O eclípse de um cabaço |
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Viajávamos a trabalho, com uma equipe da nossa empresa e, já tarde, o evento do qual participamos estava terminando e fomos, com grande parte dos convidados, para a parte externa do salão assistir ao último eclipse lunar do século que aconteceu naquela noite. O astral daquele momento foi algo difícil de descrever. Apenas nos olhamos, e trocamos, talvez, algumas palavras. Nada que fizesse prever o segundo eclipse daquela noite. A noite fria da região serrana do Rio pedia algo mais e alguns decidiram que devíamos esticar em algum barzinho da região onde dançamos e bebemos um pouco mais. Já na madrugada voltamos todos ao hotel para nos recolher. Quando nos despedíamos arrisquei perguntar baixinho o número do seu quarto. E ela respondeu, também baixinho: "110!" Trabalhávamos juntos há anos e em inúmeras ocasiões havíamos ficado sozinhos, terminando algum trabalho e, além do nosso olhar, nunca havíamos sequer insinuado o tesão que sentíamos. Despedimo-nos todos e momentos depois eu descia ao 110. A porta abriu-se e não perdi tempo, agarrei-a com força, o pau duro roçando sua boceta. Ela parecia assustada, nos abraçamos e beijamos. Eu a esmagava contra a parede, tentando arrasta-la até a cama. Minhas mãos exploravam seu corpinho: seus peitinhos, sua bunda, até alcançar sua boceta sob a calcinha ensopada. Ela resistia debilmente e disse ao meu ouvido: "Nunca fiz sexo desse jeito antes!" Fiquei imaginando o que ela teria querido dizer, mas continuei acariciando seu corpo e enfiando a língua naquela boca gostosa. Quando finalmente consegui meter o dedo na sua boceta descobri o que ela quis dizer com aquela frase. Continuamos grudados, nos empurrando pela parede até chegarmos em frente à cama. Havia um espelho onde nos olhamos. Estávamos num estado lastimável. Sua blusa toda aberta deixava à mostra duas tetas durinhas de tesão, que eu amassava e marcava com chupões, a saia levantada pela cintura, a calcinha puxada para o lado mostravam os pêlos fartos que emolduravam a boceta encharcada. Minha roupa amarrotada, a camisa aberta e, pela braguilha, minha pica dura sendo acariciada por suas mãozinhas macias. Tirei sua roupa, beijando e lambendo cada pequeno pedaço que ia sendo revelado. Mordi com força suas tetas e nuca deixando marcas naquele corpinho. Levei-a para a cama roçando meu pau duro na sua bundinha ainda protegida pela calcinha. Deitei-a e tirei com violência sua calcinha, mandando que abrisse as pernas pois eu iria faze-la mulher. Despi-me rapidamente enquanto admirava seu corpinho. As pernas abertas deixavam à mostra uma boceta cabeluda, encharcada pelos líquidos que vazavam daquela mocinha. Os bicos das tetas eriçados demonstravam o tesão que sentia. Seu peito arfava. Seus olhos fixavam minha pica duríssima e depois fitaram os meus num misto de medo e tesão Olhando seus olhos, ajoelhei-me entre suas coxas abertas e encostei a cabeça inchada da caceta na bocetinha apertada deixando meu pau deslizar com dificuldade, mesmo lubrificado por seus líquidos, até a chapeleta bater forte contra seu cabaço. Ela tentou abafar um gemido de dor, para não acordar os outros hóspedes, e eu parei a penetração. Curvei-me sobre ela e beijei sua boca com carinho. Esperei que se acalmasse e voltei a forçar minha piroca contra seu cabaço. Ela esticou os braços firmemente contra minha coxas impedindo que prosseguisse. Seus gemidos agudos, abafados demonstravam a dor que eu lhe causava. Ordenei que tirasse as mãos, pois queria tirar sua virgindade naquela noite. Ela obedeceu e tentou receber meu caralho em sua bocetinha. Senti o cabaco esticar-se em torno da cabeça e, nesse momento o tesão falou mais alto, gozei um rio de porra dentro daquela fêmea gostosa que contorcia-se de dor e gemia como uma cadela. Meu pau amoleceu e, talvez devido à tensão pelos colegas que dormiam próximos, pelo que havíamos bebido ou pela própria emoção do momento, foi impossível faze-lo ressuscitar. Cai de boca naquela boceta que vazava minha porra misturada com seu sangue. Ela pediu pra chupar minha piroca, dizendo que gostava disso (??) e mamou maravilhosamente. Pena que minha pica não voltou a ficar dura como gostaríamos. Voltei ao meu quarto e, quando o dia amanheceu, voltamos ao Rio com os demais. Quase não falamos sobre o assunto durante alguns dias. Apenas nos olhávamos com carinho e muito tesão ou perguntas como: "Tá tudo bem?" Uma semana depois combinamos sair mais cedo do escritório e, depois de resolver alguns problemas, fomos direto para um Motel na Barra. Chovia miúdo e havia um arco-íris no céu. Eu brinquei com uma crença do meu tempo de