Negra gostosa II |
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Devido ao meu último conto ("Minha Doce Negra" , onde deixei registrado e recebi algumas mensagens estimulantes. Uma delas era de Yolanda (nome verídico, que ela me autorizou a usar), cuja história decidi antecipar ao relato que pretendia contar originalmente (um caso de uma única noite, fica para a próxima). Em sua mensagem, Yolanda dizia ter adorado meu conto e que gostaria de me conhecer melhor. Iniciamos então uma série de correspondências eletrônicas onde ela revelou ser uma negra casada de 41 anos, 1,55 de altura e 59 quilos. Contou-me também que se casara muito jovem, que o marido fora seu único homem até que ela descobriu que ele a chifrava com constância. Depois disso, o sexo naufragou entre eles. Dona de casa, sem formação profissional, ela só não se divorciou devido ao amor aos dois filhos e à estabilidade material de que dispõe. Mas à partir de então ela decidiu que nada mais devia ao marido, escolhendo traí-lo em segredo com um vizinho. O caso durou algum tempo, mas o amante, também casado, acabou se mostrando um homem possessivo e algo violento, o quê a levou a deixá-lo. Como quase não sai de casa, Yolanda passou o último ano em sexo medíocre com o marido, masturbação freqüente, revistas de sacanagem e sites pornográficos na Internet. Ao se deparar com meu conto, ela ficou tesuda com os detalhes da minha aventura interracial e com o meu perfil (29 anos, branco, nível superior) de um homem simplesmente fascinado pelas fêmeas da raça negra. Tanto o marido quanto o ex-amante de Yolanda são negros, e ela adora homens negros, mas ela tinha essa tara secreta de se entregar a um homem branco, de curtir o contraste de cores dos corpos nus de duas raças diferentes. Cheios de tesão um pelo outro, mas morando em cidades diferentes, ela combinou visitar a irmã, que mora por aqui, num final de semana, dando-nos a oportunidade de marcar um encontro em um bar no Centro. Fiquei impressionado pela simpatia e charme natural da negra, mas principalmente por sua beleza sublinhada dentro de um vestido curto e decotado: grossas coxas de ébano, seios fartos, bunda grande... Seus lindos pezinhos (adoro pés femininos) revelavam-se para meus olhos gulosos pelas frestas das sandálias que ela usava. À despeito da minha timidez, conversamos animadamente por algum tempo, até que sugeri que poderíamos continuar nosso bate-papo num lugar mais reservado. Ela concordou e seguimos para um motel. Estávamos ambos tensos e meio encabulados quando nos vimos dentro do quarto, juntos pela primeira vez entre quatro paredes. Liguei uma música lenta para relaxar. Yolanda sentou-se na beirada da cama. Fui para junto dela, começando a beijá-la. Que delícia sentir minha boca contra os grossos lábios daquela negra, minha língua se entrelaçando à dela, nossas salivas se misturando. Deixei minha língua deslizar pelo pescoço da fêmea, enquanto minhas mãos liberavam aquele belo par de tetas da prisão do vestido. Nunca havia visto seios tão grandes. Eram macios e de bicos enormes, chegavam a pesar entre meus dedos. Arranquei o vestido de Yolanda com sofreguidão, deixando minha negra só de calcinha, uma apertada peça branca que de tão pequena se enterrava nos lábios muito escuros de uma deliciosa rachinha cabeluda. Dei um banho de língua e dedos naquela deusa de cor chocolate, arrancando-lhe gemidos e suspiros de tesão. Começando pelo pescoço, ganhei o caminho da nuca, orelhas, costas (descendo pela espinha), coxas, joelhos, tornozelos... suguei e lambi demoradamente cada dedinho dos pés da minha fêmea. Digo "minha" sem dó do marido canalha, que