Ódio e tesão |
|
Trabalho com um cara que era um verdadeiro mala comigo. Ele sabia da minha condição de homossexual e me zoava muito por isso. Vivia fazendo piadinhas e dizia que ia me dedar pro chefe, ele achava que era um absurdo o fato de um homem como eu não gostar de trepar com mulher! Ele dizia isso porque me achava bonitão, era um elogio, mas sinceramente o cara era um babaca. Toda vez que acontecia alguma coisa errada ele dizia que devia ser coisa de veado. Certa vez, antes das festas de final de ano, de pura implicância comigo, disse que se me tirasse no amigo oculto da firma me daria de presente um vibrador. Esse cara me torturava, e eu por varias vezes quase sai na porrada com ele, exigindo respeito. Mas minha sorte estava guardada: certa tarde de domingo sai com minha irmã pra tirar umas fotos com meus sobrinhos e fomos a um parque. No meio do passeio vejo o meu odiado colega aos beijos com uma das secretárias lá do trabalho. Detalhe, ele é casado com uma das assionistas da empresa e a mulher dele é uma fera. Eu estava agora com a faca e o queijo na mão, pedi a minha irmã que comprasse pipoca com as crianças e sem que eles percebessem a minha presença tirei algumas fotos com o coração disparado de nervoso e entusiasmo. Bom, agora eu tinha um trunfo. Mandei revelar as fotos e guardei os negativos. Na primeira brincadeira sem graça que ele fez comigo mandei a seguinte frase: "Quem tem o rabo preso não devia sair por ai sacaneando os outros." O babaca ficou pilhado de cara. Quis saber sobre o que eu estava falando e quando ele duvidou, dizendo que eu não sabia nada contra ele, tirei uma das fotografias de dentro da minha carteira e perguntei se a esposa dele ia gostar de ver aquilo. Ele ficou transtornado, rasgou a foto e disse que exigia os negativos. Disse que estava bem guardado e que se ele parasse de me encher o saco não mostraria pra ninguém. Pra mim o caso estava resolvido, pois o que eu queria era mesmo sossego. Mas agora o camarada não parava de me perturbar pedindo os negativos. Não sentia pena daquele cachorro, mas estava quase entregando o material do fragrante todo pra ele pois nunca tinha visto uma criatura tão chata em toda a minha vida. Só que ele me falou uma frase que me deu uma idéia maravilhosa. Ele disse: "Faço o que você quiser ..." O que eu quiser mesmo? Tudo bem, a única forma que me ocorreu de eu me livrar das chacotas daquele animal e do terror que ele tinha que eu mostrasse os beijos dele com a amante era fazendo sexo com ele, assim eu teria a certeza de que as implicâncias terminariam. Expliquei isso a ele, que pensou um pouco, relutou uns dias, mas diante da minha inflexibilidade topou. Marquei na minha casa depois do trabalho. Cheguei na frente, fiz uma breve arrumação no espaço, tomei um banho e vesti apenas um short. Ah, tomei um whisky pra relaxar, logo a campanhia tocou, ele entrou sem graça e duro, parecia um robô. Perguntei se ele queria beber alguma coisa. Respondeu que não que eu sabia o que ele queria e que a vontade dele era de me dar umas porradas. Minha paciência estava num limite, não sei o que eu estava fazendo naquela situação, minha vontade era de mandar aquele cara sair da minha casa, mas ao mesmo tempo tinha uma possibilidade única de agir diferente, de dar uma lição nele. Fui seco, mandei que tirasse a roupa logo de uma vez. Obedeceu sem muito charme, me olhava com ódio. Ele tinha as costas largas, coxas grossas e pelos pelo corpo, mas não chegava a ser um urso. Ficou só de cuecas e fui cruel, gritando que mandei tirar tudo. Ele abaixou a peça íntima e foi mostrando a bunda carnuda, redonda e com pelinhos dourados. Quando virou mostrou o pau, borrachudo, apontando pra esquerda. Mandei que se aproximasse, disse que ia mostrar a ele como se chupa um pau e que ele prestasse muita atenção pois depois ia conferir se ele tinha aprendido. Segurei a pica, apertando a base e iniciei um boquete caprichado. Chupei tão bem que o pau do meu gostoso inimigo logo ficou duro como uma pedra. Quando ele, de olhos fechados, parecia está mesmo gostando, parei e ordenei: "Agora é sua vez, quero que você me chupe." Ele fez cara de medo ou nojo, sei lá, olhou pra mim como quem pede pra livrar a cara dele, mas aquilo só me dava mais tesão. Encostei a cabeça do meu pau nos lábios dele e esfreguei a minha gala naquela boquinha trancada. "Chupa logo, porra." Ele foi burocrático, mas como já disse o jeito duro, pouco a vontade dele só me dava mais prazer. "Agora vai até a cama e fique de quatro." Ele arregalou os olhos. "Você não tá pensando que vai me comer, tá?" Eu ri e com o maior cinismo e respondi: "Você sabe que veio aqui pra isso, se quiser os negativos vai ter que dar. Ou então eles ficam guardados comigo. Eu ainda sou legal de prometer só mostrar a sua mulher caso você insista na escrotidão de me ridicularizar." Mas ele parecia querer mesmo os negativos, subiu na cama se colocou de quatro, mostrando o cuzinho roxo. Eu também agia mecanicamente, rasguei a camisinha e enfiei no meu caralho duro de tesão. Ele com a cabeça virada olhava a operação, parecia um bezerrinho triste. Eu estava sem lubrificante, então tive que usar saliva mesmo. Molhei bem meus dedos e fui esfregando no buraco dele, que se contraia todo. Percebi que não seria uma tarefa fácil comer aquele homem. Resolvi então pagar um cunete pra ver se ele relaxava um pouco. Chupei bem aquele bundão e acho que ele adorou essa parte, pois ficou quietinho, sem chiar nem um pouco. De vez em quando metia um dedo pra ir abrindo caminho. Depois de uma senhora massagem no anus achei que ele estava preparado e forcei um pouco meu pau pra dentro dele. O cú estava muito apertado e meu pau é muito grosso. Lembrei do Marlon Brando em "O Último Tango Em Paris" e apelei pra manteiga. O engraçado é que enquanto fui na cozinha e voltei o filho da puta se manteve na mesma posição, o que me fez pensar que ele estava gostando de dá o botão. Olhou pra mim sério e pediu que eu terminasse logo com aquilo. "Pois não." Lubrifiquei bem o meu pau e mais uma vez forcei, foi entrando aos poucos e ele primeiro reclamou de dor, mas logo ficou bem calado e eu de sacanagem tinha deixado a porta do guarda roupa aperta com o espelho voltado pra cama pra que ele pudesse se ver dando o cú e eu ver a cara dele. "Vira, quero de comer na famosa posição frango assado." Ele virou, sempre reclamando, mas fazendo. Segurei ele pelos calcanhares e assim via o meu pau saindo e entrando de dentro dele. E com essa visão deliciosa logo cheguei ao orgasmo. Tirei meu pau e deixei ele na cama encolhido. Busquei os negativos e joguei em cima dele. Foi uma transa diferente, nunca tinha transado assim, sem afetividade. Ele parecia meu escravo e posso dizer que foi bom ser perverso com quem já tinha sido tão cruel comigo. Foi vingança sim. Depois disso, nós mal nos falamos, e é melhor assim. Em todo o caso, por via das dúvidas, guardei comigo uma das fotos com a amante, caso um dia tenha que recordar ao sacana que respeito é bom e todo o mundo gosta. |
|
|
||||