Prazer para três |
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Eu e meu marido somos um casal muito atraente e jovem (32 e 28 anos) e temos uma situação financeira muito boa. Quando à nossa vida sexual, somos chegados a uma relação sadomasoquista, que praticamos com freqüência e, evidentemente, com moderação. Carlos é um homem muito másculo, sensual e dominador, e tem uma imaginação extremamente fértil. A experiência mais marcante em nossas vidas ocorreu há cerca de doze anos. Estávamos sem empregada. Minha irmã, que mora no interior de Minas, se encarregou de arranjar uma. Quando fomos apanhá-la na rodoviária, tivemos uma agradável surpresa. Tratava-se de uma menina linda, com pouco mais de dezoito anos, 1,60m, olhos e cabelos castanhos claros, um rostinho angelical e um corpo de enlouquecer qualquer homem. Muito humilde, quase não falava. Sônia deslizava pela casa, silenciosa e mansa como uma gata, deixando em seu rastro um cheiro agradável e doce. A noite, eu e Carlos falávamos nela, em como seria bem tê-la ali na cama com a gente. Estávamos completamente rendidos aos seus encantos. Assim, resolvemos, de comum acordo, seduzi-la. Começamos pôr deixar revistas pornográficas, que colecionamos, ao seu alcance, na sala, para que ela as folheasse. Constantemente notávamos a falta de algumas, que ela evidentemente apanhava para ler. No primeiro teste ela passara. Passamos ao segundo round; dissemos que íamos precisar do quarto em que ela dormia para guardar material de trabalho. Transferimo-la, então, para um quarto em frente ao nosso. E tinhamos nossas relações sexuais, bastante ruidosas, com a porta do quarto totalmente aberta. Passados alguns dias, começamos a reparar que ela também estava deixando a porta de seu quarto entreaberta, pôr certo para nos observar. Então, tentamos a cartada final: eu já para o banho, quando tive a idéia de chamá-la para me esfregar as costas. Notei que Sônia tremia muito. Perguntei se não queria tomar banho comigo. Ela disse que, se eu quisesse, ela tomaria. Tirei a roupa e esperei que ela fizesse o mesmo. Quando olhei seu corpo desnudo, quase enlouqueci. Tinha seios pequenos e empinados, pelos púbicos penteados e curtos - perfeitos -, pernas e nádegas escuturais. Também ela olhou para o meu corpo, admirada, e se perdeu nos meus seios e nas minhas coxas. Comecei pôr passar sabão em seu rosto e logo desci os seios, notando que ela se arrepiava toda. Sem que eu mandasse, ela começou a fazer o mesmo comigo. Não agüentei mais; ajoelhando-me, abocanhei aquela vagina rosada e fresca, fazendo-a desfalecer de gozo. Com o chuveiro morno escorrendo sobre nós duas, eu lhe bebia o mel, mordiscava e lambia aquele fruto rijo e arrebitado entre os pêlos. Sônia, que nunca tinha sentido nada parecido, quase dobrava as pernas, que tremiam, sem agüentar a violenta sensação. Quando nos refizemos, ela me confessou que nos observava, a mim e ao Carlos, fazendo amor e se masturbava, louca de desejos, todas as noites. Quando meu marido chegou, ambas o esperávamos com camisetas transparentes e minúscula calcinha pôr baixo. Desde esse memorável dia, Sônia foi perdendo a virgindade em todos os orifícios do corpo, demonstrando ser uma excepcional aluna, superando todas as expectativas. Como tudo o que é bom dura pouco, após seis meses de gozos e prazeres indescritíveis, Sônia precisou voltar, pois seus pais não se habituaram com a sua ausência. Nunca mais a vimos. Desde então sentimos desesperadamente sua falta. |
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