despreza uma mulher tão maravilhosa... boa pessoa e boa de cama. Um idiota desses merece mesmo ser corno, e eu não estava disposto a poupar sua doce esposinha, a quem agora atacava o umbigo com minha língua faminta, fazendo movimentos circulares pela barriguinha. Tirei-lhe a calcinha e a virei de bruços novamente, desta vez para degustar aquele rabo grande e macio com meus dentes, língua e lábios. Abri-lhe o rego e me deparei com o mais lindo cu: preto e carnudo. Ora, minhas mãos deslizavam pela entrada úmida da boceta, passando pelo cuzinho, indo ao princípio daquele reguinho sedoso, para então fazerem o caminho de volta; ora, desferiam tapas precisos naquela bunda generosa, tapas que faziam minha putinha delirar. Sem mais me conter, caí de boca nos cobiçados peitões de Yolanda, mamei por um longo tempo, ao mesmo tempo em que enterrava quatro dedos naquela boceta quente e encharcada. Ela me pediu para penetrá-la, queria que a fodesse sem demora. Mas decidi torturá-la um pouco mais, fazendo-a implorar para levar pau. Sentindo a força dos meus dedos lhe estufando as estranhas, o ataque de minha outra mão ao seu grelinho e minhas lambidas gulosas nos bicos dos seios, Yolanda se derreteu ao berros num forte orgasmo. Livrei-me de minhas roupas. Yolanda ficou fascinada ante a visão do meu pênis, o primeiro de um homem branco que encarava. Sentei-a carinhosamente sobre alguns travesseiros, e passei a esfregar minha pica em seu belo rosto. Ela agarrou o cacete com decisão, levando de pronto à boca. "Caralho gostoso. Vou devorar ele inteirinho", disse-me a gata, e assim o fez, pagando um boquete frouxo e molhado. Yolanda engolia ora o meu saco inteiro, ora minha vara até o talo. Eu gemia como nunca antes em minha vida, ensandecido pelo prazer que aquela negra me proporcionava. Meu corpo todo tremia pela gostosura daquela boca carnuda. Pedi-lhe que me pagasse uma espanhola. Ela apertou minha pica com carinho entre aqueles seios portentosos. Iniciei movimentos de vaivém entre aquelas tetas pretas que faziam minha pica de recheio, enquanto minha glande ia e vinha na boquinha dela. Sentindo a língua da fêmea deslizando pela cabeça do pau, passei a me mover freneticamente naquela boca e seios até que explodi em generosos jorros de esperma. Yolanda engoliu tudo sem pestanejar, continuando a chupar até deixar apenas saliva em meu pau. Aquela boca nervosa não deixou meu pênis se acalmar. Postei minha negra de quatro sobre a cama para comê-la. Que visual! Aquela bunda enorme virada para mim... boceta e cuzinho totalmente escancarados. Pincelei a entrada da xota um pouco com a cabeça do pau, o que arrancou suspiros e um ultimato daquela vaca: "Enfia, meu macho! Enfia tudo! Eu quero essa pica dentro de mim! Me Fode! Me fode, agora!" Meti a glande, ela gemeu. Enfiei o resto da vara de uma só vez, ela gritou. Atolado nas entranhas dela até o talo, passei a acaricia-la no grelo enquanto bombeava forte na xota. Algumas vezes tirava a pica de dentro dela, só para tornar a enfiar de volta de uma única estocada. Ela gozou primeiro, rebolando como uma cobra, as paredes da racha mordendo o meu pau. Não resisti por muito mais e vi estrelas quando meu gozo entupiu a camisinha de porra. Descansamos abraçadinhos na cama, conversando e fazendo juras de amor, por uns quinze a vinte minutos. Tive em todo esse tempo a mão de Yolanda carinhosamente pousada em meu pau. Ao ver minha vara recuperada, deitei-me de costas na cama e pedi a negaça que viesse por cima. Ela não se fez de rogada, sentando-se sobre meu pau, que ela mesma tratou de conduzir com a mão para dentro da xaninha fogosa. Ela desceu o corpo com