Os dois lados da história |
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Enquanto estou sentado aqui escrevendo essa relato para este excitante site, posso ver a minha esposa Telma do outro lado da sala na tábua de passar roupas, passando uma camiseta das crianças. Estamos casados há onze anos e temos sido muito felizes durante esse tempo todo. Temos sorte por sermos tão compatíveis, mas também demos duro para entendermos a personalidade um do outro. A Telma é alta, uma morena muito atraente com um belo corpo. Enquanto a observo passar em roupas íntimas e fazer as coisas que uma esposa deveria fazer, acabo sorrindo. Sorrindo porque, apenas duas noites atrás, eu estava em um quarto com ela e cerca de mais doze pessoas. Estávamos todos pelados e - enquanto eu estava transando com uma de suas amigas e acariciando o seio de uma outra mulher - eu podia ver Telma deitada no colchão. Ela deixava as coxas bem abertas, enquanto um dos meus amigos metia a rola grossa nela. Sua boca estava enrolada confortavelmente ao redor do pau de um homem que estava ajoelhado ao lado da cabeça dela. As mãos dele estavam carinhosamente brincando com os bicos dela. Ele estava sorrindo. A Telma e eu estávamos casados por sete anos antes que qualquer relação extra marital acontecesse. Nós tínhamos nossas fantasias mas elas apenas ficavam nisso - fantasias. A maioria delas giravam em torno de sexo grupal, mas eu tinha medo que se ela percebesse os meus desejos ela pudesse ficar chocada e desesperadamente magoada. Além do mais, tinha medo que a nossa relação sofresse danos irreparáveis. Eu não fazia idéia alguma nessa época que os próprios pensamentos da Telma corressem paralelos aos meus. Se apenas tivéssemos a coragem de sermos totalmente abertos em nossa relação, como as coisas teriam se tornado mais fáceis. Tivemos sorte, como vocês verão daqui a pouco, mas poderíamos ter tido azar facilmente - e ficado frustrados. O nosso despertar mútuo veio uma noite há cerca de quatro anos atrás. Um velho amigo meu, o Arnaldo, apareceu em casa para jantar. O Arnaldo tinha 35 anos na época e, embora mal possa ser descrito como um Rodolfo Valentino, ele não é de má aparência. A Telma sempre havia desfrutado a companhia dele, ele sendo uma pessoa muito divertida e interessante com quem se pode passar uma noite social. O jantar havia sido muito agradável e, durante o café, a conversa mudou de empregos e apartamentos para a vida amorosa do Arnaldo. Acho que conversamos quase duas horas sobre a relação do Arnaldo com a sua namorada - o que o excitava, o que a excitava - incluindo seus desejos secretos que incluíam sexo grupal e voyeurismo. De qualquer forma, com toda essa conversa e a hora se tornando tarde pude ver que a Telma não só estava pronta para cama, mas pronta para que o Arnaldo partisse para que pudéssemos desfrutar uma sessão de amor juntos enquanto ainda estávamos excitados pela conversa toda. Nós jogamos todos os tipos de indireta, e mesmo assim o Arnaldo ainda estava lá. Finalmente, em desespero brincalhão eu me lembro de ter dito um tanto rudemente, "Olha, pelo amor de deus, vai logo Arnaldo, estou com tanto tesão que se você não for, vou trepar com a Telma se você estiver aqui ou não." Para minha surpresa, a Telma acrescentou sorrindo, "E do jeito que estou me sentindo, eu o deixaria." Houve uma pausa, e então o Arnaldo disse, "Vocês não teriam coragem." Ao que a Telma respondeu, "Eu ousaria." Não havia mais nada para eu dizer mas, "Eu também." Me lembro que subimos as escadas todos parecendo meio nervosos, e lá estávamos nós no quarto. O Arnaldo apenas ficou ali de pé, sorrindo ansioso, quando peguei a Telma nos braços e a beijei. Eu estava um pouco tentativo, devo confessar, mas