fomos ao quarto dele dar uma visitada num chat. Depois de um tempo, foi a uma daquelas salas que trocam imagens de uma pessoa com a outra (ele tinha vídeo conferência). Conversou com um cara (que não mostrou o rosto, apenas seu pau duro enquanto se masturbava). Eles transaram virtualmente na minha frente. Quando vi um volume crescendo sob as calças de Cassiano, praticamente não li mais nada no monitor, pois não conseguia tirar os olhos daquela vara pulsando toda hora sob sua calça. Em pouco tempo, ele libertou seu membro e começou a se masturbar. Fiquei impressionado com o tamanho e a beleza daquele pau. Era perfeito (parecia o daquelas fotos que costumamos encontrar nas salas de chat). Com uma mão ficava se masturbando e com a outra, acariciando seu próprio cuzinho (chegou até a enfiar todo seu dedo nele). Quando gozou foi uma loucura. Nunca vi ninguém gozar tanto assim. Grande quantidade e ia longe, tanto que espirrou em seu rosto e lambuzou o teclado. Cheguei até a ficar com pau duro ao ver aquela cena. Ele se limpou e como era tarde, voltei para casa. Uns dias depois, recebi um telefonema dele me convidando para ir a uma festa na casa de uns amigos que não viam desde sua viagem inicial. Seria um churrasco numa casa de campo numa cidade próximo à capital. Ele disse que o pessoal era animado e tinha piscina. Que poderíamos nos divertir bastante. Após um tempo, acabou me convencendo e no sábado seguinte estava em seu carro indo para a festa junto com ele. Chegamos por volta das 10:30 e como o sol estava forte, fomos ao vestiário nos trocarmos para curtir a piscina. Tinha bastante gente em volta da piscina e o amigo dele começou as apresentações. Pessoal animado e simpático. Foi difícil guardar tantos nomes de uma só vez, mas todos estavam tratando a gente como se fossemos velhos amigos (a maioria o Cassiano também não conhecia). Lá pelas 11:30 chegou mais gente. Estava tomando sol olhando o pessoal ao lado de Cassiano enquanto tomávamos uma cerveja. De repente percebi um detalhe. Não havia nenhuma mulher naquela festa, só homens (uns 25 caras talvez...). Tinha uns dois os três carinhas que às vezes davam uma escorregada com trejeitos mas bem discretamente. Fiquei quieto só analisando o ambiente. Havia tomado algumas cervejas e precisava ir ao banheiro. Quando abri a porta do vestiário presenciei uma cena que só havia visto em fotos do chat: tinha um cara em pé, com a sunga abaixada e um outro de joelhos chupando seu pau. Cheguei bem na hora que o cara tirou seu pau da boca do outro e esporrou no rosto dele. Apesar do "choque inicial", fingi que não vi nada e fui esvaziar minha bexiga. Ao sair, os dois estavam me olhando enquanto o cara que havia recebido o jato de porra se limpava. Sai rapidamente do vestiário e deitei ao lado de Cassiano (que estava de bruços tomando sol... neste momento reparei que ele também tinha uma bundinha deliciosa, arredondada, empinhada...uma verdadeira delícia). Fiquei pensando no que tinha visto e passei a observar melhor a situação daquela festa. Cassiano levantou e na volta, trouxe dois copos de batida de coco com vodka. Quando estava terminando, criei coragem e falei para o Cassiano o que tinha visto. Ele respondeu: "Ah cara, você não se tocou ainda? Aqui todo mundo, sem exceção, são entendidos". Fiquei quieto e apenas observando o movimento. Não podia acreditar naquilo. Pareciam apenas amigos jogando papo fora (fiquei até um pouco revoltado por ele não ter me dito nada antes). E continuou: "Você nunca ouviu falar de reuniões e festas gays? Então, você está em uma...daqui a pouco a coisa começa a esquentar..." Eu perguntei "esquentar como?" Ele riu e disse apenas "Aguarde e verá. Você terá muita inspiração para escrever seus contos eróticos a partir de hoje...