O dia em que vi a coisa preta |
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Posso dizer que sou uma mulher bonita, com um corpo cuidado e bem desejado, e também que mantenho um relacionamento legal com meu marido, que jamais se opõe às minhas aventuras sexuais desde que - condição imposta por ele mesmo - seja sempre o primeiro a saber, e com todos os detalhes. Assim fazendo, tenho o trânsito livre, pois descobri que ele curte de montão essas aventuras principalmente porque sou responsável o bastante para me cuidar e não colocar em risco minha família. Só que às vezes, todo cuidado é pouco e, mesmo sem querer, a gente se vê obrigada a ceder a coisas não programadas. Foi assim que aconteceu e, graças a Deus, acabei não tendo nada a lamentar mas, se não tivesse cedido, quem sabe? Era domingo e eu tinha saído de casa para levar meu filho à rodoviária, enquanto meu marido ficou em casa vendo futebol pela televisão. Após meu filho ter embarcado, um temporal me fez aguardar que o tempo melhorasse para poder voltar para casa. Foram uns quinze minutos de muita chuva. Quando o tempo melhorou, quem disse que o carro pegava? Insisti e nada. Insisti outra vez e nem sinal. Uma terceira e a bateria pareceu dar sinal de fraqueza. Vendo minha agonia, dois rapazes vieram conversar comigo e se propuseram a me ajudar. Um deles pegou o volante, enquanto o outro, ajudado por várias pessoas, empurrava o carro, que pegou logo adiante. Quando pensei em agradecer, me surpreendi com a entrada, a meu lado, do que empurrava o carro. Tentei oferecer-lhes dinheiro mas o que estava ao volante pondo o carro em movimento, foi logo dizendo que uma mulher bonita como eu devia pagar com amor. Nessa hora eu gelei. Parecia que estava sendo raptada, tive medo do que poderia acontecer após servir de pasto à luxuria daqueles dois e me arrependi, naquele momento, de lhes ter pedido ajuda. Só que não havia ninguém a quem pedir socorro e fiquei quieta, esperando os acontecimentos, que não tardaram. Eles interpretaram meu, silêncio como consentimento e, enquanto Jorge me passava a mão pelo rosto, me, dizendo que eu era uma mulher muito bonita e sensual, Lucas foi logo alisando minhas coxas, perfeitamente expostas porque eu estava com uma curta bermuda. Apesar do medo, o tesão começou a acender e confesso que tive desejo de ir para a cama com aqueles dois homens, um branco - Jorge - e outro negro - Lucas. E acabei por indicar, como me pediram, um motel, embora pedindo que não me machucassem e não demorassem muito, porque meu marido ficara me esperando. Já na suíte, à meia-luz, eles me tiraram, toda a roupa e começaram a me chupar por inteiro, de uma forma que deixei até de pensar nas conseqüências daquele rapto. Em seguida, os dois também ficaram pelados e pude sentir o que me esperava logo depois, pelo calibre e o tamanho dos dois paus que se, apresentaram. Foi só aí que eles me disseram que, se eu fosse legal e fizesse de tudo, nada me aconteceria de mau. Comecei a chupar o negro cacete de Lucas, até porque nunca tinha tido o prazer de ter nas mãos e na boca um pau preto. Parecia ferro de tão duro, uma cabeçorra que luzia de tão negra. E apalpei, beijei e suguei feito louca. E não só mamei mas devorei aquele pau sem usar as mãos em meus movimentos de vaivém, até sentir as pulsações de seu gozo. Após o primeiro jato em minha garganta, tirei a boca e fiquei extasiada. Após ter saciado a sede de Lucas, pude dar atenção a Jorge, que me chupava feito louco, passeando a língua da minha vagina até meu ânus, sugando meu clitóris e levando-me à loucura em gozo. Inverti a posição e o chupei também, mas não o deixei gozar em minha boca para não perder o gosto de Lucas. Bem lambuzado, e já doido para gozar, Jorge me pediu que ficasse de quatro, na ponta da cama, que, ele queria comer a minha bunda. E aquele monumento redondo e grosso me fez gritar de dor, antes de me enlouquecer de prazer. Pedi então que colocasse tudo, se enfiasse todo, e me fizesse gozar. Meus gritos acordaram Lucas, que se posicionou para que eu o chupasse novamente, enquanto ainda era enrabada por Jorge. Assim, fiquei atochada com um pau no cu e outro na boca, que se movimentavam em movimentos ritmados. E me chamavam de puta, gostosa, cadela, vagabunda. Eu vibrava. Quanto mais eles me ofendiam, mais eu enlouquecia com aqueles dois paus, mas não demorou muito. Passados alguns instantes, Jorge gozou, me enchendo o cu com seu leite quente, e eu também gozei alucinadamente e Caí estatelada na cama.Lucas então se levantou e veio enfiar seu mastro em minha boceta, onde gozei não sei quantas vezes, até que ele finalmente também gozou. Depois; tirou o pau e veio esfregando por meu corpo, até trazer seu leite a minha boca, onde mamei o que restava. Após um descanso de alguns minutos, disse-lhes que já era tarde, que tinha que ir embora, e foi aí que o medo voltou. Se eles tinham me raptado, poderiam me prender indefinidamente ou fazer o que quer que fosse com receio de que eu os denunciasse. Foi aí que, percebendo o medo estampado em meu rosto, eles perguntaram o que afinal estava acontecendo comigo e tive a grande surpresa quando, sinceramente, lhes contei meus receios. Eles não eram bandidos, estavam apenas chegando a cidade quando me encontraram. Disseram ter pensado que eu aceitara transar com eles por gosto e até mostraram seus documentos para provar tudo. De volta para casa, encontrei meu marido já preocupado com minha de mora e lhe contei minha aventura, detalhe por detalhe. E sabem o que aconteceu? Ele me levou para a cama e me chupou e me comeu todinha. |
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