para minha surpresa a Telma me beijava apaixonadamente, sua mão acariciando as minhas costas e as minhas coxas. Eu podia ver o Arnaldo pelo canto dos olhos e me encontrei ficando muito excitado. A minha mão escorregou pela bunda da Telma e ergueu a saia dela, mergulhando na sua virilha. Ela estava de costas para o Arnaldo e pude vê-lo observando quando os meus dedos entraram na calcinha dela para brincar com sua boceta. Imediatamente um pacote surgiu na frente das calças do Arnaldo. De repente a Telma sussurrou, "Tire as minhas roupas" e eu a virei para que ficasse de frente para ele enquanto soltava a sua saia, deixando-a escorregar pelas suas coxas até o chão. Ergui a sua blusa por cima de sua cabeça - a Telma não usava sutiã há anos - e quando seus seios saltaram livres o Arnaldo se contorceu visivelmente de excitação. Depois comecei a descer a calcinha da Telma pelas suas coxas, e quando ela caiu ao chão, a Telma a tirou - completamente nua. Pela primeira vez desde que estávamos no quarto o Arnaldo falou, enquanto olhava as minhas mãos acariciando os seios, o estômago e os quadris da Telma. "Você é linda, Telma. Isso é fabuloso." A Telma sorriu e se virando para mim começou a me despir. Quando ela chegou na última peça de roupa, a minha cueca, ela se ajoelhou, e, meio virada para o Arnaldo, abaixou a minha cueca exibindo a minha rola dura. Com seus olhos ainda para o Arnaldo, seus lábios se abriram. Sua língua escorregou para fora e delicadamente lambeu a minha glande brilhante. Depois a sua boca se abriu mais, e a sua boca desceu molhada sobre o meu eixo ereto. Muito rapidamente depois disso a Telma estava deitada n cama com suas pernas abertas e a minha boca estava enterrada na mata entre a sua virilha. Ela estava deliciosamente molhada de excitação, e o cheiro de nosso sexo parecia encher o quarto. Enquanto a minha boca e a minha língua exploravam a sua umidade, levantei os olhos e vi suas mãos apertando os próprios seios e bicos. Seu rosto estava virado para um lado, onde o Arnaldo estava de pé e nos observava, os olhos dela devorando o pacote nas calças dele enquanto ele lutava desesperadamente para manter as próprias mãos longe de si mesmo. De repente a Telma olhou para mim, seus olhos perguntando e implorando ao mesmo tempo, e sem me mover da minha posição eu confirmei com a cabeça. Acho que esse momento foi quase que insuportável para nós todos. Quando a Telma se virou para o Arnaldo novamente, sua mão tocou lentamente no inchaço das calças dele. Depois seus dedos estavam abrindo o zíper, abaixando-o. Em segundos a cueca dele havia sido retirada, e a Telma estava ofegante de excitação quando seus dedos se enrolaram no pau grosso dele, e carinhosamente escorregaram para cima e para baixo. Fui por trás dela, seus quadris se erguendo na minha direção quando meti profundamente. Enquanto fazíamos amor lentamente, a Telma puxou o Arnaldo para perto de mim, a cabeça inchada de seu pênis encostada contra os lábios dela. Então a sua boca se abriu, passando a língua, e de repente sua cabeça se esticou para frente. Eu a vi meter aquele pau grosso por inteiro em sua boca. O tesão para mim foi imenso e pela maneira que o corpo da Telma se contorcia sob mim, soube que ela estava ficando completamente louca de tesão. Eu me encontrei sussurrando ao seu ouvido, "Você quer dar para ele?" imaginando quando fiz isso como ela reagiria. Sua boca se afastou do Arnaldo quando se virou para mim. Me lembro que seus olhos estavam cheios de amor por mim quando ela disse, "Gostaria muito, mas só se for bom para você também, sem ressentimentos, apenas puro prazer." Foi o bastante. Saí de cima da Telma e o Arnaldo toou o meu lugar. Eu fiquei olhando os lábios de sua