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Contos Eroticos

Mongaguá

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Foi no verão passado que fui passar um fim de semana em Mongaguá, junto com minhas amigas, Jussara e Thais, que são irmãs, logicamente seus pais foram junto(infelizmente), pois estavamos com a libido mais do que solta, imaginem, minhas duas amigas são mineiras e muito morenas, Jussara tinha 17 anos e Thais 15, eu estava com 18 anos, bem loirinha e nós três, saborosíssimas ninfetas de corpo durinho e enxuto, carinhas de safadas, grandes amigas e colégas da academia de ginástica completamente a solta naquela praia enorme e lotada.As duas putinhas tinham trazido os maiôs das aulas de aeróbica, chamar aquilo dde indescente era ser puritana, para quem não sabe é aquele macaquinho que agente usa por cima da roupa de lycra, é muito cavado, em todo lugar, a bunda delas não ficava de fóra, ficava escancarada e perdia-se de vista a tirinha que se enterrava até o cuzinho delas,para não aparecer os bicos das tetas,ja que boa parte dos seios etavam a mostra, elas tinham que andar er! ! étas o tempo todo:" olha esse maiozinho fica roçando no meu grelinho, vou ficar molhadinha desse jeito, vai ficar aparecendo" Nossa, como a Jussara era putinha, estava com os bicos muito duros, dava pra perceber claramente, e sua irmã mais baixa e também mais bunduda estava envergonhada pra sair daquele jeito:"Vão agarrar agente desse jeito, olha ta dando pra ver tudo, não da nem pra entrar na água..."Thais estava uma grande tentação, morena, bem queimada e aquele body branco, mostrava tudo, era claro que ela devia estar praticamente toda depilada, aquele tecido estava completamente agarrado ao seu corpo:"Não esquenta, agente põe uma saida de banho e vai bem longe, lá no Poço das Antas".Um lugar cheio de verde, com umas piscinas naturais com agua corrente, sempre muito fria e frequentada por pessoas dde classe mais baixa.:"voçe esta louca, ta cheio de borrachudos lá, mas também, ninguem encontra agente, porque sair com esses trajes é pedir para ir presa""Eu estava começando a ! ! entender o espirito da coisa, coloquei uma tanga de laçinho era bem mais comportado, embora, bastante diminuto, tenho um verdadeiro bundão, bem saliente, saltado e empinado.Andamos muito ate chegar ao local, cheio de gente, crianças e adultos, numa zona total, continuamos a caminhar, acompanhando o leito do rio, até achar umm local adequado para fingirmos estar tomando sól, após dar fóra em alguns caras, nós fomos gentilmente convidadas a experimentar uma caipirinha feita por um barman, eles estavam meio afastados, uns 20 metros dentro de uma picada, tratavam-se de 3 amigos, faziam cursinho juntos em Sorocaba e passavam uma temporada lá, a caipirinha estava maravilhosa, começamos a beber bastante, influenciadas pela nossa amiga Jussara, tomava longos goles e nós, para não ficar feio, tamavamos também, foi quando eu resolvi tirar a saída de banho e ensaiar uns passinhos do pagode que rolava, não pensei que elas teriam coragem de tirar a saída de banho também, mas o fizeram, as tetas de jussara estavam a mosstra, rapidamente ela se arrumou, mas todos perceberam, começou a tocar a música da boquinha na garrafa, um deles. que era bem mulato e alto, vestia uma sunga com um volume interessante, foi logo batizado de Jacaré, ficamos fazendo um chouzinho, Jussara agachava-se roçava a buceta na boca de um garrafão de pinga, ela punha as mãos nas tetas para não escaparem e descia as ancas como uma vagabunda, muito piór do que a Carla Perez,o tecido invadia sua buceta, de forma que o seu grelinho despontava para o lado e tocava as bordas da boca do garrafão, o volume da sunga do Jacaré havia dobrado de tamanho, certamente não caberia todo ali dentro, Thais não tirava o olho dos outros que estavam sentados nos incentivando, eram dois caipirões enormes, vestiam um short largo e deviam estar sem cuecas pois ela não parava de olhar, nem percebia que um dos seus mamilos estavam duros e desnudos, Jacaré a tirou do transe dando um delicado beliscão no bum bum, e encoxou-a gostosamente, Thais flexionou o corpo para frente e suas duas tetas escaparam do maio:"para, se não vou ficar pelada, ta saindo tudo pra fora, me larga" ela se virou pro Jacaré, mas ja era tarde, o pinto do menino despencou do maio, era grosso, enorme, assustador,Jussara lembrou logo que aquilo era ...:"Cruzes, ele tem uma garrafa dependurda"ela ainda se esfregava na boca do garrafão, lambeu os beiços e gemeu como uma gatinha quando pressionou ainda mais o gargalo contra sua bocetinha.Os dois garotos se esfregavam desavergonhadamente, eram muito atraentes, com suas pernas cabeludas, eu não acreditava, que estavamos fazendo aquilo, o pinto do mulato não parava de ficar maior e ja adquiria uma forma inchada com a chapeleta como cogumelo,infelizmente só vou contar o fim na próxima vez, mamãe esta me chamando...


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