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Contos Eroticos

O perdão

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Sou um pacato estudante de BH, na área de Exatas, que possui alguns encantos: prosa fácil e gostosa, altura mediana, corpo definido e cabelos longos que enfeitiçam algumas por seu desembaraço constante. Nada que se destaque na multidão: quem não me conhece, não compra jamais esta imagem. Ganhei um automóvel Uno faz pouco tempo, zero bala e, obviamente, costumava cercá-lo de cuidados e mimos, naturais a um proprietário que vê retorno de algo que cuida bem: mulheres no banco do carona, dos mais variados tipos. Há tempos que tirei da cabeça o esteriótipo de Maria Gasolina da cabeça: as mulheres gostam de carinho, conforto e comodidade, pois uma menstruação por mês já lhes basta de sofrimento. Feliz ia eu, pela Av. Contorno quando fui vítima de uma alma menos prudente, que saiu de uma afluente para esta, chocando-se lateralmente contra a lateral direita do meu Uno. Passado o susto, ambos nos dirigimos ao acostamento. Meus olhos ficaram confusos: não sabia se olhava o estrago e lamentava ou se reparava na lindinha, autora do mesmo, espetacularmente parecida com aquela da Escolinha do Barulho da Record, "Boa pra mais de metro". Que morena ajeitada e gostosa! Sabrina era seu nome, Gol era o seu carro e grande o prblema que tínhamos pela frente: o Gol não tinha seguro, como o meu. Logo soube que o mesmo não era dela, era do padrasto que tinha viajado e ela não tinha habilitação definitiva ainda: fatalmente, aquela batida iria adiar por um bom tempo a sua independência automobilística. Pedi-lhe que chamasse alguém para assumir por ela, mas ela manifestou-se contrária a isso, usando a seguinte frase: Não fique achando que sou uma coitada, não! Todo homem acha que mulher dirige mau por natureza, pensa que eu não sei? Hoje mesmo, você vai tá se gabando com seus amigos de cueca , falando escabruras de mim... e começou a chorar baixinho, com as mãos no rosto.Acalmei-a: Pelo contrário : se for falar de você , só coisa boa sairá desta boca... Mesmo? Por que? Eu posso assumir, baby, e aí não dá galho algum... Por que? Simples...Inevitavelmente, trocaremos telefones.Daí pra frente, só Deus pra segurar... Sacana grosso! Já tá de onda com a minha cara! Calma, Sabrina ,calma.....disse rindo ..-Você é sempre assim, nervosa, com a idéia que o mundo vai te engolir? Não, não é isso....É que o meu padrasto não vai gostar de eu ter saído à noite com o carro dele. Vai encher de sermão e me cortar alguma coisa, mesada, carro, sei lá..... Façamos o seguinte: me dê o seu telefone e vamos conversar isso beleza.Combinando certinho, na ocorrência não dá galho e a seguradora paga. Você é legal....aonde estava indo? Tomar um arzinho somente...não consegui programa para a noite. Agora já conseguiu...Vamos lá pra casa, para tratarmos disso, em vez de aqui, no meio da rua. Vamu, intão. O interessante foi saber que era ali perto que ela morava, o que me indicava o seguinte: ela também tava saindo para aproveitar a noite. Perguntei , sorrindo , onde ela tava pensando em ir antes da batida e sua resposta me animou deveras: Dar uns beijinhos por aí.....disse Sabrina, indecentemente. O que pode ser remediado imediatamente, disse eu lascando um daqueles de virar do avesso.. Ela gostava do troço como poucas que conheci : arfava com uma cadência impressionante, e suas lindas coxas se esfregavam na minha perna direita e entre elas com toda volúpia. Que malho gostoso, moçada! Seus peitinhos se contraíam tanto que parei de acariciá-los e de beijá-la , só para ve-los, de pé, na posição de sentido. Nossa, vc gostou dos meus peitinhos, hein? Nem o Papa resiste a eles : sou capaz de jurar isso. Rindo, ela tirou a blusa e o shortinho, mostrando-me um triângulo espetacular, por debaixo de uma calcinha