boceta molhada se esticarem e a rola grossa dele escorregando profundamente para dentro dela. Os olhos dela brilhavam de prazer, tara, desejo e amor. Logo ela estava chupando a minha rola como louca enquanto seu corpo se contorcia por baixo do Arnaldo. O passo aumentou, e de repente todos soubemos que a hora havia chegado. Mais tarde concordamos que nunca havíamos experimentado um orgasmo assim antes em nossas vidas. Depois disso, suponho que todos nós estávamos um pouco preocupados como os outros se sentiriam. Mas depois de alguns minutos nós estávamos rindo, brincando, nos sentindo muito felizes juntos. O Arnaldo foi embora depois de uma hora, e a Telma e eu voltamos para a cama, fazendo uma transa mágica e maravilhosa, a emoção vazando de nós dois. Não demorou muito depois disso e o Arnaldo trouxe para casa sua namorada, e transamos todos juntos com as mesmas sensações de delírio. Desde então temos compartilhado com os outros - como a festa de duas noites atrás. Seria impossível para eu dizer que isso seja correto para todos, mas sei que para nós é muito bom. ELA O Paulo e eu havíamos fantasiado muitas vezes antes do nosso encontro com o Arnaldo. Às vezes murmurávamos um ao outro enquanto transávamos. Depois da nossa experiência com o Arnaldo nós podíamos reviver uma fantasia feita na realidade.. Para mim, essa realidade foi mais do que eu poderia desejar, algo tangível, tocável, mais erótico pela sua realidade. Nós realmente havíamos feito isso, e havia sido tão obstinado. Discutindo nossos sentimentos na luz fria da manhã, tanto o Paulo quanto eu sentimos que o nosso amor um pelo outro havia se aprofundado. Não havia elemento de ciúmes sexual - nós três havíamos nos tornado uma unidade de amor. Não quero dizer que a nossa individualidade havia sido suprimida; ao invés disso cada um dos três havia trazido a sua sensualidade para se misturar com a dos outros em uma peça maior de alta sensualidade do que poderíamos ter alcançado sozinhos. Agora eu estava ansiosa por mais. Eu sabia que o Paulo tinha um tesão pela Juliana, uma amiga minha muito bonita, que viria jantar conosco em uma semana. Nós sabíamos o quanto ela adorava sexo. Quando ela havia aparecido em casa antes ela havia dado umas indiretas quando ao sexo grupal, e nós havíamos reagido da maneira convencional - espanto e risadas de constrangimento. O por quê de não entendermos o que ela queria dizer eu não sei. Porém, desta vez... Nós a recebemos com grandes abraços e beijos.. O Paulo a abraçou com força e pude ver as mãos dele passando nos seios e na bunda dela. "Aha!" ela riu, virando os olhos, "É assim então?" e esfregou sua virilha contra a dele. Até agora tudo bem. Durante a refeição nós todos estávamos excitados com a possibilidade de uma noite erótica em frente. Na hora em que estávamos desfrutando um copo de vinho, pareceu haver um acordo de que o sexo estava eminente. O Paulo estava sentado ao lado da Juliana no sofá, e eu estava de frente para eles. A mesa de centro estava entre nós, e, enquanto eu me ocupava com os copos, ele lentamente e deliberadamente meteu sua mão na abertura do vestido dela e circulou o seio direito dela. "Umm -" ela exalou um suspiro de delírio e eles se travaram em um abraço apaixonado, suas bocas pressionadas juntas, enquanto as línguas se exploravam. "Oh, eu estava louca por isso," ela disse ofegante. O Paulo me chamou e carinhosamente tiramos o vestido dela. Ela estava apenas usando uma calcinha muito pequena e eu a tirei. Agora era a vez do Paulo. A Juliana e eu acariciamos o pacote nas calças dele e, se ajoelhando na frente dele, ela abaixou o zíper. Eu abaixei as calcas e a cueca dele enquanto ela circulava o pênis, primeiro com a mão, depois com sua boca. Ele