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Minha priminha no Guarujá

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Bem, o fato que vou contar ocorreu já faz alguns anos, na época, eu tinha 18 anos e minha priminha Pâmela, tinha apenas 18 anos. Pâmela, era baixinha, loirinha, muito gatinha de rosto e seu corpinho era emoldurado com uma bundinha maravilhosa. Eu, como primo mais velho, sempre mantive o respeito mas muitas vezes era impossível naum reparar o quanto ela havia mudado, o quanto seus peitinhos haviam amadurecido e a forma que ela se vestia contribuía para isso. Pâmela usava roupas curtíssimas, shorts que mal cubriam akela bundinha virgem e tops que deixavam a mostra akeles biquinhos redondinhos dos seus peitinhos recém formados. Eu já sou bem diferente dela. Sou alto, moreno e quase o oposto dela. Nós dois sempre brincávamos na praia, pegávamos ondas e depois íamos pra casa a tardinha, onde tomávamos banho, lanchávamos e as vezes a gente jogava baralho ou íamos ao shopping que havia ali perto. Depois, a noite, víamos televisão e como o apartamento era pequeno, tínhamos q nos apertar para dormir. Em um quarto, dormiam meus avós, no outro, dormia minha irmã com a Pâmela e, na sala, eu e meu primo Carlos. Numa certa noite, depois de jogarmos baralho, minha prima veio com umas brincadeiras de ficar fazendo cócegas e tal. Aliás, uma brincadeira muito normal para garotas da idade dela, porém eu, que já era um pouco malicioso, aproveitava descaradamente da situação para tocar as mãos em suas pernas, esbarrar com o rosto em seus peitinhos e encoxá-la como um animal no cio. Minha mãe chegou para acabar com a festa e disse em voz alta: - Meninos, é hora de todos irem pra cama!! Neste dia, havia chegado os pais de Pâmela para ficarem no apartamento, ou seja, minha mãe e minha irmã, tiveram que dormir na sala comigo, meu primo Carlos foi para o quarto e Pâmela que havia discutido com os pais, veio dormir na sala também, para minha felicidade. Eram 3 colchões lado a lado para abrigar 4 pessoas, que em seqüência ficou minha irmã, minha mãe, eu e Pamela. Já deitado, fiquei na minha tentando me controlar para naum fazer nenhuma merda. Pamela, com sua camisolinha azul, estava ao meu lado fazendo aquelas brincadeiras de cócegas. Minha mãe avisou que se naum parássemos com o barulho, teríamos que nos separar. Só assim Pamela parou. Esperei ela dormir para começar a sacanagem. Foi uma hora que pareceu durar um dia, nesta uma hora minha irmã, minha mãe e minha prima apagaram de sono. Foi a hora em que já naum me agüentava, era como se o pecado tivesse dormindo ao meu lado. Ela estava queimadinha de sol, com a cor do pecado. Minha mão automaticamente caiu no seu pé e começou a acariciá-lo por alguns segundos, mas sempre estava atento a qualquer outra reação, minha mào foi subindo levemente, até chegar naquelas coxas de ninfeta da minha prima. Meu pau parecia que estava com febre de tão quente. Comecei a subir mais as mãos até chegar num ponto onde se iniciaria a camisola, não perdi tempo e fui levantando de leve, como minha prima parecia uma pedra dormindo, fui ganhando coragem para avançar naquela aventura. Minha mão chegou na sua calcinha branquinha de rendas, quando senti sua bundinha nas minhas mãos, quase que tive uma ejaculação precoce, perdi totalmente o medo e comecei a beijar suas pernas, desde o pé até sua xoxotinha recém adulta, com pouquíssimos pelinhos loiros. Tentei colocar um dedo, mas não entrava de jeito nenhum, nessa altura minha prima já estava acordada e disse: -Continua com a lingua por favor! O seu pedido foi uma ordem, comecei a chupá-la com vontade e sem medo, apenas com medo da minha mae acordadar e nos pegar daquele jeito. Enquanto eu fui chupando minha priminha ela começou a alisar minhas pernas e dizer: - Vem ca meu gostoso! Cheguei até ela e ela perguntou: Se a gente transar, vai dar pros meus pais perceberem que eu naum sou mais virgem? Eu respondi: Claro que não linda, isso só médico especializado descobre com aparelhos específicos! Nisso, ela pegou no meu pau e disse: -Deixe eu te conhecer um pouco. Ela foi acariciando e eu lhe ensinei como masturbar um homem, logo vi que ela tinha facilidade em aprender as coisas, então ja enmendei e lhe disse como ela devia se comportar no sexo oral. Em alguns minutos ela ja me sugava como uma atriz pornô. Eu como um ser humano, naum aguentei e gozei na sua boquinha quente. Ela, com medo de sujar o colchão, enguliu bastante porra e limpou o resto. Eu dei parabéns pra ela e disse que em sexo oral ela estava preparada para encarar qalquer pica. Naquela noite, paramos por aí. Mas na noite sequinte eu contarei como tirei seu cabacinho...


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