é só esperar.." Cassiano e eu ficamos tomando sol e bebendo mais um pouco daquela batida que estava muito boa. Um pouco depois do meio dia, três caras estavam meio alegrinhos e brincando em volta da piscina. Após o mergulho dos três, dois deles seguraram o terceiro e começaram a beijá-lo na frente de todo mundo. Um encoxava o outro dentro da água mesmo. Parecia uma epidemia...uma contaminação geral, pois por todo lado que olhava, via cenas de carícias, beijos e pegação entre todo mundo. Muitos já haviam gozado...outros estavam iniciando. Apenas Cassiano e eu estávamos quietos tomando sol e olhando. Cassiano até que estava excitado vendo aquilo e eu, meio chocado. O amigo de Cassiano nos convidou para participar. Comecei a ficar inquieto. Não sabia onde aquilo poderia parar e comecei a pensar em ir embora. Cassiano viu minha preocupação e me tranquilizou: disse que nada iria acontecer comigo se eu não quisesse. Ele se levantou e foi chupar o pau de seu amigo. Estava uma verdadeira suruba. Todos (de alguma forma) estavam transando com todo mundo, inclusive o Cassiano. Eu era o único cara livre e quieto em meu canto. Me servi de outra dose de batida e fiquei reparando com detalhes a situação (diversas historias poderiam ser contadas...acho que ficaria uns 10 anos escrevendo sem parar...posições de penetração que nunca tinha visto ,,,,uma loucura). Após uns 40 minutos testemunhando aquilo, a bebida começou a subir um pouco e deitei para tomar sol. Olhando para meu corpo, percebi que meu pau estava agitado como doido dentro de minha sunga, quase saindo para fora. Cassiano chegou perto e me convidou a participar. Disse que não estava a fim...tudo bem em olhar, mas não queria entrar nessa história. Virei-me de bruços e fiquei quieto tomando sol. Ele disse ao meu ouvido "Cara, como sua bunda é gostosa! Sou passivo, mas com uma bunda dessas até que gostaria de ser ativo com você". Olhei assustado para ele e ele disse: "Fica frio! Estou brincando.." e voltou a participar da suruba. Tinha um grupinho de uns 5 caras próximo do local onde estava. Um deles de aproximou de mim e começou a passar a mão em minha bunda e querendo me beijar. Disse que não estava a fim, que não queria participar, mas outros começaram a me rodear passando a mão em meu corpo e ignorando meus apelos. Comecei a me debater dizendo para pararem com isso pois eu não queria. Me seguraram no chão e o primeiro cara se deitou sobre meu corpo me encoxando. Sentia um puta volume roçando em minha bunda. Fiquei desesperado pois eram muitos e não conseguia impedir. Usavam até força para me segurar. De repente vi Cassiano chegar perto e dizer para deixar-me em paz, que eu era seu namorado e que não curtia sexo grupal apesar permitia ele praticar à vontade. Não deram importância e continuaram me encoxando, passando a mão beijando meu corpo. Cassiano teve que tirá-los à força. Em seguida me levantei e sai com ele para dar uma volta, longe daquela área de luxúria total. Estávamos próximos ao carro dele e Cassiano pediu desculpas por eu ter passado por aquilo e perguntou se realmente eu não estaria a fim de experimentar algo desse tipo. Respondi que não, e ele disse que não acreditava muito pois desde a hora que tínhamos saído da piscina estava reparando que meu pau permaneceu duro o tempo todo. Fiquei sem jeito e encostei-me no capô do carro. Ele se posicionou à minha frente e ficou um certo tempo me olhando fixamente. Parecia estar hipnotizado pois também não conseguia tirar meus olhos dele. Não sei o que me deu; se foi gratidão por ele ter me ajudado uns minutos antes, ou a beleza de seu corpo e rosto, ou um magnetismo inexplicável saindo de seus olhos e me envolvendo, mas fiquei totalmente sem reação e sem dizer uma só palavra. Ele parecia uma serpente, uma naja hipnotizando sua vítima e prestes a dar o bote fatal. Ele se aproximou de meu corpo, esfregou suas coxas nas minhas (sempre me olhando diretamente nos olhos) e disse em voz baixa e sacana: "Vamos lá cara, estou com um puta tesão por você. Você realmente mexeu comigo... esses seus olhos claros, seu rosto, sua bundinha, você de sunga fica um tesão; olha só meu pau: está pulsando por você, quero você, quero te iniciar ....quero te comer ..." E ele começou a raspar seu pau duro em minha coxa, próximo ao