gemeu, e na pressa arrancou sua própria camisa. O Paulo estava ali de pé, orgulhoso, pernas separadas, as mãos nos quadris, enquanto a Juliana fazia uma chupeta para ele. O corpo dela era lindo, seios firmes e grandes arfando de excitação, quadris estreitos e pernas bem torneadas. Ela acariciou as bolas dele, enquanto que a outra mão descia à sua própria boceta. Gradualmente o Paulo se ajoelhou de frente para ela, e segurando os seios dela, ele gentilmente passou a língua em um bico, depois no outro, até ela ficar gemendo de delírio, seus bicos eretos. Quando ele a empurrou lentamente para o chão ele me chamou, "Telma, me leve para dentro dela." Eu agarrei o seu pênis duro e o toquei nos lábios da boceta dela. Suas pernas se abriram, e com um grito ele enterrou, fazendo com que eles começassem uma batalha sexual. No sofá eu estava experimentando uma confusão de pensamentos e emoções. Primeiro me senti curiosamente destacada, como se assistisse à um filme. Mas aquele era o meu marido ali, e, por causa do seu gozo óbvio, eu estava muito excitada. Segundo - e isso foi uma revelação - a visão do corpo nu da Juliana me fez sentir positivamente tarada! O Paulo e eu havíamos conversado sempre sobre homossexualidade. Nós dois pensávamos, teoricamente, que o corpo do nosso mesmo sexo poderia ser atraente, mas eu nunca havia sentido tesão por um outra mulher - e não sabia como a Juliana receberia as minhas avançadas. Foi resolvido bem simplesmente: a Juliana e o Paulo estavam se recuperando da transa. Ela olhou para mim, esticou os braços e disse, "Você não vai se juntar à nós?" As minhas roupas foram retiradas em um segundo, e ela me puxou para cima de seu corpo. Seus seios foram um delírio em acariciar, e logo estávamos emboladas, as pontas dos dedos explorando, boca com boca. Eu nunca havia conhecido a maciez do abraço de uma outra mulher, a carícia dos lábios de uma outra mulher. "Acho que vou ser deixado de fora disso," o Paulo disse sorrindo. Pude ver que ele estava desfrutando cada minuto. "Me chupa," a Juliana pediu, e eu abri as suas pernas para explorar a sua púbis. Quando separei os lábios para ver a vagina molhada e brilhante da Juliana, a coisa mais natural do mundo para eu fazer naquele momento era abaixar a minha boca para envolver sua boceta quente, e lamber os seus sucos. O gosto era como néctar, e realmente desfrutei. Gradualmente pude senti-la ficar tensa, e ela começou a gemer e a gritar. "Vamos," eu murmurei, a minha língua batendo na sua clitóris, a minha boca melada com os seus sucos. De repente suas coxas ficaram rígidas ao redor da minha cabeça quando ela se lançou em um orgasmo. A minha concentração havia sido tão intensa que não havia percebido que o Paulo havia me penetrado por trás. A Juliana estava por baixo de mim, o Paulo atrás enquanto eu ficava de quatro. Nós três atingimos um orgasmo arrasador e desabamos no chão. Depois que a Juliana foi embora, o Paulo e eu conversamos excitadamente aquela noite. Não apenas havíamos compartilhado a nossa sexualidade novamente, mas eu havia feito uma descoberta sobre mim mesma que nós dois recebemos muito bem. Ele adora me ver com outra mulher. E eu fico muito excitada em vê-lo com outra mulher. Não consigo ficar com ciúmes. A profundidade do meu amor por ele, e a dele por mim, nos deu uma relação tão forte que o que é prazer para um se torna prazer para o outro. O ato que o Paulo e eu escolhemos fazer com uma terceira pessoa nos revelou possibilidades sexuais desconhecidas. Agora temos compartilhado com homens, mulheres e casais, e explorado grupos maiores. E através dessa exploração o nosso conhecimento sexual um do outro tem se expandido. |
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