O homem laranja |
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Nessa época eu dividia apartamento com mais três pessoas. O Fabinho dividia um quarto comigo e no outro quarto ficavam Márcia e Sheila. Foi um período louco aquele, fazíamos muitas festas e a casa vivia sempre cheia. Hoje acho até que éramos bem inconseqüentes, o sindico sempre vinha reclamar de alguma coisa, ou do barulho ou da quantidade de malucos que colocávamos dentro do prédio. As vezes hospedávamos amigos ou amigos de amigos. Certa vez a Sheila chegou com uma novidade, tinha feito amizade com um holandês chamado Thomas e ele viria ao Brasil. Adivinha onde ele ficaria hospedado? Acertou, lá em casa. Quando Thomas chegou foi uma surpresa até pro Fabinho, hetero convicto. O cara era lindo, um gigante lindo e ruivo, tinha um corpo com a massa muscular muito bem distribuída, os olhos apertadinhos, o sorriso aberto, o cabelo baixinho com um discreto topete. Detalhe: o bonitão não falava uma palavra de português e lá em casa a única que arriscava no inglês era a Márcia. A própria Sheila só se comunicava com o Thomas com a ajuda de um amigo nosso que era professor de inglês, ele traduzia as cartas e escrevia o que ela ditava como resposta. As meninas enlouqueceram com o homem laranja (era assim que nós o chamávamos, não só pela cor, mas também por ele parecer ser muito "suculento"!). Nem preciso dizer que eu também fiquei encantado, mas elas nem me davam chance de chegar perto do rapaz. Com a desenvoltura das brasileiras, em pouco tempo, elas estavam abraçando, beijando, sorrindo e babando em cima dele. Elas levavam ele pra passear e caminhavam de braços dados com ele, cada uma de um lado, como se dividissem aquele prêmio vindo da Europa. Chique! No terceiro dia armamos uma festa em homenagem ao holandês. Márcia conversava com Thomas cheia de charme e sedução. Todos achamos que a Marcinha tinha conseguido o estrangeiro, até que meio sem querer eu ouvi e consegui entender o seguinte papo: Márcia: Do you like sex? Thomas: Oh, yes. Márcia: Would you like to make sex whith me? (Mordendo os lábios) Thomas: No, thanks. (E sorriu.) O que? Seria verdade? O inglês que eu aprendi na escola me fazia entender que ela convidou ele pra trepar e ele recusou. E continuei escondido atras de um vaso de plantas, disfarçando e prestando atenção no papo. Márcia: Do you like sex whith men? Thomas sorriu e nada respondeu. Mas minha amiga tinha humor e sabia reconhecer quando havia perdido. Márcia: Ok, Thomas. Here we don’t have any prejudice. Can you understand me? For exemple, Júlio is gay! Nessa hora não pude deixar de tossir engasgando com a bebida quente que eu tinha acabado de tomar. É claro que me notaram ali e eu estava com os olhos esbugalhados. Márcia não escondia nada, me puxou pelo braço e mandou: Júlio, Thomas é gay também. Boa sorte. E para ele, sarcasticamente falou: Good loky, Thomas! Ficamos sós pela primeira vez. Perguntei: Is it true? Thomas: Yes. Mas o meu vocabulário de inglês não ia muito além daquilo ali. Fui buscar uma nova bebida e quando voltei ele estava dançando com a Sheila. A festa como todas as outras na nossa casa só acabou lá por volta das quatro e meia da madrugada. Quando olhei na sala, um pouco tonto por conta da bebida, vi uns amigos já dormindo no sofá, outros se despedindo da Sheila na porta. A Márcia aos beijos com o Cesinha, o eterno ex-atual-namorado dela. Lembrei que o Fabinho tinha ido dormir na casa da namorada. E o Thomas? Fui pro meu quarto e deparei com a imagem mais linda da minha vida. Lá estava ele, nessa noite ele parecia não querer dormir no quarto das meninas. Estava deitado na minha cama e sorria pra mim. Passei a chave na porta... Thomas tirou a camisa que vestia e eu tirei a minha. Fizemos um strip tease mudo um para o outro. Os sapatos dele, depois os meus. As meias dele, as minhas. A calça. Olhei a pica dura por baixo da cueca branca. Tirei a minha calça e como eu não usava cueca, fiquei completamente nu e vi a boca dele se entre abrir com desejo. Ele ainda deitado