O gordo e negrão |
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Essa eu vi. Estava no vestiário do clube quando percebi que a galera do futebol estava vindo em peso tomar banho. Resolvi me esconder dentro de uma das cabines para observar melhor o time. Primeiro entrou o Adilson, seguido pelo Nandinho, dois deuses! Depois veio a turma toda. Gritavam comentando o jogo, estavam todos muito suados, tiravam a roupa com pressa e iam correndo tomar uma ducha. Fiquei ali quieto, só olhando aqueles paus e bundas. Me chamou atenção o tamanho da pica do Lúcio, era um branco feio pra burro, mas tinha uma manjuba gigantesca e vermelha! Outro que merece menção é o Antônio, tem uma bunda maravilhosa, redonda e empinada, com a marca da sunga bem evidente. Uma coisa! Fiquei pensando na festa que eu faria com aqueles homens tão brutos quanto heteros. Pelo menos era isso que eu pensava... Foram se despedindo e saindo aos poucos. Um dos últimos a sair foi o Álvaro, que me impressionou pela quantidade elevada de pentelhos que tem. Ele deu um tchau pros dois que restavam, o negrão Oswaldo e o goleiro do time, o gordo Daniel. Logo notei que alguma coisa eles estavam programando, mal ficaram sozinhos começaram a falar baixinho e olhavam pra porta pra ver se mais ninguém ia entrar. O Daniel passou a tranca na porta impedindo a entrada de mais alguém. Enquanto isso, o Oswaldo ia tirando a roupa que tinha acabado de colocar. Eu mal podia acreditar que ia ver aquilo, sexo justamente entre os dois que eu achava os mais machos da história. Continuei na minha, só tirei meu pau pra uma gostosa punheta, durante o 'cineminha'. O negão já estava nu e com a piroca armada, Daniel enquanto abaixava o short apertado chegou perto e abocanhou o cacete preto do companheiro. Oswaldo segurava a cabeça dele conduzindo os movimentos do boquete. O gordinho fazia o serviço direito, chupava com vontade, deixa a baba escorrer pelo saco do amigo e depois recuperava a própria saliva passando a língua pelo escroto do crioulo. Depois trocaram, Oswaldo se abaixou o segurou o grosso pau de Daniel, tocou uma pequena punheta e logo em seguida meteu o bocão. Nessa hora senti muita inveja do goleirão, pois aquela boca carnuda do Oswaldo era pra mim um sonho antigo. Eles trepavam em total silêncio de palavras, faziam apenas alguns gemidos de prazer. E não topavam beijo na boca. Era como se só tivessem caralhos e buracos. Algumas partes eu perdia, visto que meu poder de observação se limitava ao buraco da fechadura onde atras eu me escondia. Mas vi a bunda redonda e espaçosa do Daniel de quatro retinha na minha direção. Logo depois o que vi foi uma bunda empinada e morena indo e vindo. O Osvaldo estava enrabando o Daniel. E eles faziam isso sem camisinha! Seriam amantes há quanto tempo? Eu conhecia a mulher dos dois e acho que elas, nem ninguém, desconfiavam. A foda estava um pouco fechada pra minha visão. Mas acho que o Daniel chiou de dor no joelho e eles mudaram de posição. O gordo deitou num banco grande e deixou as pernas e as mãos caírem pro chão, ai o negão foi por cima e meteu a pica naquela carne macia. Parecia estar fazendo exercício físico de flexão. Tirava tudo, e colocava até o fundo. ! O gordinho fazia cara de fodido gostoso. E o Oswaldo fungava na nuca dele até que minutos depois gozou, despejando seu corpo atlético sobre o do fofo Daniel. Resolveram voltar pra ducha fria pra dar uma refrescada. Se lavaram mutuamente, um passando sabonete no corpo do outro... Oswaldo sabia que o Daniel ainda não tinha gozado e se mostrou afim de retribuir a entrega do colega. Voltou a chupar seu caralho e quando o viu bastante duro, se levantou e esfregou a bundinha oferecida pelo corpo do outro. Daniel segurou o pau e forçou a entrada. Dava uns tapinhas pro capitão do time relaxar. Entrou com tudo e a trepada foi radical. O negão rebolava e o gordão puxava e dava umas porradas no outro, que parecia adorar... Enquanto era enrabado pelo Daniel, Oswaldo segurava no cano do chuveiro. Quando o goleirão estava quase gozando Oswaldo conseguiu se contorcer e enfiar o dedo no reto dele. Isso me fez pensar que eles se conheciam, já sabiam das preferências um do outro. Faziam isso há tempos! Daniel gozou e abraçou apertado o corpo do amante. Fiquei impressionado com a capacidade que eles tinham de transar sem fazer bar! ulho. Logo se vestiram e saíram com pressa... Na saída ainda vi o Daniel abraçando o amigo, parabenizando pelo gol espetacular que ele havia marcado na pelada de hoje. |
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