azul-celeste, quase transparente, que dividia com precisão matemática seus grandes lábios, cercados por poucos pelinhos irmãos ao meus, que estavam se enroscando e sendo esticados por dentro da minha cueca, com o levantar de meu mastro, modesto no tamanho, generoso no diâmetro:18x7 . Levantei-me do sofá( sim, estávamos no sofá ainda) e ela tirou meu cinto e baixou minhas calças com cueca e tudo, conhecendo meu passaporte de prazer . Notei que observava-o com estranha expressão no rosto, mas logo empalmou-o e , puxando-o firmemente, fez-me sentar no sofá novamente . Em seguida , perguntou : Têm camisinha? No porta-luvas..... Vou buscar, fique aí! , disse, levantando-se.... Assim?, repliquei... É, vigia pela janela, não deve ter ninguém na vizinhança a essa hora.... A maluca foi e voltou rapidamente, com aqueles peitinhos amazônicos e volumosos duríssimos, devido ao frio....Sua mão estava gelada, de modo que lhe falei: Deixa que eu ponho a camisinha...fique de um jeito que eu possa sugar estes peitinhos que tanto ma castigam... Vc vai ver o que é castigo depois, seu tarado! Vejamos... Minha estratégia foi à seguinte: sugava um, empalmava o outro, percorrendo-os da base até à axila, sem retorcê-los, com um roçar de minha barba de 3 dias a despontar arranhando aquele pescocinho moreno e cheiroso . Por sua vez, Sabrina roçava-se na minha perna, molhando-a com sabemos o quê : os deliciosos sucos femininos. Logo, botei-a sentada de costas pra mim, com meu mastro á frente , devidamente uniformizado, e ela com sua abertura atrás. Continuei , ora a lhe bolinar os seios com as duas mãos, ora a desenhar oitos cada vez maiores na parte de dentro de suas coxas . Gemendo, ela disse: Vamos nessa gostoso? Dúvidas? Subitamente, joguei-a a frente e encaixei-me com uma mira incrível: jamais conseguirei acertar uma xaninha assim, pro resto da minha vida.Ela arqueou o corpo e urrou pra dentro ( sim, é como descrevo isso) , aguentando firme. Após achar que o golpe tinha sido assimilado, comecei a golpear aquela xaninha com um vai e vem do meu bichano, deveras lubrificado. Aos poucos, seu gozo deu lugar ao ambiente, entrecortando o ar com espasmos e soluços, seguidos da frase: Você me rasgou, sacana....e eu gostei! Voltei com ela para o sofá sem tirar e, após mais umas bombadas, tirei o bichinho...assim que ela levantou um pouquinho aquele rabinho, puxei-a de volta e tentei encaixar em seu furinho de cima . Assustada, disse: Não, aí não! Nunca dei, tenho medo! Já era, gata! Consegui e ela, subitamente, parou de respirar quando atingi o fundo . Assustei-me e já ia tirando , quando: Isso, tira mesmo, tá doendo....( ela já tava quase tirando o bichano do rabo ) Sua fingida, toma isso! Puxei-a rapidamente de volta e aí, ela esperneou pra valer: Vc é foda, tá me rasgando toda! Pode ser mais gostoso, se vc relaxar, bem.... Aproveita , seu sacana, não vai me ver nunca mais e nem vou pagar o estrago do seu carro..... Ah, é? Vou comer seu rabo até sangrar, piranha! Caprichei nas arremetidas e, após ver que ela estava já cansada de tentar fugir, a pus de quatro , apoiada no sofá e bem segura e prensei-a contra o mesmo . Ela gemia muito e, após todas as minhas "maldades" daquela noite, comecei a ficar com dó....minha cópula terminou logo em seguida , com meu gozo explodindo na vestimenta de látex. Ela, cansada, arqueou pra trás e deitou-se ao chão, nuazinha, calada e pensativa ...Perguntei-lhe: Tudo bem? E vc tem coragem de perguntar?, disse , chorando baixinho.... Claro! O que foi errado? É que eu tava guardando isso pro meu namorado.... Vc não me disse isso antes.... Não tenho padrasto, ou melhor, ele é meu namorado.... Peraí.... vc mora com ele, que é seu namorado , e nada? Eu tava indo pegar ele na rodoviária e, aí.... Tchau , maluca, tô indo!!!


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