meu pau. Minha mente estava vazia, não conseguia pensar em nada. Apenas senti um impulso e atração irresistível por aquela situação. Ele começou a me abraçar aproximando seu rosto do meu. O contato de pele com pele me deixou atordoado, meio dopado e sem qualquer tipo de reação. Quando ele encostou seus lábios nos meus iniciando um delicioso beijo cheguei a pensar em afastá-lo, mas fiquei sem movimentos. Queria sair dali e, ao mesmo tempo, continuar fazendo aquilo. Minha cabeça deu um nó. Estava confuso e entregue passivamente à ação daquela cobra venenosa que estava me envolvendo lentamente em seus braços. Começou a acariciar meus cabelos, beijando minha nuca e pescoço. Fiquei com a respiração acelerada mas sem reações. Ele foi descendo e beijando meu peito, abdômen até chegar com sua boca em meu pau que pulsava sem parar sob a sunga que estava usando. Passou a lamber meu pau por cima da sunga percorrendo toda sua extensão, indo para a virilha e coxas. Estava alucinado de tesão. Fechei os olhos e resolvi apenas curtir aquela sensação gostosa. Lentamente ele baixou minha sunga até os joelhos libertando meu pau. Ficou lambendo um certo tempo até que enfiou lentamente em sua boca, iniciando uma chupada que jamais havia sentido. Aquela boca quente e úmida envolvendo meu pau com movimentos de vai e vem me deixou totalmente sem reação. Após uns cinco minutos, quando estava prestes a gozar, ele parou e rapidamente abriu a porta do carro pegando uma sacola de dentro de seu interior. Voltou a ficar na minha frente me abraçando, beijando e raspando seu pau em minhas coxas. Não resisti e coloquei minha mão em seu pau que parecia uma pedra de tão duro. Era a primeira vez que pegava um pau que não fosse o meu e instintivamente, comecei a massageá-lo ritmicamente, batendo uma para ele. Ele começou a emitir sons abafados de prazer, o que aumentou o tesão que estava sentindo. Depois voltou a ficar de joelhos à minha frente reiniciando aquela chupada gostosa. Com uma das mãos, pegou um tubo de KY na sacola, encheu a mão e passou na entrada de meu cuzinho. O contraste da temperatura quente do ambiente com o gel frio me deixou arrepiado. Ele massageava a entrada de meu cuzinho com os dedos espalhando o gel. De repente senti seu dedo começar a me penetrar. Estava bem lubrificado e parecia que meu cuzinho engolia aquele dedo ao invés dele estar forçando a sua entrada. Nessa ora quase gozei na boca de Cassiano. Estava totalmente entregue àquela situação e fui inclinando-me para trás, deitando sobre o capô do carro. Estava naquela tradicional posição de "frango assado": eu deitado sobre o capô do carro e Cassiano posicionado à minha frente entre minhas pernas. Ele se deitou sobre meu corpo e senti aquele belo cacete raspando na entrada de meu cuzinho. Ele sussurrou ao meu ouvido "Tesão....vou te comer agora ..não se preocupe, vou devagar e te fazer gozar como nunca gozou antes". Fiquei balançando a cabeça negativamente enquanto ele colocava uma camisinha. Continuava sem reação. Senti aquele pau sendo posicionado na entrada de meu cuzinho e sendo forçado lentamente. Mordia meus lábios pois estava doendo muito e ele sussurrando ao meu ouvido que eu era um tesão mesmo, que estava uma delícia. Sentia fisgadas misturado com ardor. Era muito desagradável a sensação e até meu pau começou a amolecer. Em poucos minutos, ele tinha colocado quase tudo e parou um tempo para que eu relaxasse e acostumasse com aquele invasor (tinha acabado de ser iniciado nesta prática, coisa que nunca pensei que teria coragem de fazer). Ele segurou meu pau e começou a me punhetar gostosamente. A sensação de ter algo preenchendo e pressionando internamente meu cuzinho apertado e de sentir estímulos caprichados em meu pau, fizeram com que ele retornasse à atividade, ficando mais duro que estava antes. Não sei como ele fez, mas conseguiu me masturbar enquanto iniciava seus movimentos de vai e vem, bombeando cada vez mais rápido. Era uma mistura de dor e prazer, acompanhado de gemidos abafados pelos dois (o que aumentava ainda mais meu tesão). Ficou me comendo assim por uns 5 minutos até que não resisti mais e gozei como nunca tinha feito antes. Gozei tanto que chegou a cair em meu peito. Conforme ia ejaculando, meu cuzinho apertava o pau de Cassiano levando-o à loucura. Ele estava ofegante e senti que ele iria gozar. Lentamente ele retirou seu pau de meu cuzinho recém inaugurado, subiu em meu peito, tirou a camisinha e me fez chupar agarrando minha cabeça e puxando de encontro ao seu pau. Não demorou muito e percebi que iria gozar, pois estava tentando retirar seu pau de minha boca para gozar em meu rosto. Literalmente perdi a cabeça com aquela situação, pois não deixei que ele retirasse seu pau de minha boca, agarrando seu pau e mantendo ele preso a ela. Ele me avisava que não agüentava mais, que iria gozar, que não conseguiria esperar nem mais um minuto. Eu travei aquele cacete em minha boca e intercalava fortes sucções com movimentos rápidos de vai e vem. Ele ficou desesperado e implorava para soltar seu pau, que iria gozar. Segundos depois, ele começou a despejar seu esperma, contraindo seu corpo com espasmos e emitindo sussurros de prazer em voz um pouco mais alta. Ele inundou minha boca com sua porra. O primeiro jato foi direto à garganta (não tinha como evitar e acabei engolindo aquilo) e depois ele ejaculou mais umas 5 ou 7 vezes. Ela estava cheia e comecei a engolir aquilo enquanto succionava anda mais seu pau, arrancando forte gemidos de prazer de Cassiano. A primeira ejaculada como foi direto à garganta, quase nem senti o gosto. As outras ficaram um tempo na boca e pude sentir o gosto de porra (realmente não é muito bom, mas a situação, o clima gerado por isso é altamente excitante). Fiquei mamando ainda aquele pau mais uns minutos sem deixar que Cassiano retirasse de minha boca. Depois veio a pior hora. Não sabia o que falar e nem como agir. Sentia-me envergonhado por aquilo que acabara de fazer. Sempre respeitei a opção sexual de todo mundo, mas nunca tinha imaginado que um dia iria me envolver sexualmente com um homem. Estava confuso pois apesar da vergonha, tinha sido muito gostoso. Cassiano percebeu isso e como um analista experiente começou a me tranqüilizar dizendo que isso é normal. Pediu desculpas por ter me seduzido daquela forma (por sinal, ele deve ser PHD nisso) e explicou que sempre teve vontade de fazer algo comigo, desde a época que mandava contos via chat a ele (quando ele não morava no Brasil) e depois que me conheceu pessoalmente, sua vontade tinha aumentado. Que tinha me convidado para esta festa torcendo para que rolasse algo. Disse também que queria ser enrabado por mim (o que me atraiu e muito pois ele tinha uma bunda maravilhosa, redondinha e com poucos pelos....cacete, ele era gostoso de corpo inteiro e sabia fazer muito bem as coisas... eu disse que concordava e que só precisava de um tempinho para recuperar as energias). Fomos ao vestiário nos limpar e voltamos à piscina. Eram 13:30 e o clima em volta daquela piscina tinha acalmado um pouco. Uns estavam dormindo (ou cansaço ou bebedeira). Outros conversando normalmente como se nada tivesse acontecido. Aquele grupinho de 5 caras estavam do outro lado da piscina apenas nos encarando. Deitei no chão para pegar um pouco de sol enquanto Cassiano foi buscar mais umas batidas. Após um tempo, ele disse que já voltava pois precisava ir ao banheiro. Fiquei sozinho na piscina bebendo e olhando os outros (alguns recomeçaram uma transa sem se importar com a presença dos outros). Notei que faltavam algumas pessoas, inclusive Cassiano que literalmente desapareceu por uns 20 minutos. Percebi um certo movimento no vestiário (entra e sai toda hora) e fui até lá ver. Quando entrei no local, estava rolando uma suruba geral. Deveria ter uns 15 caras lá dentro; um chupando o outro, um beijando o outro; um colocando o dedo ou comendo o outro. Havia um grupinho de uns 7 caras (inclusive aqueles 5 caras que tentaram ter algo comigo) num canto rodeando um daqueles bancos compridos de