vontade sobre mim, senti seu peso em meu saco e suas entranhas se abrindo para dar passagem ao caranho. Ela começou um cavalgada vigorosa, intercalada por um rebolado despudorado, como uma dançarina do ventre. Aqueles seios generosos pulavam para cima e para baixo ao sabor de seus movimentos. Sua vagina apertava a pica em movimentos rítmicos. Meti dois dedos no cu da mulher, alargando bem o buraquinho. Eu gemia e gritava como um tarado. Yolanda se contorcia de prazer como uma verdadeira puta. Ela gozou jogando a cabeça para trás, passando a dar verdadeiros pulos no meu caralho. Gozei deliciosamente. Muito suados ao fim da trepada fomos tomar banho juntos. Lavei cada pedaço daquele corpinho achocolatado. De olho naquela bunda grande, pedi para comer seu cuzinho. Ela regateou dizendo sexo anal doía, que fizera poucas vezes com o marido, à despeito de ele ser viciado na modalidade. Disse-lhe para não ter medo, que eu sabia fazer gostoso a bunda de uma mulher como ela, como ela mesma havia lido em meu conto. Ela me confessou ter ficado com água na boca, que ficara se imaginando dando o cu no lugar da minha amiga. "Depois", disse Yolanda, "aquele corno do meu marido deve comer tudo que é bunda aí fora. Pois agora é a mulherzinha dele que vai levar no cu." Busquei um creme de mão que ela trazia na bolsa. Posicionei a putinha debaixo da água fria do chuveiro, com os braços apoiados na parede. Comecei passando cuidadosamente o creme pelo esfíncter. Ela suspirava. Fiz um dedo cheio de creme deslizar para dentro dela. Fui enchendo o reto da fêmea de creme até sentir que ele estava suficientemente escorregadio. Levantei-me. Passei a esfregar lentamente a pica encamisada pelo rego profundo de Yolanda. Mordiscava-lhe a nuca e as orelhas. Meus dedos já castigavam seu grelinho. Foi quando encostei a cabeça do pau contra o esfíncter de Yolanda. Ela suspirou tensa. Enfiei a glande, tirado da negra um gemido sofrido. Ajeitei-me com cuidado e passei a investir lentamente, centímetro por centímetro, dentro daquela bunda gostosíssima. Ela gemia de dor a cada investida, esforçando-se para me acolher com o requebrar de sua cintura. Para meu delírio senti o contato de meus pêlos arranhando aquela bundinha macia, a pica enterrada profundamente. Iniciei movimentos circulares, sem tirar um centímetro de dentro, para alarga-la melhor. A fêmea começava a relaxar no meu cacete, suas pregas tinham sido domadas. Iniciei um lento movimento de vaivém naquele rabo carnudo e apertado. À medida que fui intensificando os movimentos, a puta não tardou em pedir por mais e mais pau. Antes temerosa, agora Yolanda estava dando o cu de pé com total desenvoltura. Ela delirava de prazer. Eu metia como se não houvesse amanhã. Minhas estocadas ficaram tão rápidas que eu tive medo de estar arrebentando as entranhas da gata. Foi, nesse momento, que o cu dela mordeu meu pau numa fortíssima contração da musculatura anal, detonada pelo orgasmo que percorria o corpo de Yolanda da cabeça aos pés. Aquela pressão inesperada sobre a pica me fez gozar na hora. Gritávamos os dois de prazer. Tive de me apoiar na parede para me manter de pé. A negra me beijou agradecida. "Meu cuzinho está em brasas, mas valeu a pena," confessou-me a sacaninha. Deixamos o motel uns quinze minutos depois, e fomos passear pela cidade de mãos juntas como dois apaixonados. Fui até a rodoviária com ela para que vê-la apanhar o ônibus de volta para sua cidade. Despedi-me de Yolanda entre beijos de língua e a promessa de futuros encontros. Se você é negra ou mulata, escreva-me. Posso adorá-la como uma deusa. |
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