Madame Cristine |
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Madane Cristine resolvera que ia viver intensamente, buscando prazer sem preocupação com limites. Sempre fora uma mulher recatada, dedicada a família, ao marido e ao trabalho. Mas, de repente sentiu fortes desejos e resolveu saciá-los. Durante a maior parte do seu dia cumpria suas obrigações profissionais e matrimoniais, não havia queixas. Mas à noite se transformava. E agora vou contar uma das estórias que viveu. Sábado a noite, Madame Cristine, vestiu um vestido longo e justíssimo com uma abertura lateral que deixava a mostra suas belas pernas. Avisou ao marido que tinha um compromisso na empresa e pediu a ele que a levasse até lá. Quando lá chegaram prometeu que tão logo terminasse ligaria para que ele viesse busca-la. Beijou-o e desceu do carro pegando um táxi logo, em seguida. E foi para uma boate. Entrou chamando atenção pela beleza e elegância, sem, entretanto olhar pra ninguém. Sentou-se e pediu um drink. Em seguida assistiu ao primeiro show de strip-tease que começava no pequeno palco. O clima era de total erotismo e sensualidade e, Cristine sentiu-se excitada... O show continuava com gestos e gemidos e todos assistiam extasiados. A platéia começava a se aproximar do palco, enquando mais luzes se apagavam, mais na penumbra ficava todo o ambiente. Cristine levantou-se e aproximou-se mais do palco, onde já havia um aglomeramento de pessoas. De súbito, sentiu-se prensada por alguém. Sentiu o volume de um cacete duro pressionando sua bunda. Permaneceu imóvel, como se não nota-se nada, mas sentia cada vez mais intensa apressão sobre seu corpo... Uma voz cálida perguntou se estava incomodando. Ela, lentamente, sacudiu a cabeça dizendo que não. Em seguida sentiu as mãos do desconhecido abrindo seu vestido e um cacete em brasa roçando suas coxas. Estava aturdida e sentiu-se fazendo movimentos de vai-e-vem enquanto sentia o calor do membro entre suas pernas. Quase não acreditou quando sentiu suas próprias mãos direcionando o membro para sua xota molhada. A penetração era frenética e ela sentia seu corpo explodir de prazer. Quase desmaiou quando a porra quente jorrou em suas entranhas. Sorriu feliz, não olhou para trás e pediu ao estranho que saisse sem dizer mais nada. Ajeitou-se, pagou a conta e saiu. Por ora a festa tinha acabado. Pagou o celular, ligou para o marido pedindo que viesse busca-la. Estaria esperando em frente a firma. Eduard Luca. |
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