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Papei o padrinho

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Em um belíssimo dia de trabalho, uma colega me convidou para ser sua madrinha de casamento, fiquei feliz por ter sido convidada, pois era nova no serviço. Eu, Bárbara, com toda a minha ingenuidade aceitei, apesar de saber dos planos entre o noivo e o padrinho, que também era colega de trabalho. Dias se passaram, os olhares entre eu e o padrinho estavam mais profundos, mas nada além de amizade, chegou o dia do casamento. Como eu também já tinha outras intenções com o adrinho, pedi a ele que fosse me buscar em casa para que pelo menos chegássemos juntos à cerimônia. Lá mesmo na igreja as coisas já estavam começando a esquentar. Tendo que entrar ao lado e de mãos dadas com aquele gato já estava me dando arrepios, e ele percebendo a minha inquietação começou com a sua mão quente, a acariciar e apertar forte a minha. Começava a suar frio, já louca por ele. Na festa sentamos a sós numa mesa mas aquela situação começou a esfriar. Já no final da festa, não agüentando tanta quietude, comecei a provocar um pouco, esfregando a minha perna na dele, jogar uns olhares safados, mas nada adiantou. Pensei que tinha perdido a noite. Quando já estávamos indo embora, ao pararmos em um sinal fechado, tive a coragem necessária para dar-lhe um beijo de tirar o fôlego, que foi muito bem correspondido com aquela boca e íngua quentes e deliciosas. Já perto de minha casa, pedi para que parasse no estacionamento de um supermercado. Aí foi a vez dele me agarrar e mostrar o seu lado safado. Começamos a nos beijar, a nos acariciar, a nos sentir, a nos apertar, a nos lamber. Nossas respirações e nossos desejos começaram a aumentar cada vez mais e senti aquela mão quente apertando meus seios, sentindo meus mamilos já durinhos de tanto tesão. Foi a oportunidade que tive para, ‘sem querer’, sentir aquele pau quente e duro na minha mão. De repente senti aquela língua molhada ir descendo da minha orelha, passar ardendo pelo meu pescoço e chegar aos meus seios. Já não agüentava mais de tanto tesão, comecei a abrir os botões da camisa dele quando de repente ele abre a calça e põe a minha mão naquele pau todo molhado e gostoso e diz: ‘Vou te levar para onde você quer ir’. Logo na primeira vez que ficamos juntos fomos para um motel, uma maravilha. No caminho para o motel, com os corpos ardentes de tesão e já delirando com tudo o que poderia acontecer, abri totalmente a camisa dele e comecei a acariciar, apertar, lamber aquele corpo gostoso, que quase já não conseguia dirigir. Sentir aquele pau pulsando na minha mão já era pouco naquele momento, então , dei uma lambida naquela cabeçona vermelha e ele um suspiro e um grito de satisfação. Comecei a chupar vorazmente aquela pica ardente, como uma criança chupando um pirulito. Enfiava o máximo que podia, mas minha boca era pequena para tão grande pinto. Já quase gozando na minha boca, parei. Queria logo sentir aquilo dentro de mim. Chegamos ao motel, ao sairmos do carro ele fechou a garagem e me jogou no capo do carro. Queria descontar tudo o que tinha feito com ele. Começou a lamber minha perna até chegar a minha xoxota, onde fez uma festa com sua língua quente, sugando todo o meu mel. Ele chupava, lambia, mordia e enfiava a língua dentro de mim. Uma delícia, que num instante, após gemidos, gemidos e gemidos, soltei um grito de prazer, gozando intensamente na boca do meu gato, que insistia em não para de me chupar. Entramos. No quarto, já recuperada, voltei a chupá-lo, tirei toda a sua roupa e lambi seu corpo todo, dos pés a cabeça de cima, sem esquecer da cabeça de baixo. Agitava aquele pau com a mão, e ,ao mesmo tempo chupava, lambia, chupava o seu saco, fazia tudo o que tinha direito. De repente assustei com um ‘Pára!’