O guru mistico do prazer |
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Na minha época de faculdade, há quase vinte anos atrás, eu era muito ligada em misticismo, no que era acompanhada por minha amiga Solange. Nós duas estavamos sempre procurando novidades sobre o assunto, meditação, duendes, xamanismo, tarô e uma porção de outras coisas. Por isso não me surpreendi quando ela me ligou no final de uma tarde de Março dizendo que um Mestre japonês estaria fazendo uma palestra na cidade sobre ioga tântrica. Topei logo faltar na aula para acompanha-la. Em uma sala pequena, com umas trinta pessoas, o tal mestre, em posição de lótus, falava devagar e pausadamente, sendo traduzido por um dos discípulos que o acompanhavam. Entre o monte de pessoas meio estranhas, que geralmente se interessam por esse tipo de coisa, que se encontravam na sala, eu e Solange chamavamos atenção, ela, loira, com cabelos compridos, peitos pequenos em forma de pera e um corpo esguio, com uma bundinha arrebitada e eu, mais forte, morena com coxas grossas, peitos cheios e uma bunda quase volumosa. Ao final do evento , enquanto todos iam saindo, o discípulo que fazia a tradução veio ate nós e pediu para que esperassemos pois o Mestre nos queria falar reservadamente. Após todos sairem ele pediu que o acompanhassemos ate uma sala reservada. Ali outros tres discipulos entoavam mantras com um forte cheiro de incenso impregnando o ar. Duas camas de madeira, com correias de couro pendendo nas extremidades, ocupavam o centro do catre. Não sei se pelo tom do discípulo que falava português, pela energia espalhada pelo ambiente com o incenso e o entoar de mantras ou simplesmente pela curiosidade, acabamos sendo convencidas a participar de uma experiência mística liderada pelo Mestre, que visava atingir o nirvana através do sexo. Hoje olhando para tras, com toda minha experiência, até entendo como duas moças de 22 anos se deixam levar pela conversa e pelo clima. E todo esse papo de experiência mística leva tantas pessoas a fazerem atos tão mais impensados. Bom, pelo menos, no mínimo, tivemos prazer. Dois dos monges carecas, vestidos com lençois, se ocuparam de mim e os outros dois de Solange. Fomos despidas ritualisticamente sempre com mantras sendo entoados. Nossas roupas foram cuidadosamente dobradas e postas sobre bancos que se encontravam nos cantos da sala. Notei que os monges mascavam um tipo de raiz que exalava um cheiro almiscarado. Após estarmos completamente nuas tivemos as mãos e os pés atados às fitas de couro das curtas camas, o que nos obrigava a mantermos as pernas dobradas e abertas. Então os monges começaram a espalhar aquela raiz que mascavam misturada com saliva pelos nossos corpos. Vi os dois que cuidavam de Solange um de cada lado espalhando com a boca aquela gosma de cor amarelada por todo o corpo de minha amiga. Ao mesmo tempo senti o meu própio corpo sendo todo melecado. Eles começaram dos seios, descendo pela barriga, até cada um alcançar uma das pernas e ir decendo ainda mais, até os pés e iniciar a volta pala parte de dentro das pernas. Um deles parou o que estava fazendo e pos um pedaço daquela raiz na boca de cada uma para que mascassemos. A partir dai todo meu pensamento ficou enevoado, fazendo com que só me lembrasse dos acontecimentos, envolto em nuvens, como num sonho. Vi que agora os monges se concentravam em minha boceta, um deles a abria enquanto o outro ia cuspindo aquela gosma dentro de mim. Depois eles se dedicam em meu clitóris, se alternando com suas línguas gosmentas. De repente, ao som de um gongo, o mestre entra na sala, os monges recomeçam a cantoria e a queima de incenso, enquanto ele se ajeita encima de mim, sentado sobre minha barriga, com as pernas correndo ao lado de meu corpo. Abrindo os olhos entorpecidos vejo diante de mim um cacete descomunal, que depois julguei ser obra de minhas alucinações. Ele encosta o pau em meus lábios mandando que eu espalhe a gosma nele, não consigo abocanha-lo com minha boca formigada, mas espalho com os labio a raiz amarelada sobre seu membro. Depois do trabalho feito ele desce e se posiciona em cima de um banco, ficando em pé no meio de minhas pernas, com aquele colosso na altura de minha boceta. Ele inicia a penetração. Em minha mente tudo se confunde, olho para o lado e vejo Solange com os olhos arregalados vendo o que esta acontecendo. O torpor do meu corpo se confunde com dor e tezão, sinto estar sendo atravessada por um ferro em brasa, orgasmos multiplos se sucedem . Estou em um lugar brilhante e morno. Todo meu corpo queima em brasa. Sinto os pentelhos dele se unindo aos meus significando que tudo aquilo esta dentro de mim. Em seu vai e vem, sou transportada a outros mundos, que se sucedem em imagens desconexas. Finalmente um calor me invade toda, sinto larva quente sendo jogada dentro de mim e circulando por todo meu ser. Quando o japonês finalmente sai de dentro de mim não consigo lambra nem o meu nome. Desfaleci por algum tempo e fui acordada por gemidos ao meu lado, abri os olhos e virando a cabeça de lado vi aquela enorme pica sendo sugada por minha amiga, que repetia o que eu havia feito ainda a pouco. Enquanto isso, um dos monges qua havia cuidado de mim, se posicionou da mesma forma que o mestre sobre minha barriga, empurrando seu caralho em minha boca, esse era menor e consegui enguli-lo inteiro, fazendo questão de chupa-lo como louca. Ele logo se desvencilhou, ocupando o lugar sobre o banquinho e metendo em mim, enquanto o segundo monge tomava o lugar dele com o pau em minha boca. Com dois cacetes dentro de mim entrei novamente em estado de orgasmos multiplos só sendo despertada por gritos que vinham de Solange, que agora era arrombada pela mesma enorme rola qua a pouco me fudera. Enquanto o monge que por ultimo me fodera a boca me fodia a boceta, pude ver que os outros dois monges que haviam se dedicado a Solange faziam com ela o mesmo que meus dois haviam feito comigo. Tentei olhar em volta a procura do mestre mas ele havia sumido. Os monges após se saciarem sairam deixando nossos corpos descansarem no silêncio. Acordei sendo banhada pelos meus dois monges, com toalhas quentes e perfumadas. Todo meu corpo foi limpo e depois seco com panos mais alvos que a espuma do mar. Depois nossas roupas foram entregues como se tivessem sido lavadas e passadas. Já sendo tarde da noite fomos acompanhadas até o carro pelos quatro. Antes de irmos embora, ainda meio tonta, lembrei de perguntar pelo mestre, o discipulo que falava português disse que ele iria embora no outro dia para o Japão, mas indiretamente estaria sempre conosco. Conseguimos chegar em casa sem trocar uma palavra. Só consegui ir até a cama e desabar. Dormimos 12 horas direto. Quando acordamos fomos conversar sobre o ocorrido e nenhuma das duas sabia dizer exatamente como as coisas tinham se passado. Teriamos sido drogadas e sonhado? Só sei que uma coisa é verdade, como o discipulo falou, ate hoje o Mestre me acompanha, na forma de um fogo dentro da minha boceta que nunca se apaga. |
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