tirou a cueca. Sua pica era reta e grossa e os pentelhos, como eu suspeitava, também eram ruivos. Me aproximei da cama, ele segurou o meu pau e começou a chupar. Parecia fazer isso com alegria. Enquanto isso peguei na sua pica e punhetei. Sentei na cama também e sem dialogo algum fizemos um delicioso 69. Eu por baixo e aquele gigante por cima de mim. Enquanto chupava seu pau, olhava pra sua perfeita bunda, o rego, o buraquinho. Fomos nos amassando com muito tesão, rodávamos na cama com ganância. Me lembro que quando cheguei perto do seu rosto agarrei com as duas mãos e o beijei com paixão. Nossas línguas se cruzavam com gulodice. Ele pegava no meu pau com vontade e abria as grandes pernas me chamando pra dentro dele. Foi colocando os pés na altura dos meus ombros e encaixando os calcanhares ali. Minha pica procurava o minúsculo cuzinho daquele homenzarrão. Forcei um pouco a entrada, mas ele reclamou alguma coisa em inglês que eu não soube entender, mas imagino que tenha sido do tamanho do meu pau. Resolvi descer e fazer uma caprichada massagem de língua no meu gringo querido. Passei pelos mamilos e fui descendo pela barriguinha. Sua pele era macia e cheirosa. Parei um pouco no umbiguinho e continuei numa única lambida pelo pau gostoso que ele tinha. Ainda brinquei com as bolas fazendo movimentos circulares. E finalmente cheguei no cuzinho apertado. Ele voltou a levantar as pernas facilitando o meu trabalho. Murmurava coisas em holandês, já sem se preocupar em ser entendido. De repente se virou, ficou de bruços, com a bunda empinada na minha cara. Ver aquele homem grande deitado ali com aquele bundão lindo oferecido pra mim quase me levou a loucura. Eu usava minha língua e as vezes colocava o meu dedo médio pra ajudar na passagem. Então ele olhou pra trás e mirando meus olhos me chamou quase que implorando por meu pau. Molhei meu caralho com bastante saliva e encostei a cabecinha no buraco dele. Fui colocando sem pressa e aos poucos meu pau foi entrando. Quando sentir que estava liberado, enfiei tudo no cú do Thomas e ele murmurou de prazer. Fodemos por pouco tempo e eu logo gozei, fiquei uns segundos parado dentro dele. O tesão era tanto que sem precisar tirar de dentro recomecei. Thomas se colocou de quatro e eu segurava seu pau enquanto metia em sua bunda. Ele era grande mesmo, eu me sentia num banquete. Fodemos como animais, nem sei dizer por quanto tempo. Lembro que suávamos em bica. Eu fodia o rabo dele sem parar, fiquei até cansado. Mas o prazer era tanto que eu não conseguia parar. O gringo parecia não acreditar, imagino que ele nunca tinha trepado assim, o homem estava todo molhado e vermelho, parecia um pimentão! Ele também gozou umas duas vezes. Da primeira vez voou porra até pra cama do Fabinho, e da segunda veio uma quantidade pequena que pulou só até a barriga lisinha dele. Lembro que o buraco apertado dele tinha se transformado numa cratera onde meu caralho entrava e saia com facilidade, a umidade no cuzinho era imensa e eu deslizava por dentro dele. Depois de muito tempo, gozei e caímos os dois exaustos. Dormimos abraçadinhos na minha pequena cama. E acordamos quase que ao mesmo tempo. Entramos no banheiro juntos e debaixo do chuveiro trepamos novamente. Chupei mais uma vez aquele pau gostoso e ele segurou a minha cabeça comandando o ritmo que gostava. Quando estava quase gozando tirou e jorrou sua porra no meu peito. Mas Thomas parecia gostar mesmo era de sentir minha pica no seu cú. Se virou mais uma vez oferecendo o delicioso buraco. Lambi mais uma vez e como na noite anterior dei umas dedadas também. Ele se colocou de quatro no boxe e fodi o Thomas mais uma vez. Quando gozei soltei um grito de satisfação. Sai do banho e deixei por um tempo ainda meu suculento homem laranja debaixo do chuveiro. Ao sair tive que encarar a cara de ódio da Sheila, a inveja disfarçada da Márcia e o Fabinho com a frase: - Será que já posso entrar no meu quarto? Eu, que era então a pessoa mais feliz do Mundo, apenas sorri. |
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