. Ele me puxou, tirou o resto das minha roupas e me colocou de quatro, apoiada no frigobar. Empinei a minha bunda ao máximo, e ele começou a lamber minha xoxota novamente, já louca por uma penetração. Mordia deliciosamente a minha bunda, lambia. Arrepiei, quando senti aquele boca quente ‘brincando’ com o meu cuzinho. Já estava louca de tesão novamente quando de repente sinto aquela cabeçona entrando na minha xoxota apertadinha, num intenso vai e vem, que de tão profunda penetração me alternava entre gritos de dor e de satisfação. Quanto mais sentia aquele pau entrando, mais profundo e forte eu queria. Nessa agitação, ele passou um dedo na minha xoxota e enfiou todinho no meu cuzinho, o que me fez ver estrelas de tanto tesão. Rebolei, rebolei, jogava o meu corpo contra o dele para sentir aquele pau cada vez mais dentro até que ele gozou e deu um berro de prazer. Ainda sentia o pau latejando dentro de mim quando ele o tirou e molhou de gozo todo o meu cuzinho que neste momento estava louco para ser comido por aquela serpente. Deitamos para descansar um pouco. Ele começou a cochilar e aproveitei para continuar a nossa noite de tesão. Peguei aquela cobra já meio adormecida, acariciei e iniciei a chupar. Ainda pequena, cabia todinha na minha boca. Em segundos já não cabia nem em minhas mãos. Ele se sentou e pediu que eu pegasse o cardápio que estava em cima da mesa. Atendendo o pedido do meu gostoso fui. Fui rebolando, me ensinuando e louca para receber novamente aquele cacete. Me debrucei na mesa, empinei a bunda e fingi estar lendo o cardápio. Senti aquele pau quente esfregando na minha bunda e ele me colocou sentada encima da mesa. Passou a me chupar, nas pernas, nas cochas, na bunda, nos peitos, no pescoço e na xoxota, sugando mais uma vez todo o meu mel. Abriu totalmente as minhas pernas e meteu aquela pica até o fundo, me fazendo gemer sem parar. Como não podíamos deixar de usar todas as possibilidades em um motel, ele me levou para a cadeira erótica. Fiquei deitada, totalmente arreganhada para que ele me possuísse de todos os jeitos. Começou a me comer num vai e vem delicioso, sentia aquele pau todinho dentro de mim, e a cada estocada, quando sentia suas bolas batendo no meu cuzinho, tinha vontade de mais, mais, mais. Queria que metesse mais forte, que acabasse comigo. Vendo o meu estado, ele me provocou ainda mais, chupando meus peitos, acariciando minhas pernas, começou a atiçar o meu cuzinho metendo o dedo até o fundo, comecei a enlouquecer. Rebolava, remexia, gritava. Gozei louca e seguidamente sendo duplamente penetrada. Já me vendo nas estrelas, pegou o pau melado de meu gozo e começou a forçar na minha bunda, pensei em resistir, mas resolvi me entregar completamente. Coloquei a mão no pau dele e falei para parar de esfregar no meu cú. Ele me olhou, decepcionado querendo saber o porquê. Com um sorriso de safada falei: " Eu quero esse pau aqui dentro, todinho, essa bunda é toda sua ". Com um ar de satisfação começou a enfiar bem devagar para que eu não reclamasse. Doía muito no começo, mas ele merecia fazer tudo o que quisesse comigo. Segurei o máximo a dor, e num instante, o prazer tomou conta da dor e pudemos continuar com queríamos, com muito tesão, prazer e loucura. Rebolava forte para sentir aquilo tudo dentro da minha bunda apertadinha. Arrepiei quando senti aquele gozo fervente dentro de mim, inundando o meu cuzinho e escorrendo em toda a minha bunda, não achava que desse jeito seria tão gostoso. Descansamos um pouco e tivemos que ir embora, o dia já estava clareando. Foi o primeiro dia em que ficamos juntos e já foi maravilhoso, inesquecível.


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