criança: "quem passa por baixo do arco-íris vira mulher". Não tínhamos a pressa da primeira vez. Pudemos nos acariciar, tomar banho juntinhos e eu pude apreciar com calma seu corpo nu, ensaboar suas tetas, suas costas, coxas, bundinha e boceta, e ela lavou com muito carinho a piroca que iria arromba-la. Quando afastou-se, para secar-se, me deixou no boxe com o pau duro feito aço. Fomos abraçadinhos para a cama. Ela chupou com fome minha piroca, engolindo um bom pedaço e deixando-a bem molhada. Deitou-se com as pernas abertas, como já havia aprendido, e eu ajoelhei-me entre suas coxas metendo com carinho a piroca na sua bocetinha. Senti a chapeleta deslizar lentamente pelo canal apertado até encontrar o teimoso cabaço que a impediu de prosseguir. Forcei um pouco a pica, ela contorceu-se de dor e, como havia feito da primeira vez, tentou impedir a violação com a mãos espalmadas nas minhas coxas. Segurei seus pulsos, levantei seus braços e apoiei-me neles. Falei que dessa vez ela poderia gritar pois ninguém ia aparecer. Forcei com vontade a piroca dura na bocetinha e ela contorceu-se desesperada tentando escapar, chegou a bater forte com a cabeça contra a cabeceira da cama, gritando desesperada. Desta vez meu pau estava duro o suficiente para arromba-la e não havia nada que pudesse impedir. Eu a forçava sentindo a glande contra seu cabaço, até que como se algo tivesse estourado dentro dela senti a cabeça do meu pau estalar e abrir caminho esticando o cabaço que ficou esmagando aquele espacinho entre a cabeça e o resto do pau. Ela gritava de dor e contorcia-se como uma cobra. Eu havia sonhado durante uma semana com aquele momento e iria curtir cada segundo. Estava adorando assistir seu sofrimento e para aumenta-lo passei a empurrar minha piroca muito lentamente para dentro da sua boceta. Sentia o cabaço passar apertado como uma lâmina em torno do meu pau, esforçando-se para manter uma virgindade cultivada por 32 anos. Ela gritava de dor a cada centímetro conquistado. Eu parava para faze-la sossegar e voltava a enfiar com calma. Finalmente senti, pela primeira vez, nossos pentelhos se encontrando, com meus 22 centímetros firmemente cravados na sua boceta que apertava com força a base do pau aumentando a sensação de prazer. Ela contorcia-se e respirava forte, gemendo de dor. Ficamos naquela posição por longo tempo, suas pernas escancaradas em torno da minha cintura e eu apreciando agora bem próximos seus olhinhos molhados, sua testa escorrendo o suor do esforço de me receber. Beijei sua boca com carinho e esperei que se acostumasse com sua nova condição - MULHER. Sua respiração serenava e eu voltei a movimentar-me bem lentamente, abraçado àquele corpinho. Seus gemidos voltaram a encher o quarto, mas agora baixinhos. Minha piroca movimentava-se ainda com grande dificuldade na boceta apertada. Continuei bombando e senti aos poucos sua boceta se alargar, seu cabaço deixar de existir, dilacerado a cada ida-e-volta do meu pau. Quando senti que podia movimentar-me com mais liberdade, passei a fode-la mais rápido. Tirava o caralho quase todo e voltava a enterra-lo golpeando com violência. Seu gemidos agora eram mais altos, mas soavam de forma diferente. Fodi aquela boceta por muito tempo alargando-a o máximo que pude naquela primeira vez, até explodir num gozo maravilhoso que inundou de porra quente aquela vagina. Ficamos quietos, nos recuperando e esperando que meu pau amolecesse e saísse. Ela levantou-se dirigindo-se ao banheiro. Pelo espelho eu observei enquanto ela com um lenço de papel checava o estrago que eu havia feito em sua boceta. Olhei para o meu pau notando os pentelhos encharcados um anel de sangue tatuado em torno da base do pau, vestígios do cabaço que deixara de existir. Molhei os dedos naquele sangue e esfreguei-os como se testasse a consistência. Por algum motivo inexplicável lambuzei e chupei dos dedos o sangue que eu havia feito brotar daquela bocetinha virgem. Naquele dia ainda fodemos várias vezes. Ensinei aquela fêmea diversas posições para me dar e receber prazer. Sempre com dificuldade eu sentia a cada foda a estreiteza da sua boceta, Mas tinha certeza que teríamos muitas outras oportunidades para que eu gravasse definitivamente nela o tamanho do seu novo dono - EU. No caminho de volta, pouco nos falamos, meio que envergonhados. Deixei-a numa rua próxima a sua casa, despedimo-nos com beijinhos e olhares. Enquanto se afastava, fiquei apreciando orgulhoso aquela agora mulher, esforçando-se para caminhar normalmente entre as pessoas que passavam, ao desfilar, pela primeira vez, sua boceta arrombada pelas calçadas de Ipanema. |
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