vestiário. Parecia que estavam assistindo alguém ser comido enquanto se masturbavam em volta do banco, fechando uma roda. Fiquei curioso e cheguei mais perto para ver. Quando vi o que estava acontecendo, fiquei sem reação, em estado de choque. Cassiano estava deitado no banco, todo amarrado e com uma meia enfiada na boca para abafar seus gemidos. Um daqueles caras estava comendo sem parar meu amigo (na posição frango assado). Um outro chupava o pau dele e outros ficam beijando seu corpo e se masturbando sobre ele. Vendo sua expressão, percebi que aquilo não era exatamente a realização de uma fantasia, mas sim que estava sendo forçado a fazer aquilo. Deveria ser o segundo cara que estava comendo ele e pelo visto, todos iriam fazer o mesmo. Cheguei perto e disse para soltá-lo, para deixarem ele em paz. Nessa hora, fui agarrado por não sei quantos que me arrastaram para um banco do lado , deitando-me de bruços. Pegaram cordas e começaram a me amarrar também. Fiquei com os braços e pernas abertas e amarrados aos pés do banco. Enfiaram uma das meias de Cassiano em minha boca e prenderam uma outra dando volta em minha cabeça. Sem falar nada, senti minha sunga ser abaixada e alguém deitou-se sobre meu corpo. Senti um pau se esfregando em minha bunda. Escutei do lado de fora alguém gritar "Suruba no vestiário!!!". De repente parecia que a festa tinha mudado lá para dentro. Aquilo foi uma loucura. Faziam fila para comer o Cassiano e meu cuzinho. Eram muitos, se masturbando e gozando sobre nossos corpos enquanto outras pessoas enrabavam a gente. A maior parte deles achavam que isso era esquema normal (realização de fantasia) e não se importaram com nossa reação de desespero. Alguns chupavam o pau de Cassiano que chegou a gozar algumas vezes. Na posição que estava, só podia me esfregar no banco e apesar de estar sendo submetido àquilo, gozei umas 2 ou 3 vezes com os movimentos de vai-vem que eram transmitidos ao meu corpo. Após aqueles 5 caras terem comido alternadamente tanto o cuzinho de Cassiano como o meu (e terem gozado em nossos rostos), eles sumiram da festa (os safados aprontaram uma boa com a gente e depois saíram de fininho indo embora). Mas ainda estávamos sujeitos àquela euforia toda dos outros. Alguns entraram no barco e comeram a gente também, mas a grande maioria ficou só passando a mão, beijando, acariciando nossos corpos e gozando sobre a gente. Isso durou até que o amigo de Cassiano entrou no vestiário e viu a situação dando um basta (a loucura do vestiário durou quase 1 hora e meia). Ele ficou revoltado com todos perguntando o que estavam fazendo. Se achavam que era realmente isso que queríamos e começou a mostrar a gente. O pessoal ficou totalmente sem jeito ao ver tanto o cuzinho de Cassiano como o meu sangrando muito... o nosso estado real e a cara de sofrimento dos dois. Desamarraram a gente pedindo desculpas pois achavam que queríamos aquilo. A suruba acabou nessa hora. Depois que nos limpamos (estávamos totalmente lambuzados - não havia uma parte de nosso corpo sem porra...até nos cabelos - e marcados com chupões) nos trocamos e fomos à piscina avisando que iríamos embora. O pessoal veio se desculpar com a gente e dizer que tinham feito uma reunião entre eles para discutir o assunto. Ficou marcado um "acerto de contas" com aqueles 5 caras que tinham aprontado com a gente usando todo mundo. Todo mundo iria aprontar com eles numa outra festa que já estavam organizando. Eu disse que não participaria de mais nada e sai com o Cassiano. Na volta, ele tentou me convencer de participar dessa vingança e disse que ainda queria dar para mim. Mas isso demoraria um certo tempo, só depois que nos recuperássemos daquela experiência. Demorou muito tempo, mas acabei experimentando aquele cuzinho delicioso num outro dia. Depois disso, concordei em participar daquela vingança (o que me introduziu definitivamente no mundo homossexual).... mas essas são duas histórias que conto numa outra oportunidade.


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