No interior de Minas Gerais |
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Em uma pequena cidade no interior de Minas Gerais, onde estive a negócios, foi palco de uma experiência bastante inusitada em minha vida. Ao terminar o trabalho em um cliente, voltei para o hotel, tomei um banho e resolvi dar umas voltas para conhecer a cidade. Não havia muito o que conhecer nem tão pouco o que fazer por lá, então resolvi parar em um barzinho que, pelo visto, devia ser o "point" da cidade. Muitas garotas e rapazes trafegavam por ali. Mas, como em toda cidade pequena, todos se conheciam e eu estava me sentindo um peixe fora d’água e, quando ameacei ir embora, uma garota aparentando uns 19 aninhos, aproximou-se e iniciamos um papo descontraído. O seu nome era Paula, loirinha, olhos celestialmente azuis, corpo magnífico e um sotaque engraçadíssimo. O papo rolava e ela querendo saber o que um forasteiro estava fazendo por aquelas bandas e eu tentando insinuar quais eram minhas verdadeiras intenções com aquela guria, até que chega, para frustar minha investida na ninfeta, um garotão que mais parecia um guarda-roupas daqueles que cabem muitas roupas reclamando o direito adquirido e o título de "namorado da Paulinha". Minha boa educação e bom senso indicaram que estava na hora de me recolher aos meus aposentos, mas o Marcão (apelido sugestivo do namorado da Paulinha) queria uma satisfação da minha parte e da parte da menina. Não preciso dizer que o Marcão tinha mais músculos que cérebro e parecia ser daqueles que batia primeiro e perguntava depois. Logo o BOX rolou solto no bar. Até que com o Marcão e me saí bem, mas o Marcão tinha o amigo Sérjão que tinha o amigo Cyrão que tinha vários amigos "ãos" e assim ouvi uma corneta lá no fundo do meu subconsciente tocando o som do "toque de recolher". Saltei sobre as mesas e, num piscar de olhos, estava do lado de fora do bar, tentando advinhar para que lado ficava o maldito hotel. Quando surge uma imponente pick-up preta vindo a toda velocidade em minha direção e, após uma freada brusca, a porta se abre e uma voz me diz "Entra". Entrei sem pestanejar e, quem era a audaz motorista ????, --a Paulinha. Ufa!!!! Essa foi por pouco, disse ofegante e disparou como uma bala para bem longe do tumultuado barzinho. A Paulinha se desculpou pelos péssimos modos daquele brutamontes que dizia ser seu namorado, e notou que minha boca estava sangrando, parou o carro perto de um canavial, tirou um lenço da bolsa e, suavemente, foi limpando o sangue que escorria da minha boca. Interrompi seu trabalhinho de enfermeira, peguei sua mão e beijei. Percebi que os pelinhos do seu braço ficaram arrepiados. Foi a senha...puxei a blond teen para os meus braços e tasquei-lhe um beijo cinematográfico. Enquanto a beijava, minhas mãos foram acariciando seus pequenos seios ainda cobertos por uma blusinha de seda branca, daí pensei "Pronto!!! Vai rolar um BOX novamente". Para minha surpresa e alegria a Paulinha não só aceitou como começou a soltar uns gemidinhos no meu ouvido e, em seguida, começou a acariciar o meu pau que se encontrava desesperadamente duro. Inciei uma outra briga, dessa vez, muito mais agradável, de me desvencilhar das minhas roupas e a Paulinha das dela. Minha Nossa, que corpo maravilho...iniciamos um delicioso 69 ali dentro daquele espaçoso automóvel e como a garota chupava bem. Ela subia e descia no meu mastro e mordia carinhosamente a cabeça do danado. E eu alternava minha língua entre aquela grutinha minúscula e aquele cuzinho maravilhoso e arrancava gritos da gatinha. E ela gozava e gozava...não tardou e enchi aquela boquinha de porra e ela engoliu o quanto pôde, virou-se na minha direção e me beijou apaixonadamente com a boca toda melada. Ficamos algum tempo nos recompondo até que ela abriu a porta da pick-up e foi para a caçamba do veículo e me chamou: "Vem forasteiro, eu quero que você me coma assim, ao ar livre". Saltei para a caçamba do veículo, abracei a gata por trás, ela segurou a barra de ferro que fica em cima da cabine e empinou o rabinho me permitindo uma visão magnífica daquele corpo juvenil. Agarrei seu cabelo e enterrei violentamente meu cacete naquela grutinha quente e encharcada e, por mais violentas que pareciam ser minhas estocadas a garota me desafiava e pedia para enterrar mais e mais forte, depois pediu para que eu puxasse seu cabelo e batesse na sua bunda e no seu rostinho. Aquilo me deixou louco de tesão e depois compreendi porque ela namorava aquele grandalhão chucro. E eu estocava e batia na garota e ela gritava e dizia "Isso me cobre como um cavalo faz com uma égua, me bate, me fode meu garanhão". No meio daquela foda alucinante, ela pergunta: "Você gosta do meu cuzinho????", não acreditei no que ouvi, mas reagi imediatamente a indireta (direta mesmo), e abaixei um pouco mais a gatinha, cuspi no seu rabinho e no meu cacete e, minha nossa, enterrei o cacete naquele cu de uma só vez, numa só estocada. A Paulinha deu um grito ensurdecedor, mas num canavial, só eu e os pássaros ouvimos. E a cada estocada ela berrava e dizia "Come o cu da tua vadia, come forasteiro, prove da hospitalidade da nossa cidade". E, quando anunciei que iria gozar, ela me empurrou, virou-se para mim, ajoelhou e aguardou ansiosamente que eu jorrasse meu sêmen no seu rostinho ainda vermelho dos tapas que eu havia lhe aplicado. Depois fomos a um pequeno lago ali perto e nos limpamos. Paulinha ainda me pagou um delicioso boquete e, em seguida, me levou ao Hotel. No dia seguinte, após terminar meus trabalhos, tratei de "picar a mula" como diz a população local. Ao dobrar a primeira esquina reparei que Paulinha caminhava na praça abraçada e cheia de carinhos com o Marcão. |
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