Por cima da cerca |
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O que narrar a seguir me aconteceu pôr volta de 73, na cidade de Gravata, em Pernambuco, que dista uns 80 quilômetros da capital do estado. Naquela época eu era ainda solteiro. Morava com meu pai, minha madrasta, um irmão e uma irmã. Eu tinha 27 anos. Fomos morar, em Gravata, numa casa muito grande, com um enorme quintal, repleto de árvores fronteiras. Um de nossos vizinhos era proprietário de uma padaria no centro da cidade, e nossos terrenos eram separados apenas pôr uma cerca. Consequentemente, podíamos nos observar mutuamente. Aos poucos, fui contraindo o hábito de ir passear pelo fundo do quintal, à tarde, pois estava desempregado. Da terceira ou quarta vez que fiz isso, encontrei umas peças de roupas intimas espalhadas pela nossa área. Assim que me abaixei para pegá-las, ouvi uma voz feminina a me chamar. Olhei e era Maria, a empregada do nosso vizinho. Ela não tinha ainda 18 anos, mas já era uma gracinha: moreninha, pequena estatura, seios durinhos, coxas grossas e belíssimas nádegas. Pediu-me que lhe devolvesse as peças, dizendo que o vento as atirara ali. Atendi prontamente. Ao lhe entregar as roupas, seus pequeninos olhos pareceram me fulminar, pois minha alma tremeu... Continuei indo ao fundo do quintal todas as tardes. Já havia observado que era ela quem atirava as peças de roupas na nossa horta, pois os varais do terreiro dela ficavam a uns 50 metros de nossa divisa. Sempre era aquela vozinha macia a me pedir que pegasse as roupas; aqueles pequeninos olhos a mergulhar dentro de mim. Ela já me sorria e se vestia com roupas simples, mas de extrema sensualidade, curtinhas, leves, sem sutiãs! Comecei a sonhar diariamente com aquele corpinho apetitoso. Acordava cheio de tesão e me masturbava, criando, imaginando cenas de sexo que me deixavam inteiramente feliz. isso durou meses... Um dia, da janela da cozinha de minha casa, eu a vi lavando roupa, debruçada sobre uma bacia. Curvada, deixava ver até as calcinhas. Como estava longe, apressei-me e fui até próximo onde ela estava. Fui chegando já de pênis ereto e nessa tarde esperava vencer a minha timidez. Ao me ver, ela sorriu e maliciosamente puxou a ponta do vestido para baixo, tentando esconder suas belas nádegas, arredondadas, maravilhosas! Fiquei de pé e deixei que ela percebesse que eu estava pertubado pela paixão. Ao me ver assim, ela ficou também séria e perguntou-me se eu já havia percebido que nossa jabuticabeira estava repleta de jabuticabas maduras. Eu não tinha reparado. Então ela disse que era a fruta de que mais gostava. Rapidamente fui trepar na árvore para pegar algumas para ela, mas ela me impediu dizendo que já havia subido ali muitas vezes, quando ninguém morava em nossa casa. Eu perguntei se ela preferia então catar as jabuticabas. Disse-me que sim. Procurei imediatamente um pedaço de pau e fui arrebentar a cerca de arame para ela passar para o nosso terreno, como fazem os touros quando percebem o cio de uma vaca... Maria atravessou a cerca e passou cabisbaixa pôr mim, um pouco envergonhada. Eu sentia o mesmo. Ela começou a subir pelos troncos da árvore de maneira estranha, pois olhava mais para mim do que para as jabuticabas que dizia adorar. Fui me aproximando dela, enquanto ela escalava os troncos, agarrando-se e roçando seu lindo corpinho na árvore. De vê-la assim, eu me arrepiava todo. Assim que ela atingiu uma altura acima da minha cabeça, postei-me bem embaixo dela, olhando sedento para suas nádegas carnudas. Num impulso incontrolável, puxei-a pelas aneas, delicadamente. Suas nádegas ficaram justamente diante do meu rosto. Ali, naquela posição, não consegui me controlar e passei então a beijá-la com carinho. Ela, deliciosa, pendurada a um tronco, com suas belíssimas nádegas sendo beijadas pôr mim. Maria começou um gemido de prazer. Ela ainda pendurada, retirei-lhe a calcinha grâfina e rendada. Depois, segurando-a firmemente, como fazem os bailarinos, a fiz descer lentamente, de costas para mim, roçando todo o meu corpo. A medida que esse movimento acontecia, seu vestido ia se levantando, de modo que, quando ela colocou os pés no chão, ficara quase completamente descoberta, pois seu vestido estava todo levantando. Segurando-a de costas, beijando-lhe carinhosamente o rosto, desabotoei meu cinto e fiz minhas calças caírem. O mesmo fiz com minha cueca, afastando-a com os pés. A esta altura, Maria já tinha passado uma de suas mãos para trás e estava montada sobre meu pênis e começava a cavalgá-lo. Eu sentia seu grosso púbis arranhando minha glande, o que me dava imenso prazer. Lentamente Maria foi se curvando e abrindo as pernas, numa atitude que pude compreender perfeitamente: queria ser penetrada, queria devorar meu pênis completamente. Forcei a passagem de sua vagina e ela gemeu. Agora com um pouquinho de dor. Insisti com certa violência. Ela me disse nesse momento que era virgem e me pediu calma e cuidado. Isso me parecia impossível suportar, pois eu estava quase gozando. Mas Maria era realmente apertada e ao perceber que eu acabaria pôr violentá-la estupidamente, dirigiu meu pênis para seu orifício anal, onde, pôr incrível que pareça, enterrei o mastro sedento de uma só vez, e ela adorou. Segurando seus mamilos pôr trás, com um em cada mão, e enfiando meu pênis no ânus de Maria, bailei pôr alguns minutos que me pareceram séculos. Ela, em sua infinita modéstia, passou uma de suas mãos pôr entre as pernas e acariciava deliciosamente meu saco escrotal e meus testículos. Assim nós dois gozamos... Depois desse dia, outras tantas trepadas entre nós se sucederam. Acabei pôr deflorá-la, mas seria outra cena extensa demais. Chegamos até a fazer bacanais com amigos, pois Maria era sensacional. Tudo isso aconteceu realmente comigo. Hoje estou aqui em São Paulo, já há nove anos. São passados 20 de minhas aventuras com Maria e não posso esquecê-la ainda. Vou completar 47 anos e estou ainda muito bem conservado. Gosto muito de jovens para praticar o sexo. Não é qualquer menina que suporta o meu rojão. Fiquei, desde Maria, alucinado pôr um bumbum. |
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