Melhor estar acompanhado do que sozinho |
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Meu amigo e eu fomos passar o carnaval em Parati onde os pais dele tem uma casa de na praia, aliás, a casa dá direto na praia. Chegamos no sábado e teríamos a semana inteira pela frente pois trabalhávamos na mesma firma e há muito tempo havíamos compensado no serviço para justamente podermos desfrutar deste merecido descanso. Nesta mesma noite saíamos à caça. Apesar de termos vistos muitas bundas e peitos de fora e até conversado com algumas garotas, não pintou nada e acabamos indo dormir completamente bêbados. Passamos a tarde de domingo na praia e à noite novamente fomos à luta. Cansados de tanto beber e sem conseguir nada, resolvemos ir embora. Viemos andando pela praia e faltando uns quinhentos metros para chegarmos em casa, Beto resolveu entrar no mar. Estava uma noite escura, nublada mas muito quente e ele tirou toda a roupa e entrou no mar completamente nu. Beto gritou me chamando para entrar, dizendo que estava uma delícia a água e não resistinto à tentação, tirei toda a roupa e entrei também. A água realmente estava uma delícia e a sensação de entrar na água completamente nu, se juntou ao tesão contido e meu pau ficou duro feito uma rocha. A água batia um pouco acima da cintura e Beto, chegando perto de mim disse: --- Deixa eu ver se você também está de pau duro, ao mesmo tempo em que já segurava meu sexo. Ainda tentei me esquivar mas ele tinha agarrado com força e acabei caindo dentro d'água. Enquanto tirava a água do meu rosto, Beto, que estava ajoelhado, enlaçou minhas nádegas com a outra mão ficando com seu corpo colado ao meu. E ele disse novamente: --- Eu não vou fazer nada, fique calmo ! Eu senti na perna seu sexo também dão duro quanto o meu e ele continuou: --- Não é uma delícia sentir uma outra mão segurando o cacete da gente? E eu respondi que sim. Então ele disse para eu me ajoelhar também e assim que o fiz, pediu que segurasse o seu cacete igual como ele estava fazendo comigo. No início fiquei um pouco constrangido mas mesmo assim fiz o que pediu. A água estava fria mas na hora que senti aquele cacetão quente na minha mão, meu corpo se estremeceu todo o que não passou despercebido pelo Beto que chegou a rir e a fazer uma gozação dizendo: --- Está vendo como você gostou? --- Seu pau ficou até mais duro ! Quando fiz menção de largar, Beto se desculpou rapidamente dizendo que era só uma brincadeirinha e que ficássemos só mais alguns minutos assim, um segurando o cacete do outro pois estava uma delícia. Realmente eu não poderia negar que estava bom, tanto em sentir a mão do Beto me segurando quanto em sentir o cacete dele na minha. Eu estava de olhos fechados curtindo aquela gostosa sensação, massageando devagar aquele cacete enorme e não havia percebido que Beto já não me segurava mais e tampouco percebi que ele havia se levantado e seu cacete estava praticamente na minha cara. Continuei massageando e senti sua mão acariciando a minha cabeça e nuca, forçando para frente devagarinho. Encontrei apoio em sua barriga e o nosso tesão ficou incontrolável. Ouvi o Beto gemendo e me implorando: --- Abre essa boquinha....... só um pouquinho.........não aguento mais de tesão...... Ele já estava quase chorando e não sei porque atendi ao seu pedido. Quando senti o seu cacete em minha boca, desta vez eu que não aguentei tamanho tesão. Abraçei em suas nádegas e tentava engolir tudo e podia ouvir o Beto quase gritando de tanto tesão. Ele não aguentou muito tempo, gozou tudo em minha boca. Eu engolia tudo que ele despejava, sempre chupando e querendo mais até não sobrar uma gota sequer. Eu havia gozado junto com ele e com muito custo conseguimos chegar à beira da água e ficamos deitados nos recompondo por quase meia hora. A vergonha tomou conta de mim e não tinha coragem de me levantar e encarar o Beto mas felizmente ele teve a iniciativa. Ele estava deitado ao meu lado e se virando em minha direção, segurou a minha mão e disse em voz baixa: --- Foi muito bom! --- Espero que você tenha gostado também e não fique bravo comigo! --- Se ficou bravo, você me desculpa? Como fiquei calado, ele interrogou novamente. --- Heim? E eu disse sim. E ele tornou a perguntar: --- Sim o que? --- Que gostou ou que me desculpa? E então respondi: --- Os dois! Ele deu um sorriso grande e disse: --- Então prova ! Ao mesmo tempo ele levou a minha mão até o seu cacete que já estava duro novamente. Eu o segurei e em seguida me agachei ao seu lado e engoli tudo novamente para provar que não estava bravo. Só para provocá-lo ainda mais, peguei as minhas roupas e saí correndo, rindo, até chegar em casa. Beto me alcançou quando estávamos na sala. Ele pulou em minhas costas feito um garanhão no cio me derrubando no tapete e disse em tom autoritário: --- Agora quero esse cuzinho ! E passando um pouco de cuspe, encostou a cabeça do pau no meu cuzinho. Eu levantei a bundinha pois não aguentava mais em querer sentir aquele pau entrando e me rasgando todo. Eu gritava de tesão sentindo o seu cacete entrando devagarinho, milímetro a milímetro, tudo dentro de mim. Eu robolava e me arreganhava todo ajudando a abrir a minha bundinha com as mãos enquanto ele enterrava tudo sem dó. Só quando sentiu suas bolas encostado em minha bundinha foi que parou de empurrar e passou a tirar e a meter cadenciadamente. A dor inicial foi sendo substituido por um tesão incontrolável e sentir um macho agarrado em minha cintura me fodendo o rabo me fazendo de cadela é simplesmente indescritível. Eu sentia aquele cacete entrando e saindo e meu cuzinho completamente aberto engolindo tudo. Beto me fodeu a noite inteira e gozamos tanto que perdi até a conta de quantas foram. Passamos o resto da semana sem sairmos de casa ou melhor, saímos algumas vezes à noite para transarmos na praia, como da primeira vez. Durante o dia, Beto só permitia que eu andasse com a sunga toda enfiada no rabo, imitando as meninas. Como meu corpo é lisinho, sem pelo nenhum, de costas, realmente dá para confundir e ainda mais depois que ficou a marca do "biquini" na minha bundinha, fiquei uma perfeita gata. Agora, o único problema é fugir do Beto durante o dia, quando estamos no escritório pois ele não consegue ficar perto de mim sem passar a mão na minha bundinha ou que eu faça um cafuné no seu pau. Volta e meia tenho que acompanhá-lo até o banheiro para lhe fazer uma chupetinha e deixar que descarregue todo seu leite na minha boca para se acalmar até a noite quando em sua casa, ele me fode até a hora de dormir. Até para jantar ele me coloca em seu colo peladinho como ele gosta. Quando ele faz serão depois do expediente, fico embaixo da sua mesa mamando seu cacete até ele terminar o serviço. |
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